Marketing: Marcas próprias vão continuar a crescer depois da crise
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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A quota de mercado das marcas próprias foi de 31,7% em 2010, segundo dados da Nielsen.
As marcas próprias da distribuição já estão presentes em todas as casas portuguesas. Quem reforça a compra de produtos de marca própria com a crise económica garante que vai manter a preferência quando a economia melhorar. As conclusões são do estudo da consultora AC Nielsen, apresentado ontem na conferência sobre marcas próprias, organizada pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), em Lisboa.
No ano passado, “a quota de mercado das marcas próprias subiu 6% e foram elas que fizeram o mercado crescer 2%, já que as marcas de fabricante estão a perder 1% de facturação há dois anos consecutivos”, avançou António Almeida, director da AC Nielsen. No final de 2010, as marcas próprias representavam 31,7% dos produtos comprados em Portugal.
A tendência de crescimento nesta conjuntura é maior nos países com mais dificuldades em resistir à crise: Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda. Um cenário normal quando o argumento mais importante para comprar é o preço.
Fonte: Económico
Marketing: Metade dos jovens atirados para contratos a prazo
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Escalada nos últimos anos é evidente. Hoje quase três em cada cinco têm contrato de trabalho não permanente.
Precários. Esta expressão tem vindo a ganhar terreno durante a crise e, mais recentemente, com a manifestação da «geração à rasca». Mas os sintomas vêm já de outros tempos: se, no início de 1998, um em cada três jovens até aos 24 anos tinham um contrato de trabalho a prazo, hoje já são três em cada cinco. Ou seja, 55%. Na prática, mais de metade.
A insegurança contratual é uma realidade em Portugal. Mas, atendendo aos dados do INE citados pelo jornal «Público», grande parte dos precários não são recibos verdes, mas sim quem trabalha com contrato a termo, quer sejam contratos a prazo, quer trabalhos temporários. Se bem que o mesmo jornal admite que os dados do INE sobre os falsos recibos verdes possam estar subavaliados.
De qualquer modo, no espaço de 12 anos os trabalhadores com contratos a prazo aumentaram de 400 mil para 720 mil. Uma «engorda» de 11% para 19%.
E, no universo de assalariados entre os 25 e os 34 anos, o quadro não melhora, ao contrário do que acontece na União Europeia. É que, por cá, quase 30% estão a trabalhar nesse regime; em 1998 eram 18%.
Fonte: Agência Financeira
Marketing: Governo Brasileiro quer TV digital em todo país até 2016
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Paulo Bernardo quer que brasileiros assistam a Copa do Mundo e as Olimpíadas em alta definição.
O governo quer o sistema de TV digital implantado em todo país até 2016, período no qual ocorrerão, no Brasil, os eventos esportivos da Copa do Mundo (2014) e das Olimpíadas. Para que a meta seja cumprida, de acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, será preciso acelerar a implantação do sistema.“Vocês sabem a importância que tem isso, inclusive para o setor industrial”, disse.
Bernardo informou que, no ano passado, foram comercializados 15 milhões de aparelhos de televisão, a grande maioria com dispositivos para conversão digital. “Com a proximidade da Copa e o advento das Olimpíadas, com certeza, até 2016, nós vamos ter uma mudança quase definitiva nessa área”. É preciso, ressaltou, resolver os problemas de infraestrutura ligados a esses eventos.
Uma vez resolvido o problema da implantação da TV Digital até 2016, o ministro afirmou que haverá um excedente do espectro, que precisa ser resolvido. Esse espaço poderá ser utilizado pela radiodifusão, desde que o governo seja pago por isso, afirmou.
Ao participar de palestra na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o ministro disse que no próximo dia 18 de abril, ocorrerá uma reunião com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), onde o governo brasileiro vai receber as exigências para as obras dos estádios. Estarão presentes no encontro os representantes de todos os ministérios envolvidos. “A partir daí, vamos formatar as nossas ações para dar conta desses desafios”.
Fonte: Exame
Marketing: Brasil supera marca de 10 milhões de clientes de TV paga
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Com 251.732 novos assinantes no mês passado, o mercado brasileiro encerrou fevereiro com 10,176 milhões de domicílios atendidos com TV paga, o equivalente 17% das residências do País
Por Agência Estado
O Brasil ultrapassou a marca de 10 milhões de clientes de TV por assinatura. Com 251.732 novos assinantes no mês passado, o mercado brasileiro encerrou fevereiro com 10,176 milhões de domicílios atendidos com TV paga, o equivalente 17% das residências do País, conforme levantamento divulgado hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em fevereiro, a participação do serviço de TV via satélite (DTH) continuou registrando forte expansão e atingiu 47,3% da base de clientes. No início de 2010, a participação dessa tecnologia era de 37,9%. Os serviços a cabo passaram a 49,7%, contra 57,6% de market share do ano anterior.
Seguindo a tendência observada ao longo de 2010, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceram acima da média nacional nos últimos 12 meses. O menor crescimento, em igual período, foi observado na região Sul, acompanhada pela região Sudeste, com percentuais de crescimento anual abaixo da média nacional.
Fonte: Época Negócios
Marketing: 80 por cento dizem que marcas da distribuição são iguais às de fabricante
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Oitenta por cento dos consumidores consideram que as marcas de distribuição são iguais às marcas de fabricante. As conclusões do estudo da AC Nielsen Marcas próprias – O que diz e faz o consumidor, apresentado ontem pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), em Lisboa. Em termos de preços, as marcas da distribuição ou marcas próprias são percepcionadas como melhores (60 por cento) ou muito melhores (15 por cento). Em termos de qualidade, 68 por cento dos consumidores dizem que são semelhantes às marcas de fabricante. Além disso, 63 por cento acreditam que estas têm uma muito boa relação qualidade-preço em Portugal. Os produtos de marca da distribuição estão presentes em 99 por cento dos lares de Portugal Continental, tendo atingido, no ano passado, uma quota de mercado de 31,7 por cento.
Fonte: Meios & Publicidade



