Marketing: 20 maiores anunciantes representam 40% do investimento publicitário
Abril 1, 2011 by Inovação & Marketing
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Em Fevereiro de 2011, os anunciantes portugueses colocaram cerca de 2,4 milhões de inserções publicitárias nos cinco principais meios above the line (televisão, rádio, imprensa, cinema e outdoor).
Este valor representou uma descida mensal de 6.9% mas um crescimento homólogo de 3.5%. É de salientar que o período de recolha da informação relativa a Fevereiro de 2011 não está ainda concluído para todos os meios (ver nota da situação verificada em Fevereiro).
Em Fevereiro o Modelo Continente manteve a liderança na tabela dos maiores investidores em publicidade, responsável por um share of voice de 5.5% face ao total do mercado publicitário e de 13.6% relativamente ao total dos 20 maiores anunciantes do mês.
A Procter & Gamble subiu à segunda posição, responsável por 4.1% do investimento publicitário total e por 10.3% do colocado pelos 20 maiores anunciantes de Fevereiro.
O Pingo Doce está na 3ª posição, com um share of voice de 3.5% face ao total do mercado publicitário e de 8.8% face ao total dos 20 mais.

No seu conjunto, os 20 maiores anunciantes colocaram 40.1% do valor publicitário registado em Fevereiro de 2010, em preços de tabela.
Os maiores investidores privilegiaram, mais do que a média, a televisão – para onde canalizaram 93.6% dos seus budgets. À imprensa atribuíram 3.9%, ao outdoor e à rádio dirigiram 1.9% e ao cinema 0.4%.

Fonte: Marktest
Marketing: Estratégias de email marketing, uma oferenda para o onisciente Google
Abril 1, 2011 by Inovação & Marketing
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Antigamente quando você tinha dúvidas sobre alguma coisa ou queria aprender mais sobre um assunto a primeira coisa a fazer seria consultar livros, biblioteca ou alguém que dominasse a questão. Hoje em dia ainda fazemos isso, é claro, mas não mais na mesma medida. O que se faz atualmente quando se quer descobrir mais sobre alguma coisa ou resolver uma dúvida é: consultar o Google.
O Google tornou-se uma espécie de entidade onipresente e onisciente pós-moderna. As pessoas consultam o site de buscas para todo tipo de coisa, seja no campo pessoal, profissional ou apenas por mera curiosidade. A reverência e reconhecimento para com o site vão tão longe que há até quem considere o Google como a versão moderna de Deus (veja a Igreja de Google).
Dentro disso tudo o que você deve considerar é que o seu cliente também vai procurar informações sobre o seu ramo ou área de atuação através do Google. E, nessa ocasião, como a sua empresa vai poder se colocar e ter um destaque que a evidencie frente à concorrência?
Há muitas formas de conseguir esse destaque e no contexto do email marketing o recurso que está à sua disposição é o de indexar campanhas. Não perca a oportunidade de inserir as palavras-chave na hora de editar sua newsletter e aumente a visibilidade da sua empresa ou marca nas buscas do Google e de outros sites de busca. Se o Google é mesmo dotado de propriedades divinas não há como saber, mas, na dúvida, não custa nada fazer essa oferenda.
Fonte: Administradores
Inovação: Governo Brasileiro quer R$ 37 bi para inovação
Abril 1, 2011 by Inovação & Marketing
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Com o retorno a posições estratégicas no governo de alguns de seus mais destacados defensores, o foco na inovação volta a ganhar força e deve ser destaque da segunda versão da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), a ser divulgada em abril.
Mirando a competitividade, a chamada PDP2 terá como uma das principais metas a elevação do gasto privado anual em pesquisa e desenvolvimento para algo entre 0,9% a 1% do PIB até 2014. Em valores atuais, algo em torno de R$ 37 bilhões. Hoje o porcentual é de apenas 0,5%.
A primeira PDP, de 2008, mesmo incluindo incentivos à inovação, acabou mais voltada aos segmentos mais competitivos da indústria, boa parte setores tradicionais ligados a recursos naturais. Agora, a formulação da PDP2 está sendo fortemente influenciada pela reforço da visão, dentro do governo, de que é preciso inovar em toda a base industrial para enfrentar a concorrência dos outros países nos mercados interno e externo.
“Não é todo investimento que gera inovação, mas, para aumentar a taxa de investimentos em geral, tem de inovar”, define o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, representante do grupo defensor da inovação que voltou ao governo com a posse da presidente Dilma Rousseff.
Ele integra um time ligado aos ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Aluizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), que ganhou força neste início do governo Dilma, e está dividindo a definição da estratégia industrial do País com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.
Como presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Arbix foi um dos formuladores da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Ptice), de 2004, primeira iniciativa de Lula nesse campo, com forte foco em inovação. Sem resultados significativos, a Pitce foi substituída em 2008 pela PDP, que, com a saída dos grupos de Palocci e Mercadante do governo, ficou sob forte influência de Mantega e Coutinho.
Pragmatismo. A primeira PDP visou uma ação mais pragmática de incentivo à indústria, com foco em elevar a minguada taxa de investimento brasileira. O plano foi atropelado pela crise financeira mundial, poucos meses depois do estabelecimento da principal meta da PDP: elevar a taxa de investimento a 21% do PIB.
Com a crise global, a taxa caiu de 18,7% em 2008 para 16,9% em 2009, reforçando ainda mais o foco nos investimentos. Em 2009, a taxa recuperou-se para 19% do PIB.Na nova PDP, elevar a taxa de investimento permanecerá como um objetivo crucial, mas com a visão de que a indústria brasileira perdeu competitividade estrutural nos últimos anos e que a prioridade agora deve ser a inovação.
Fonte: Estadão
Marketing: América Latina deve crescer 4,5 % em 2011
Abril 1, 2011 by Inovação & Marketing
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O crescimento na América Latina se desacelerará até 4,5% neste ano, contra 6,1% de 2010, segundo o Instituto de Finanças Internacionais (IIF), que advertiu que a inflação é a principal ameaça para a região. O IIF, que reúne mais de 400 bancos de todo o mundo, assinala em seu relatório que o Chile e Peru liderarão o crescimento na região, com subidas de cerca de 6%. Brasil e México, as duas maiores economias latino-americanas, crescerão 4,8% e 4,5% respectivamente, segundo o IIF.
A reunião do BID se soma ao encontro dos ministros de Finanças da América Latina e do Caribe reunidos desde sexta-feira em Calgary. O relatório do IIF prevê que o Chile e Peru liderarão o crescimento na região, com altas de 6,5% e 6% respectivamente.
Brasil e México, as duas maiores economias latino-americanas, crescerão 4,8% e 4,5% respectivamente, contra 7,6% e 5,4% do ano passado, segundo o IIF. O grupo de banqueiros espera que a América Latina em seu conjunto cresça 4,6% em 2012.
Apesar aos bons augúrios, o IIF alertou contra das pressões inflacionárias.
“Vários dos maiores países da região afrontam pressões inflacionárias significativas devido ao aumento nos preços das matérias-primas e também pressões substanciais das taxas de câmbio”, afirmou o presidente de Scotiabank e vice-presidente da junta direção do IIF, Rick Waugh, em comunicado. EFE
Fonte: Época Negócios
Marketing: O 1º hotel de 7 estrelas da Península Ibérica
Março 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Granada vai receber complexo de super-luxo no valor de 230 milhões de euros.
Vai ser construído em Espanha um hotel de sete estrelas. A dinamarquesa Bahía Fenícia pretende construí-lo em Granada, num investimento planeado de 230 milhões de euros, e diz que este é o primeiro projecto de sete estrelas da Europa.
As obras que deverão erigir o luxuoso complexo na costa de Almuñécar, arrancam no Outono de 2011.
Em declarações ao espanhol «Cinco Dias», o director da empresa dinamarquesa, Jesper Brinkmann, diz que o empreendimento vai criar 600 postos de trabalho.
A primeira fase da construção dura até 2013. No final, estará de pé o hotel com cerca de 180 quartos, incluindo suites e 50 apartamentos privados.
No final das fases seguintes, que se estenderão até 2014 e 2015, o complexo contará com um total de 200 apartamentos de luxo.
O hotel será gerido pela «Banyan Tree Holdings», já presente em Portugal, mas o país (aliás, a Europa) não conta com nenhum projecto deste nível.
«A empresa é famosa por oferecer aos seus clientes uma experiência única de cuidado físico e espiritual, oferecendo a hospitalidade típica asiática com serviços de relaxamento, bem-estar e rejuvenescimento para cada cliente», referiu o director.
Embora alguns hotéis sejam conhecidos como sendo de «sete estrelas», na verdade nenhum organismo reconhece esta classificação, já que, oficialmente, a mais elevada é a de cinco estrelas deluxe.
O Burj-al-Arab, no Dubai, foi o primeiro hotel do mundo a receber esta designação, na sequência de uma reportagem, em que foi assim chamado pelo jornalista. A gestão do hotel não desincentiva o uso da expressão, mas garante que não a utiliza nem sequer para efeitos publicitários ou promocionais. Desde então, várias outras unidades hoteleiras têm recebido a classificação, quer seja por parte do público, ou dos meios de comunicação social. A Agência Financeira mostra-lhe alguns desses hotéis.
Na cidade italiana de Milão, o Town House Galleria também se afirma de sete estrelas e tem sido assim considerado desde que abriu portas, em 2007. Mas o projecto de Granada é, pelo menos, o primeiro da Península Ibérica
Fonte: Agência Financeira



