Marketing: Portugal tem dos hotéis mais baratos do mundo
Março 24, 2011 by Inovação & Marketing
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Hotéis em Portugal eram no ano passado os sextos mais baratos da Europa e os 11º mais baratos do mundo.
Os hotéis em Portugal eram no ano passado os sextos mais baratos da Europa e os 11º mais baratos do mundo, segundo o estudo Hotel Price Índex, divulgado esta segunda-feira.
O estudo foi realizado pela Hotéis.com, um site internacional para reservas de hotéis, e analisa 110 mil estabelecimentos hoteleiros em todo o mundo, concluindo que a média de preço de alojamento em Portugal, que em 2010 foi de 87 euros, aumentou 2,35 por cento (ou dois euros) face a 2009.
A Hungria liderou o ranking dos mais baratos, com médias de preço de quartos 69 euros por noite, seguida pela Nova Zelândia (70 euros) e pela Polónia (74 euros).
À frente de Portugal surge a Espanha (84 euros), o quinto país mais barato da Europa e o 10º a nível mundial, segundo o estudo.
O Brasil, onde os custos de estadia dispararam em 2010 cerca de 17 por cento, aparece no ranking como o país mais caro do mundo no ano passado (145 euros por noite), seguido pela Suíça (140 euros) e Israel (138 euros).
Fonte: Agência Financeira
Inovação: Tecnologia portuguesa adotada em aeroportos
Março 24, 2011 by Inovação & Marketing
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O projeto português “Mala Segura”, um sistema “inteligente” de localização e monitorização de malas, pode vir a ser usado nos aeroportos de todo o mundo, caso seja aprovado pela Associação Mundial de Transporte Aéreo (IATA), que reúne sobre o tema na próxima terça e quarta-feira.
A tecnologia inovadora garante a monitorização, “em permanência e a nível global”, das bagagens graças à incorporação nas malas de dispositivos como o RFID (“radio frequency identificator”), WSN (“wireless sensor network”) e GPS/GSM (“global positioning system”).
A tecnologia permite também ao cidadão, através de uma simples aplicação no telemóvel, controlar onde andam as suas malas e se já entraram ou não no avião ou outro meio de transporte.
O projecto foi desenvolvido pelo Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) da Universidade do Minho, em Guimarães, com a parceria de quatro empresas e um centro de investigação.
A ANA-Aeroportos de Portugal, SETSA-Sociedade de Engenharia e Transformação, Critical Software, Tecmic-Tecnologias de Microeletrónica e INOV-Inesc Inovação são os parceiros desta iniciativa.
O director do projeto do PIEP, Bruno Pereira da Silva, explicou que “estas malas podem ser usadas no transporte aéreo, marítimo, ferroviário ou rodoviário, mas a gestão aeroportuária pode valer mais de 90 por cento do mercado”.
A solução desenvolvida respeita as especificações da IATA, que defende a introdução do RFID no rastreamento de bagagens a nível mundial.
Fonte: Jornal da Madeira
Marketing: A marca portuguesa mais valiosa é…
Março 23, 2011 by Inovação & Marketing
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…a eléctrica EDP liderada por António Mexia.
A EDP é a marca portuguesa mais valiosa com um valor estimado de 2,755 mil milhões de euros, seguindo-se a PT e o Pingo Doce, revela um estudo da «Brand Finance» divulgado esta terça-feira.
A EDP lidera o ranking global, apresentando um valor de marca de 2,755 mil milhões de euros e um rating de AA-, seguida da PT que apresenta um valor de marca de cerca de 1,101 mil milhões de euros e um rating de AA.
A terceira e a quarta posição são ocupadas pelo Pingo Doce e Modelo Continente, com um valor de marca de 1,050 mil milhões de euros e 877 mil milhões de euros, e um rating de AA e AA-, respectivamente, seguidas da Galp Energia que ocupa a quinta posição, com um valor de marca estimado em 799 milhões de euros e um rating AA-, escreve a Lusa.
O estudo dividiu-se em diversas áreas de intervenção, como o sector bancário, telecomunicações, media, distribuição e bebidas, entre outros.
O estudo «Marcas Portuguesas mais Valiosas», na sua segunda edição, foi realizado pela «Brand Finance», empresa especialista em estratégia de marcas e avaliação de activos intangíveis.
Fonte: Agência Financeira
Marketing: Google é a marca mais valiosa do mundo, aponta ranking da BrandFinance
Março 23, 2011 by Inovação & Marketing
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A gigante Google é a marca mais valiosa do mundo em 2011, ao atingir a marca de US$ 44,3 bilhões, seguida da Microsoft, avaliada em US$ 42,8 bilhões, conforme o ranking publicado nesta segunda-feira pela empresa de consultoria BrandFinance.
De acordo com a tabela elaborada pela consultoria que se dedica a assessorar empresas sobre como otimizar sua marca, a Coca-Cola deixa de estar entre os 10 primeiros postos pela primeira vez e se situa no 16º lugar, ao ser avaliada em US$ 25,8 bilhões.
Nove dos 10 primeiros postos são ocupados por companhias americanas, entre elas Wal-Mart, Bank of America e Apple, sendo a única empresa de outra nacionalidade a ficar entre o Top10 foi a britânica Vodafone, que ocupa o 5º lugar com uma valor estimado de US$ 30,6 bilhões.
No 15º lugar está o banco espanhol Santander, a cuja marca se atribui um valor de US$ 26,1 bilhões, seguido da Coca-Cola – que no ano passado estava em 3º lugar – pelo McDonalds.
A BrandFinance destaca que cinco das 10 marcas mais valorizadas estão relacionadas com a tecnologia, e assinala que a Google – que em 2010 ocupou o 2º lugar do ranking – atuou estrategicamente ao ter lançado iniciativas que, embora pareçam relativamente pouco comerciais, beneficiaram sua marca, como os serviços de apoio ao resgate após os terremotos do Japão e Nova Zelândia e o desenvolvimento de um ramo sem fins lucrativos.
A marca Nokia sofre a queda mais chamativa ao passar do posto 21º ao 94º, com uma avaliação estimada em US$ 9,9 bilhões, devido a sua dificuldade para se posicionar no mercado dos smartphones, embora sua recente associação com Microsoft pode ajudar-lhe a recuperar o terreno, assinala a empresa de consultoria.
Fonte: Terra
Marketing: A marca Benfica vale entre 250 e 300 milhões de euros
Março 23, 2011 by Inovação & Marketing
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“É o único clube que, em valor de marca, se intromete entre os grandes das cinco maiores ligas da Europa”, disse Domingos Soares Oliveira, em entrevista à Benfica TV, durante a qual revelou que “o endividamento do Benfica clube à Banca é, neste momento, de zero euros” e enfatizou “a solidez da SAD, uma fortaleza que é a âncora” do Benfica.
O dossiê sobre os direitos televisivos foi um dos temas abordados por Domingos Soares Oliveira, que admitiu renovar o contrato em vigor até 2013 com a Olivedesportos, desde que esta “reconheça o valor da marca Benfica”, apesar da investida de um novo grupo, do qual emergem os nomes de Rui Pedro Soares e Emídio Rangel, que pretende adquirir esses direitos.
O dirigente benfiquista disse estar reconhecido à Olivedesportos, por ter “dado a mão ao clube numa altura difícil”, em 2003, o que permitiu “resolver vários nós”, mas a renovação contratual terá de passar por um valor não inferior a 40 milhões de euros/ano.
“Hoje em dia a situação é muito vantajosa para a Olivedesportos e o que pedimos é o reconhecimento do nosso valor”, observou Domingos Soares Oliveira, conhecedor das receitas que a aquela empresa gera, tendo em conta que “tem 700 mil subscritores, pagando cada um deles vinte e tal euros por mês, o que dá uma ideia”.
Recorda que nos grandes clubes europeus os direitos televisivos ascendem a 40% das receitas globais, enquanto no Benfica não vai além dos 3%, o que considera “ridículo”, mas faz notar que cabe à Olivedesportos a prerrogativa de cobrir qualquer proposta decorrente de um direito de preferência.
A propósito da grandeza do Benfica, o administrador da SAD revela que o actual número de sócios do clube “é de 230 mil” e assume que o objectivo proposto pelo presidente Luís Filipe Vieira de atingir os 300 mil sócios “é exequível”.
Faz mesmo uma confidência a propósito desse objectivo: “Quando o presidente (Luís Filipe Vieira), na conferência de imprensa da apresentação do novo kit e cartão de sócios, em 2005, após a conquista do título, afirmou a meta dos 300 mil sócios, deitámos todos as mãos à cabeça”. Lembra que o Benfica tinha nessa altura “95 mil sócios e que a média entre 1990 e 2005 oscilava entre os 90 e os 100 mil sócios”.
Acerca do trabalho desenvolvido pelo sector da formação, Domingos Soares Oliveira fornece alguns dados para o atestar: “Temos 27 atletas que são internacionais, seis jogadores que assinaram recentemente contrato com o Benfica como profissionais e pretendemos ter, todos os anos, um ou dois jogadores provenientes da formação a entrar na equipa principal”.
O dirigente “encarnado” falou ainda dos frutos que esse trabalho pode dar em prol do futebol português: “Aqueles que não tiverem capacidade para jogar no Benfica, poderão fazê-lo noutras equipa da Liga principal e assim alimentar o futebol português”.
Fonte: Jornal de Negócios



