Marketing: Ferrari bate recorde de vendas na China

Janeiro 10, 2011 by  
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A Ferrari conseguiu vender cerca de 300 veículos em 2010, o melhor resultado da companhia italiana desde que começou a exportar para a China.

No site oficial da Ferrari pode ler-se num comunicado que este aumento “representa um reforço de uma tendência positiva do mercado nos últimos anos, e um aumento de quase 50% relativamente a 2009”.

“2010 é um ano histórico para a Ferrari na China, não somente graças a esta venda recorde, mas também porque o 999º cliente vai ser o centro das atenções de uma celebração especial em Xangai no dia 14 de Janeiro”. No comunicado reitera-se também que este número é particularmente auspicioso uma vez que na China o nove é considerado um número da sorte e representa a longevidade.

A Ferrari avança também que pretende abrir agora mais stands em várias cidades chinesas.

A ascensão económica do gigante asiático tem estado patente na invasão de produtos de luxo na China, beneficiando também o sector automóvel, que em 2009 superou os Estados Unidos no volume de vendas. O ano passado assistiu a um aumento de 28,8 por cento nas vendas no mercado chinês.

Fonte: Público

Marketing: Capas com Lady Gaga fizeram vendas de revistas disparar

Janeiro 10, 2011 by  
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Lady Gaga não foi só a artista que mais discos vendeu durante o ano passado. As capas em que surgiu exponenciaram as vendas das respectivas revistas.

Os números de publicações como a Cosmopolitan, a Rolling Stone e a Vanity Fair em que a artista surgiu em destaque atingiram alguns dos valores mais altos de 2010. De acordo com a revista feminina WWD, o número de Abril da Cosmopolitan vendeu 1 milhão e 700 mil exemplares, a edição de Julho da Rolling Stone vendeu 245 mil cópias e a Vanity Fair de Setembro foi comprada por 450 mil pessoas.

Por falar em artistas pop, a capa da GQ em que Rihanna é fotograda em topless deu à revista o segundo número mais vendido do ano.

Fonte: Disco Digital

Marketing: Carro mais barato do mundo não vende bem

Janeiro 10, 2011 by  
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O carro mais barato do mundo não é, ao contrário do que se poderia esperar, um sucesso de vendas. Surpreendido? Não esteja, porque há razões para este fenómeno, e muitas.

O Tata Nano, cujo preço ronda os 1.680 euros, foi lançado em 2009 e, na altura, foi considerado um ícone, um exemplo da inovação indiana no corte de custos. Tornou-se um culto, com a sua própria página no Facebook e t-shirts estampadas com o modelo.

Mas o entusiasmo durou pouco, de tal forma que hoje é raro ver um Nano nas ruas da Índia. O «The Washington Post» explica porquê, num artigo dedicado «aos enormes problemas deste minúsculo automóvel».

No topo da lista surgem as questões de segurança. Desde Abril de 2009, foram contabilizados meia dúzia de Nanos que irromperam em chamas. Os incêndios surgiram no sistema de ventilação e no sistema eléctrico.

Além disso, o Nano, que cedo recebeu o cognome de «carro do povo», foi ainda vítima daquilo que os críticos consideram ter sido uma fraca operação de marketing e teve de enfrentar a concorrência de uma vasta gama de carros pouco mais caros, fabricados por empresas como a General Motors Índia e a Maruti Suzuki, que lançaram campanhas agressivas direccionadas às jovens famílias indianas em crescimento e trabalhadores de call-centers, alegando que os seus carros eram melhor construídos e mais seguros.

O maior trunfo do Nano, que era o baixo preço, acabou por se virar também contra a Tata. Para as famílias da nova classe média da Índia, ter um carro é o maior sinal de estatuto e o Nano é sinónimo de barato, visto como o carro dos pobres.

Ashish Masih, editor assistente da versão Indiana da revista «What Car?» explica que «as pessoas não querem essa etiqueta colada a elas. Se eles inverterem essa ideia, as vendas podem melhorar».

Muitos dos carros que melhor vendem na Índia custam pouco menos de 5.350 euros. Com a multiplicação de novos subúrbios, novas auto-estradas e uma população jovem e trabalhadora, a Índia é o Mercado com o Segundo maior crescimento mundial na venda de carros, atrás apenas da China.

A ideia original do Nano era que iria colocar o sonho de ter um carro ao alcance da emergente classe média da India, que tem cerca de 300 milhões de pessoas. Mas a fábrica do Nano no estado indiano de Gujarat, estão estacionados cerca de 7 mil carros e apenas 509 se venderam para os stands em Novembro. A falta de interesse no Nano diverge da tendência do mercado automóvel global na Índia, onde as vendas têm atingido recordes. Entre Abril e Outubro, as vendas cresceram 33% face ao mesmo período de 2009.

A Tata está a tentar mudar a sina do Nano. Está a lançar uma forte campanha de marketing, oferecendo uma garantia de quatro anos, completamente grátis. Para resolver o problema dos incêndios, a marca está a pedir aos proprietários dos carros que os levem à sua fábrica, para corrigir eventuais problemas. Mas a Tata faz questão de dizer que não se trata de uma recolha, porque o problema não é generalizado. Está ainda a lançar uma rede de oficinas especializadas no modelo e uma campanha de televisão no meio rural. Existem actualmente cerca de 70 mil Nanos nas ruas da Índia.

Os inquéritos de satisfação feitos pela marca junto dos proprietários do Nano mostram que mais de 80% estão satisfeitos com o carro.

Fonte: Agência Financeira

Inovação: Empresa exibe game de iPad controlado pelo pensamento

Janeiro 10, 2011 by  
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Tela sensível ao toque? Isso era novidade há dois anos. Reconhecimento de gestos? Inovação em 2010. Mas todos sabem que o futuro está nas interfaces controlados apenas pela força do pensamento.

Pelo menos é isso o que afirma a empresa canadense InteraXon, que vai exibir durante a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, novas aplicações de sua tecnologia de interação controlada pela mente. Em 2010, durante as Olimpíadas de Inverno de Vancouver, no Canadá a empresa já havia demonstrado um sistema que permitia que as pessoas usassem o pensamento para controlar a iluminação de atrações turísticas da cidade.

Um dos protótipos da InteraXon exibidos durante a CES 2011 é uma versão modificada do Zenbound, um jogo de iPad em que os jogadores enrolam uma corda ao redor de bonecos de madeira inclinando e movendo o gadget. No protótipo da InteraXon, no entanto, os usuários colocam um fone de ouvido equipado com sensores nas orelhas formando um circuito que captura sinais elétricos que ocorrem no cérebro. Os sinais são transmitidos para o iPad por meio de um dispositivo Bluetooth.

Para controlar a velocidade que a corda gira, os sensores capturam as ondas cerebrais Alpha, que aumentam conforme o jogador relaxa, e as ondas cerebrais Beta, que crescem quando o jogador está concentrado e focado em alguma coisa específica. Se o jogador não estiver concentrado ou relaxado, o game não funciona.

A outra demonstração que a empresa fará na CES consiste em um laptop com tela 3D que exibe uma cena de uma aldeia em uma montanha nevada. Com o uso de óculos 3D e o fone de ouvido equipado com sensores, o usuário pode controlar a fumaça que sai das chaminés, os pássaros voando no céu ou a neve caindo.

As duas aplicações da InteraXon são relativamente simples, mas a diretora da empresa, Ariel Garten, afirma que grandes avanços no futuro poderão ser vistos. “Muitas vezes me perguntam se estamos criando essa tecnologia para as pessoas que são deficientes e a resposta é não, nós estamos criando para todos”, diz ela.

Fonte: Revista Galileu

Marketing: Portugueses gastaram 643 milhões no arranque dos saldos

Janeiro 7, 2011 by  
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O valor é superior em 14%, ou 82 milhões de euros, ao registado em igual período do ano passado, informou hoje a SIBS.

Os portugueses efectuaram sete milhões de levantamentos no valor de 519 milhões de euros nas caixas automáticas da rede Multibanco, entre os dias 27 de Dezembro e 2 de Janeiro, informou hoje a SIBS. Trata-se do período em que arrancaram as tradicionais promoções que se seguem ao Natal.

Segundo a SIBS foram efectuados, nos terminais de pagamento automático, 14,3 milhões de compras no valor de 643 milhões de euros.

A sociedade gere a rede Multibanco adianta ainda que o valor médio levantado por dia foi de 73 euros. Já o valor médio de pagamentos em lojas foi de 45 euros.

No período homólogo de 2009, segundo a SIBS, os portugueses realizaram 6,9 milhões de levantamentos no valor de 498 milhões de euros. O valor médio levantado por dia foi de 72 euros.

Nesse período do ano passado, o número de compras efectuadas nas redes Multibanco situou-se nos 13 milhões, equivalente a 561 milhões de euros.

Fonte: Económico

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