Marketing: Vento produz mais energia que o carvão pela primeira vez em Portugal

Janeiro 7, 2011 by  
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A chuva de 2010 pôs as barragens a gerar mais electricidade, levando a uma queda de 45% na produção a carvão, que foi ultrapassada pela eólica.

Pela primeira vez desde sempre, Portugal teve, em 2010, mais electricidade proveniente de parques eólicos do que de centrais a carvão. Beneficiando de um ano atípico para a produção térmica baseada no carvão, as eólicas, com um crescimento de 20%, tornaram-se a terceira principal fonte de abastecimento eléctrico de Portugal, apenas atrás da hídrica e das centrais de ciclo combinado a gás natural.

Em 2010, segundo dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, os parques eólicos injectaram no sistema eléctrico português 9,03 terawatt hora (TWh), um volume de produção suficiente para abastecer três milhões de consumidores na baixa tensão normal (quase dois terços das famílias portuguesas que este ano pagarão mais 3,8% pela electricidade).

Fonte: Jornal de Negócios

Marketing: Internet e Cabo salvam investimento publicitário em 2011

Janeiro 7, 2011 by  
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Iniciative prevê uma quebra na televisão, rádio, cinema, ‘outdoor’ e imprensa. ‘Web’ e Cabo salvam anunciantes.

Depois de registar em 2009 uma queda abrupta de quase 15%, o mercado publicitário nacional não vai ter, em 2011, a sua desejada recuperação.

Segundo as previsões da agência de Meios Iniciative, líder do mercado segundo dados da Marktest referentes a 2010, o mercado de investimento publicitário continuará no negativo, com a televisão por subscrição e a Internet em contra-ciclo com os restantes meios.

Para a agência liderada por Alberto Rui, depois de ter crescido 24% em 2010, a Internet vai continuar a cativar os anunciantes e mantém a sua tendência de crescimento, a rondar os 25%. A TV por subscrição – ou Cabo, como é conhecida – garante o seu lugar no positivo ao subir 15% apesar da perda de 5% face ao crescimento do ano anterior.

Fonte: Económico

Marketing: Continente lidera recordação publicitária

Janeiro 6, 2011 by  
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Os dados de Novembro do estudo Publivaga da Marktest mostram um novo protagonista na recordação genérica de publicidade, com a marca Continente a liderar pela primeira vez.

Em Novembro, a marca Continente foi a que mais lisboetas e portuenses recordaram ter visto publicitada, segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest.

À pergunta “Que anúncios recorda ter visto publicitados, recentemente?”, base para a criação do indicador “recordação de publicidade genérica” do estudo Publivaga da Marktest, as maiores referências entre os residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos foram, em Outubro, para a Continente, o que acontece pela primeira vez este ano. Em 2009, a marca conseguiu esta mesma posição apenas no mês de Fevereiro.

A marca Meo baixou para a segunda posição das mais referidas por estes indivíduos, enquanto a marca Pingo Doce manteve a terceira posição.

A marca Optimus/Telemóveis Optimus, ausente do top 15 em Outubro, regressou este mês na quarta posição, enquanto a Vodafone/Telemóveis Vodafone se manteve em quinto, fechando a lista das cinco marcas mais recordadas pelos residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto.

Fonte: Marktest

Marketing: Facebook, 42 mil em protesto contra preços dos combustíveis

Janeiro 6, 2011 by  
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Grupo foi criado no dia 1 de Janeiro. Subscritores prometem deixar de abastecer nas grandes gasolineiras.

Inconformados com a subida imparável dos preços dos combustíveis, são milhares os consumidores portugueses que já aderiram, no Facebook, a uma acção de protesto contra as grandes gasolineiras.

Ao grupo «Não abastecer na Galp/BP entre os meses de Janeiro e Abril» já se juntaram mais de 42 mil pessoas, só desde 1 de Janeiro, dia em que foi criado. Contas feitas, todos os dias há mais de 10 mil consumidores a juntar-se a esta causa que tem também como alvos a Repsol, a Cepsa e a Total, «no caso de haver outras opções».

«Vamos fazer com que o mercado funcione, e vamos mostrar que queremos ir pelo mais barato, e não continuar a alimentar quem nos vende o produto mais caro… Mostremos o impacto que as redes sociais têm nos dias de hoje, com uma mobilização de todos em prol dos preços mais baixos. Pelo caminho que isto leva, e um pequeno passo para que a gasolina fique a 2 euros o litro. Exagero? É tudo uma questão de tempo…», lê-se no grupo criado pelo internauta João Barros.

Para se ter uma ideia, no ano passado abastecer o carro com 50 litros de gasóleo ficou 7 euros mais caro e com gasolina quase 6 euros. A derradeira semana de 2010 ficou marcada por mais aumentos. Agora, o litro de gasolina já custa mais de 1,5 euros e o de gasóleo ronda os 1,32 euros.

Como explicar a subida?

Se as cotações do petróleo constituem uma importante fatia para o preço dos combustíveis, não chegam, por si só, para determinar a sua evolução. Os impostos, que também aumentaram, explicam parte da subida.

Só que, mesmo assim, fica por saber porque é que os preços estão hoje ao mesmo nível a que estavam quando o barril de crude custava quase 150 dólares. Isso foi em Julho de 2008, altura em que o litro de gasolina rondava os 1,50 euros.

Agora que o barril está abaixo dos 100 dólares, o preço da gasolina está praticamente na mesma. Nem o câmbio euro/dólar consegue estar na base do aumento dos preços porque, se fizermos as contas e convertermos o preço do petróleo de dólares para euros, um barril custava 93 euros no Verão de 2008. Actualmente, custa 72.

Certo é que Portugal tem dos combustíveis mais caros da Europa. O último relatório conhecido diz que a gasolina sem chumbo 95 é a nona mais cara da União Europeia – só em comparação com Espanha é 20 cêntimos mais cara – e o gasóleo está em 13º lugar no conjunto dos 27 países. Há já muitos portugueses que estão a preferir ir a Espanha atestar os seus veículos com combustível.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Encomendas à indústria nos EUA recuperam e surpreendem analistas

Janeiro 6, 2011 by  
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As novas encomendas à indústria aumentaram em Novembro nos EUA, ao contrário das expectativas dos analistas, segundo demonstram hoje dados oficiais que dão conta de sinais de recuperação num dos mais importantes sectores da economia norte-americana.

As novas encomendas à indústria aumentaram 0,7%, avançam o Departamento de Comércio dos EUA, após uma descida em Outubro, quando a maioria dos analistas esperavam uma quebra de 0,3%.

As encomendas de bens duradouros – que incluem grandes artigos como frigoríficos, carros e computadores – caíram 0,3% em Novembro, mas sobretudo devido a uma redução de 50% nas encomendas de novos aviões.

Nos primeiros 11 meses de 2010, as encomendas à indústria aumentaram 12,3%, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O sector industrial tem sido uma das principais causas de crescimento dos EUA, a maior economia mundial, depois da pior recessão em décadas ter terminado em Junho de 2009.

Fonte: Oje – o Jornal Económico

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