Marketing: Empresas externas na Irlanda duplicam número de empregos em 2010

Janeiro 6, 2011 by  
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As empresas externas na Irlanda criaram 11 mil empregos só em 2010, o dobro do número de 2009, apesar da crise financeira que abalou o país no ano passado, mostram hoje dados oficiais.

O número de novas empresas estrangeiras que estabeleceram indústrias na Irlanda cresceu também mais um quinto, para 47, segundo um relatório de final de ano da Autoridade de Desenvolvimento Industrial (ADI), a agência governamental irlandesa para o sector.

Barry O’Leary, presidente executivo da ADI, disse que a economia irlandesa conseguiu continuar a atrair investimento directo estrangeiro em 2010, apesar da crise.

“O mais encorajador é o aumento substancial na escala destes investimentos por parte de muitas das maiores empresas mundiais,” acrescentou, citado pela agência de notícias France Press.

“O crescimento baseado nas exportações está a alimentar a carteira dos clientes da ADI, que criaram quase 11 mil novos empregos em 2010, significativamente mais em comparação com o total de 4.615, no ano passado,” disse ainda Barry O’Leary.

Entre as empresas a investir na Irlanda pela primeira vez, em 2010, estiveram a Telefónica, a Warner Chilcott, LinkedIn, Riot Games, Webroot, FC Stone, Spencer Stuart, Fi-Tek, Genband, Synchronoss, Aspect and Streamserve.

A ADI disse ainda que as empresas estrangeiras já na Irlanda continuam também a recrutar, incluindo as tecnológicas HP, Google e Facebook, a consultora Accenture, o banco Citi e as farmacêuticas Eli Lilly e MSD.

Mais de 60% dos impostos sobre o rendimento das empresas e outras pessoas colectivas (IRC) na Irlanda é pago pelas empresas que utilizam os serviços da ADI, disse ainda a agência estatal, acrescentando que estas companhias representam ainda mais de 75% do total de exportações do país.

Apesar de ter beneficiado de um programa de resgate de 85 mil milhões de euros, financiados pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional, o governo de Dublin recusou desde o início incluir o baixo valor de IRC irlandês na lista de negociações para o mecanismo de auxílio.

As empresas estrangeiras, segundo os cálculos da ADI, asseguram na Irlanda cerca de 139 mil empregos directos e 240 mil indirectos.

Fonte: Oje – o Jornal Económico

Marketing: Vendas a retalho nos EUA crescem 3,6% após o Natal

Janeiro 6, 2011 by  
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As vendas a retalho nos EUA aumentaram na semana passada, com os consumidores a aproveitarem as promoções após o Natal.

As vendas das retalhistas norte-americanas registaram uma subida homóloga de 3,6% na semana que terminou a 1 de Janeiro e avançaram 0,4% quando comparado com a semana anterior, segundo o índice compilado pelo International Council of Shopping Centers (ICSC) de Nova Iorque e a Goldman Sachs. Este aumento foi superior à progressão de 1% verificada na semana anterior, refere o mesmo relatório.

As vendas da época de Natal poderão gerar ganhos de 40% nas receitas anuais de algumas retalhistas nos Estados Unidos, segundo avançou a mesma fonte.

“As lojas que tiveram um bom desempenho nesta época foram as que conseguiram convencer o consumidor a comprar algo de que não precisa”, explicou Richard Jaffe, analista da Stifel Nicolaus & Co., em Nova Iorque, à Bloomberg.

No total de Dezembro, as vendas terão aumentado mais de 3,5%, ainda segundo os mesmos dados hoje divulgados pela ICSC. Este grupo planeia apresentar os números das vendas do sector de Novembro e Dezembro no próximo dia 6 de Janeiro.

Na semana passada, a ICSC antecipava um aumento de pelo menos 4% nas vendas da época natalícia, o que, a confirmar-se, será o melhor desempenho em quatro anos.

Apesar dos dados económicos positivos hoje divulgados no país, os mercados norte-americanos seguiam em queda. O índice industrial Dow Jones deslizava 0,03%, enquanto o S&P recuava 0,36% e o índice tecnológico Nasdaq perdia 0,5%.

Fonte: Económico

Marketing: Maioria dos espanhóis acredita que desemprego e pensões vão piorar em 2011

Janeiro 6, 2011 by  
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A maioria dos espanhóis acredita que o sistema de pensões público vai piorar este ano e uma fatia significativa receia que o problema do desemprego se agrave.

As conclusões surgem num inquérito realizado pelo Centro de Investigações Sociológicas (CIS), citado pela imprensa espanhola.

O estudo, que foi realizado entre os dias 1 e 13 de Dezembro, revela que o desemprego é o principal problema de Espanha. Ainda assim 40,5% dos inquiridos pensa que a situação vai melhorar, contra 16% que acredita que vai piorar e 33,8% que considera que as coisas se vão manter tal e qual como estão.

Uma fatia significativa (44,2%) acredita que este ano será “cheio de incertezas”, enquanto 12,8% confia que será “cheio de oportunidades”. Os restantes 39% acreditam que 2011 será muito parecido com 2010.

Quanto ao sistema de pensões público, 62,3% dos inquiridos considera que vai piorar este ano.

E 49,8% das pessoas receia que o problema do desemprego se agrave.

Fonte: Jornal de Negócios

Marketing: Portugueses no Facebook não dão importância à privacidade, diz estudo

Janeiro 6, 2011 by  
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Os utilizadores portugueses da rede social Facebook divulgam muita informação pessoal e profissional, não se mostram preocupados com a sua privacidade e desconhecem os riscos a que estão expostos, revela um estudo da Universidade de Coimbra.

“A preocupação das pessoas sobre a privacidade na Internet é praticamente nenhuma. Analisámos mais de 78 mil perfis do Facebook e todos têm acesso completamente público”, diz à agência Lusa Francisco Rente, do Centro de Investigação em Sistemas (CISUC) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC).

O estudo, elaborado no âmbito do projecto Vigilis, que avalia o índice de segurança da Internet em Portugal, analisou 47 características presentes em 78.320 perfis e concluiu pela “total ausência de protecção” de dados pessoais disponibilizados pelos utilizadores.

“As fotografias são públicas, qualquer um as pode ver. A maioria revela pormenores de relações e um quarto das pessoas a sua entidade patronal”, exemplifica. Segundo o coordenador do projecto Vigilis, ao disponibilizar informação “aparentemente básica”, como a morada ou a empresa onde trabalha, um utilizador das redes sociais “torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas”. Francisco Rente lembra o exemplo, recente, de uma empresa de telecomunicações sujeita a centenas de comentários negativos no Facebook, depois de um problema com um cliente. “O que aconteceu pode acontecer em sentido oposto, pode acontecer a uma pessoa só ou entre utilizadores. A informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não”, alerta.

Fonte: Oje – o Jornal Económico

Marketing: Imobiliário, investidores estrangeiros fogem de Portugal

Janeiro 6, 2011 by  
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Volume de investimento em 2010 atingiu, no entanto, valores semelhantes ao ano anterior devido ao bom desempenho dos primeiros seis meses do ano.

O volume de investimento imobiliário em Portugal atingiu cerca de 600 milhões de euros em 2010, semelhante aos anos anteriores, apesar da fuga dos investidores estrangeiros preocupados com a credibilidade do país, indica um relatório da Cushman & Wakefield.

«O balanço é moderadamente positivo porque na primeira metade do ano se fizeram bastantes operações», assinalou o director-geral da consultora, Eric van Leuven, sublinhando que se atingiu no final do ano passado, um valor semelhante a 2008 e 2009 (mas metade de 2007).

No entanto, a quebra no volume de investimento por parte dos fundos estrangeiros foi significativa: baixou dos habituais 50% do total para apenas 30%, destaca o estudo da Cushman & Wakefiel, citado pela Lusa.

Eric van Leuven explicou que os investidores estrangeiros retiraram Portugal da sua lista de países-alvo devido à «falta de credibilidade», situação que se manterá «enquanto houver incertezas sobre a consolidação das finanças públicas, a entrada ou não do FMI e mais medidas de austeridade».

A actividade foi, por isso, muito impulsionada pelos fundos nacionais que foram responsáveis por 60% do capital investido, refere o relatório da consultora imobiliária.

A transacção média, em 2010, foi de 11 milhões de euros, abaixo dos 18 milhões que correspondem à média da última década.

O sector do retalho foi o mais procurado, absorvendo 60 por cento do volume de investimento, seguindo-se a indústria.

2010: ano de crise nos centros comerciais

A crise chegou aos centros comerciais em 2010, com apenas duas novas inaugurações, o valor mais baixo de sempre, mas trouxe também oportunidades para o comércio tradicional, com os lojistas a expandirem-se para a rua.

«Foi o primeiro ano em que se notou isso», disse Eric van Leuven, adiantando: «Já estamos muito bem servidos de centros comerciais».

Procura de escritórios em mínimos históricos

Já a procura de escritórios em Portugal registou, em 2010, o valor mais baixo de sempre com o mercado a absorver menos de 100 mil metros quadrados dos espaços disponíveis, segundo um estudo da consultora Cushman & Wakefield.

O balanço relativo ao mercado imobiliário no ano passado indica que este segmento teve uma quebra de 11,5% face a 2009, e de 60% face a 2008, situação que se deve manter este ano.

Fonte: Agência Financeira

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