Inovação: Steve Jobs: “Meu trabalho é inspirar pessoas”

Outubro 21, 2010 by  
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A figura-símbolo do inovador de nossos tempos, revelou seus métodos e paixões em depoimentos e entrevistas. A seguir, algumas de suas frases marcantes:

Nidin Sanches

O INOVADOR
Steven Paul Jobs, 55 anos, eleito CEO da década pela revista Fortune em 2009. Visionário, genial, arrogante e polêmico, é a personificação da inovação bem-sucedida no último decênio. Budista, vegetariano, fã de Bob Dylan, fundou a Apple Computer Inc. em 1976

>>> “Não tenho planos de me aposentar. Eu não vejo a minha trajetória como uma ‘carreira’. Eu faço coisas. Eu respondo a coisas. Isso não é uma carreira – é uma vida.”
>>> Time, abril de 2010

>>> “Meu trabalho é inspirar pessoas. É criar espaço para elas, abrir clareiras criativas no meio da burocracia corporativa.”
>>> Macworld, fevereiro de 1984

>>> “Os processos tornam a empresa mais eficiente. Já a inovação nasce das pessoas no corredor, ou umas ligando para as outras às 10h30 da noite quando tiveram uma grande ideia, ou se deram conta de furos no modo como estávamos pensando. A inovação nasce de reuniões de meia dúzia de pessoas, feitas no calor da hora, quando alguém descobriu o jeito mais insanamente genial de fazer algo.” >>> Business Week, outubro de 2004

>>> “Quando um carpinteiro constrói um belo armário, ele não usa madeira ordinária no forro. Para dormir tranquilo, usa madeira boa. Isso o deixa feliz. É a estética e a qualidade que o movem. Eu sou acima de tudo um artesão.” >>> Playboy, fevereiro de 1985

>>> “Quando você examina um problema e acha que ele é simples, você não se deu conta de quão complexo ele é. Depois que você mergulha no problema… percebe que ele é complicado e começa a encontrar muitas soluções rebuscadas. É aí que a maior parte das pessoas para. Mas alguém realmente bom vai continuar, vai descobrir o problema que está por trás de tudo e encontrar uma solução elegante que funcione em todos os níveis.” >>> Billboard, janeiro de 2004

>>> “Os grandes artistas, em algum ponto da carreira, tiveram a opção de repetir uma fórmula de sucesso, e continuar sendo amados pelo público. Mas fazendo isso eles se odiariam, e preferiram correr o risco do fracasso. Bob Dylan e Picasso sempre correram esse risco.” >>> Rolling Stone, dezembro de 2003

>>> “Eu sou um sortudo. Meu pai, Paul, era um sujeito extraordinário. Ele nunca terminou o colegial. Quando eu tinha uns 6 anos, me deu uma caixa de ferramentas, e passávamos horas na garagem, ele me mostrando como construir coisas, desmontar coisas e recolocá-las no lugar.” >>> Entrevista ao Instituto Smithsoniano, abril de 1995

>>> “Não é uma questão de influência pop, ou de convencer o público a usar algo de que não precisa. O que nós fazemos é descobrir produtos que estaríamos loucos para usar. Eu acho que somos muito bons nessa disciplina.” >>> Fortune, março de 2008

>>> “Sempre me senti mais atraído pelas mudanças revolucionárias. Eu não sei por quê. Talvez por serem mais difíceis. São muito mais estressantes emocionalmente. E sempre há aquele período em que todos em volta dizem que você quebrou a cara.” >>> Rolling Stone, junho de 1994

>>> “Eu não faço pesquisa de mercado. A gente investe bastante estudando nossa base instalada de usuários. Também prestamos atenção às tendências da indústria. Mas, no fim, é muito difícil criar algo com base em grupos de foco. Na maioria das vezes, as pessoas não sabiam que desejavam uma novidade até você mostrá-la para elas.” >>> Business Week, maio de 1998

>>> “Para criar um design realmente bom, você tem de compreender a coisa. Tem de internalizar a essência dela. É preciso um envolvimento apaixonado para compreender a coisa em sua totalidade, mastigá-la completamente e não apenas engoli-la rápido. A maior parte das pessoas não se permite tempo suficiente para fazer isto.” >>> Wired, fevereiro de 1996

>>> “Todo mundo em Hollywood diz que a chave das boas animações é história, história, história. Mas na hora H, quando o enredo não funciona, eles não param a produção, e gastam um pouco mais de dinheiro para consertar a história. Isso também acontece na indústria do software. Todos dizem que o usuário é o mais importante, mas ninguém age de acordo com essa crença.” >>> Fortune International, fevereiro de 2005

>>> “A verdadeira questão, na hora de contratar alguém, é: essa pessoa aqui na minha frente vai se apaixonar pela Apple? Porque, caso se apaixone, tudo fica fácil. Recrutamento é como achar uma agulha no palheiro. Eu participei da contratação de mais de 5 mil pessoas na vida. E levo isso muito a sério. Não dá para ter certeza em uma hora de entrevista, então, no fim, o que decide é o instinto.” >>> Fortune, março de 2008

>>> “Meu médico me aconselhou a ir para casa e pôr mi¬nhas coisas em ordem, que é o código dos médicos quando querem dizer ‘prepare-se para morrer’. Significa ‘tente dizer a seus filhos, em poucos meses, tudo que você teria a dizer nos próximos dez anos’. Significa fazer as suas despedidas.” >>> Na Universidade de Stanford, sobre a descoberta, em 2004, de um tumor maligno no pâncreas

>>> “Ser demitido* foi a melhor coisa que me aconteceu. O peso do sucesso foi tirado dos meus ombros, e substituído pela leveza de ser, de novo, um iniciante, sem muitas certezas a respeito de nada. Foi duro, como um soco no estômago, porém me libertou. Entrei no período mais criativo da minha vida”. >>> Na Universidade de Stanford, em junho de 2005. *Em 1985, Jobs foi forçado a se exonerar da Apple pelo conselho da empresa que fundou.

Fonte: Época Negócios

Marketing: Só 30% dos alunos portugueses conclui o 12º ano

Outubro 20, 2010 by  
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Apenas 30% dos alunos portugueses concluem os 12 anos de escolaridade, segundo dados revelados hoje por Joaquim Azevedo, professor da Universidade Católica e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Citando dados do mais recente relatório do CNE, que será divulgado na quinta-feira, o investigador adiantou que a cada 109 mil alunos que entram no primeiro ano de escolaridade em Portugal só 32 mil chegam ao 12.º ano.

Numa intervenção na conferência “A Escola de Hoje”, em Lisboa, o presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP) defendeu a real autonomia das escolas como o caminho para melhorar o ensino em Portugal e evitar o abandono escolar precoce.

O professor e investigador lembrou que a autonomia das escolas já foi “decretada” em Portugal quatro vezes, em 1989, 1992, 1998 e 2002 e que, apesar disso, “tem sido difícil construir um ambiente de autonomia e de liberdade”.

Contestando a “infindável produção legislativa” na área da educação, o responsável da Universidade Católica propôs a suspensão de toda a legislação durante cinco anos, ficando as escolas obrigadas apenas a ter planos anuais de melhoria gradual.

“Cada escola estabeleceria planos anuais próprios, assentes em diagnósticos locais, identificando pequenos passos a melhorar que seriam contratualizados com o Ministério da Educação”, especificou o também conselheiro do CNE.

Joaquim Azevedo propôs ainda “que se desfaça toda a máquina da educação actualmente existente”, criando agências de apoio às escolas.

Estas agências teriam como missão apoiar as escolas nas suas dificuldades concretas e garantir a igualdade de oportunidades.

A par destas agências, a Inspecção-geral da Educação deveria ter uma acção mais ampla, verificando os progressos obtidos pelas escolas.

Para o especialista em ciências da educação e antigo secretário de Estado da Educação de Cavaco Silva, “as escolas têm sido infantilmente tratadas pela administração central”, que mostra não confiar nos estabelecimentos de ensino.

“A liberdade tem de conduzir à autonomia real de cada escola e à livre escolha por parte de cada família”, defendeu Joaquim Azevedo, contestando também a confusão que se tem feito em relação ao papel da escola na sociedade.

Aliás, o professor e investigador considera que um dos problemas da educação em Portugal é um problema político e de confusão entre os vários atores sociais, transformando os vários problemas sociais em problemas escolares.

“A escola não é o substituto da família. O lugar dos pais em termos educativos é em casa, não na escola. E as escolas não existem para fazer educação sexual ou rodoviária. A escola pública está a ser acantonada na escola da ocupação social dos meninos e a escola privada é a escola da educação e da aprendizagem”, criticou.

Fonte: Económico

Marketing: Candidatos do Mundo

Outubro 20, 2010 by  
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A crescente internacionalização das PME portuguesas, nomeadamente no sector da construção e da indústria, tem obrigado ao recrutamento de profissionais aptos a colocar em prática planos estratégicos de exportação.

A internacionalização é, antes de mais, uma estratégia de crescimento que deve ser perseguida por todas as empresas em condições de o fazer e o conjunto empresarial português, constituído essencialmente por PME, tem assumido intenções de crescer além-fronteiras.

Apesar de o mercado angolano ser o mais comum para o fazerem, tem–se assistido igualmente à planificação estratégica de entrada em nichos de mercados árabes e asiáticos. Contudo, a presença, mesmo constante, em feiras temáticas no estrangeiro não é suficiente.

Naturalmente, será um passo importante a dar, mas é igualmente necessário efectuar um rigoroso estudo e análise do mercado da região, fomentar e sustentar a prospecção de clientes, criando parcerias locais, sendo que o passo seguinte será a procura por candidatos aptos a concretizar este plano de expansão.

Tendo tido a oportunidade de identificar profissionais com experiência de desenvolvimento de negócio em mercados do leste europeu, asiáticos, árabes e africanos, verifico que estes são candidatos com uma vasta rede de contactos que se revelam valiosos, permitindo a penetração e consequente desenvolvimento de mercado.

Qual o perfil destes profissionais?

De uma forma geral, estamos perante candidatos com elevada maturidade profissional e, obviamente, experiência comprovada no desenvolvimento de negócios ao nível da prospecção e gestão de clientes em mercados externos. A posse de carteira de contactos no estrangeiro ao nível das redes de distribuição, de revenda, de prescrição e de construção, torna-se de imediato a mais-valia no recrutamento destes profissionais.
Efectivamente, em qualquer região, a existência de um parceiro local fará a diferença entre o sucesso e o insucesso da incursão nesse país.

Existem, naturalmente, pressupostos cruciais, como a disponibilidade para viajar com muita frequência e a fluência em mais do que uma língua, assim como a capacidade de se adaptarem a diferentes realidades culturais, sabendo negociar com base nesses mesmos valores sociais.

O facto de se estar afastado da empresa em Portugal implicará o desenvolvimento de um trabalho que envolve disciplina e rigor num contexto de auto-gestão e autonomia no contacto comercial. Quer isto indicar que profissionais com estas características assumem um elevado nível de importância dentro das organizações, estando directamente associados ao sucesso ou insucesso internacional da empresa.

Representando um forte investimento por parte das empresas, a internacionalização dos seus produtos tem tido retorno significativo sempre que há uma abordagem sistemática ao mercado externo. Facto apenas possível com a aposta em “profissionais comerciais internacionais”, que representam a projecção da marca no mercado estrangeiro.

Fonte: Oje – O Jornal Económico

Inovação: Internet, Portugal preparado para as “aplicações do futuro”

Outubro 20, 2010 by  
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Portugal está no grupo dos 14 países cuja rede de Internet está preparada para receber “aplicações do futuro”, como televisão de alta definição ou serviços de comunicações em vídeo de alta qualidade.

A conclusão é do estudo anual da Said Business School, da Universidade britânica de Oxford, e da Universidade espanhola de Oviedo, em parceria com a empresa Cisco, que analisou a situação em 239 cidades de 72 países.

As chamadas “aplicações do futuro” deverão generalizar-se nos próximos anos e a rede de banda larga  portuguesa está preparada para as receber, juntamente com a da Coreia do Sul, Japão, Letónia, Suécia, Bulgária, Finlândia, Roménia, Lituânia, Holanda, Hong Kong, Alemanha, Dinamarca e Islândia.

A lista dos países com maior penetração de banda larga é liderada pela Coreia do Sul. Portugal aparece no 22º lugar, logo atrás da Espanha.

O estudo confirma a ideia da existência de uma associação entre o número de lares com Internet de banda larga e inovação económica e competitividade.

A qualidade da ligação em banda larga registou melhorias na ordem dos 50% nos últimos três anos, a nível mundial, e 49% dos lares nos países analisados tem acesso à Internet de alta velocidade, um aumento de 9% em relação a 2008.

Fonte: Rádio Renascença

Marketing: Estudo – Sigo no Facebook, logo recomendo

Outubro 19, 2010 by  
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Mais de 90% dos seguidores de marcas no Facebook acabam por se tornar embaixadores activos das mesmas. A conclusão é do estudo Facebook and Brands, realizado pela DDB em seis países (Estados Unidos, Reino Unido, Itália, França, Austrália e Chile) e agora divulgado pela Adweek. O estudo considera que quem segue marcas no Facebook pode ser entendido como um embaixador da marca já que 49% dos inquiridos terão garantido que sem dúvida recomendariam aos seus amigos as marcas que seguem na rede social, enquanto outros 43% admitem também que provavelmente o fariam, resultando em 92% de entrevistados predispostos a recomendar as marcas de que são seguidores no Facebook. O mesmo estudo revela ainda que, depois de seguirem uma marca na rede social durante alguma tempo e depois de já terem experimentado um produto da mesma, os consumidores têm tendência para aumentar o consumo dos produtos comercializados por essa marca.

Entra as marcas preferidas, as referências variavam de país para país, mas de um modo geral as marcas mais apontadas foram a Nike, a Coca-Cola, Adidas, Nutella e Sony. Quanto ao “isco” que leva os utilizadores à página de uma marca no Facebook, a publicidade surge na frente (75%), seguida dos convites de amigos (59%) e das pesquisas na internet (49%). Segundo o estudo, entre aqueles que seguem marcas no Facebook, a média é de nove marcas, sendo que dessas, tomam a dianteira nas preferências o sector de meios e entretenimento (55%), as causas sociais (51%) e a moda e os artigos de luxo (49%).

Fonte: Meios & Publicidade

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