define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true); Notícias : Inovação & Marketing

Economia: AEP, AIP e CIP anunciam fusão das associações

Junho 21, 2010 by  
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Os patrões vão finalmente juntar-se. A AEP, AIP e CIP vão fazer uma fusão institucional das três organizações.

A Associação Empresarial de Portugal (AEP), a Associação Industrial Portuguesa (AIP) e a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) vão fundir-se.

As três associações patronais convocaram para esta segunda-feira uma conferência de imprensa conjunta “para o anúncio formal da fusão da componente institucional das três organizações e outras informações relativas à subsequente reorganização do movimento associativo empresarial português”.

Na conferência de imprensa vão estar presentes os presidentes da AEP, AIP e CIP, José António de Barros (na foto), Rocha de Matos e António Saraiva, respectivamente, bem como o presidente da Comissão Instaladora da Nova Confederação Patronal, João Gomes Esteves.

Fonte: Económico

Marketing: Publicidade usa trabalhadores das empresas como protagonistas

Junho 21, 2010 by  
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O objectivo é motivar os colaboradores e mostrar uma comunicação mais transparente.

As campanhas publicitárias com pessoas reais – sejam desconhecidos seleccionados em ‘castings’ (que muitas vezes decorrem ‘online’) ou colaboradores das próprias empresas – têm-se multiplicado nos últimos tempos.

Exemplo desta aposta é a campanha que está agora nas ruas da Vitaminwater, que arrancou com os colaboradores como protagonistas e vai ter, numa segunda fase, pessoas reais; dos anónimos que aparecem em “Queres jogar com o Ronaldo?”, do BES ou daqueles que vão aparecer na campanha do próximo Outono/Inverno da Benetton; ou dos colaboradores do Santander Totta e dos CTT que dão a cara nas campanhas das suas respectivas marcas.

Fonte: Económico

Inovação: REN e EDP lançam infra-estruturas para energia das ondas

Junho 21, 2010 by  
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A REN – Redes Energéticas Nacionais e a EDP Distribuição preparam-se para investir pelo menos sete milhões de euros na infra-estrutura de base para a zona-piloto onde serão testadas várias tecnologias de energia das ondas. O Governo aprovou ontem em Conselho de Ministros a minuta do contrato de concessão com a REN, que permitirá acelerar um processo já previsto há vários anos.

O contrato entre o Estado e a REN, que irá gerir a zona-piloto por 45 anos, ainda não foi assinado, mas fonte da Secretaria de Estado da Energia disse ao Negócios que isso acontecerá “com a maior brevidade possível”. Nessa altura, haverá uma apresentação pública das empresas que já mostraram ao Governo interesse na energia das ondas. Entre elas estão a australiana Oceanlinx, a escocesa AWS e as portuguesas Martifer e EDP.

Fonte: Jornal de Negócios

Capital Humano: Cerca de 70% dos trabalhadores portugueses admitem ir para o estrangeiro

Junho 18, 2010 by  
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Uma elevada percentagem dos trabalhadores portugueses admite a possibilidade de desenvolver funções no estrangeiro ou noutra região de Portugal, revela um estudo realizado pela Hays.

O guia salarial da Hays revela que 69,6% dos portugueses “revela disponibilidade para desenvolver funções no estrangeiro” e 84,6% noutra região de Portugal. Estes dados, explica a Hays, pode “indicar uma maior abertura e flexibilidade dos profissionais perante a menor oferta do mercado de empresa”.

Os profissionais que “não colocam a possibilidade de mobilidade geográfica” justificam essa opção com motivos de ordem familiar e pessoal.

O estudo da Hays revela ainda que 82,2% dos inquiridos “admitem a possibilidade de mudar de emprego já em 2010, um aumento de 20% face ao ano anterior”. “As razões mais apontadas para a procura de novos projectos são as perspectivas de progressão profissional (33,1%), a remuneração (21,5%) e a satisfação pessoal (18,6%)”, refere o guia salarial da Hays.

Fonte: Jornal de Negócios

Inovação: Universidades do centro criam «olheiro de tecnologia» na área da saúde

Junho 18, 2010 by  
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Universidades e unidades de investigação da região centro juntaram-se para criar um «olheiro de tecnologia» que possa transformar em resultados os bons produtos para empresas que actuem na área da saúde, escreve a Lusa.

«Visa passar ciência para o mercado. É um projecto na área da saúde. O principal objectivo é apoiar os processos que pegam em vários resultados de investigação e pretendem fazer com eles produtos na área da saúde que sejam competitivos», disse à Lusa o director de inovação do Instituto Pedro Nunes (IPN), Carlos Cerqueira.

O denominado DHMS – Dinamização Regional de Actores na área do HealthCare & Medical Solutions, apresentado em Coimbra esta quarta-feira, é um projecto que se assume como «olheiro da tecnologia» e tem como promotores o IPN, a Associação para a Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem (AIBILI), e as universidades de Coimbra, Aveiro e Beira Interior.

«A noção de olheiro da tecnologia é uma das fases do processo. A ideia é de que é necessário dentro das universidades, dos centros de investigação, em colaboração com os investigadores, encontrar aquelas tecnologias que têm mais capacidade para chegar ao mercado, e que sejam produtos competitivos», explicou.

A intenção é identificar igualmente o mais cedo possível os potenciais produtos, registar patentes e assim proteger a propriedade industrial.

O IPN, uma instituição de transferência de tecnologia dinamizada pela Universidade de Coimbra, será o coordenador do projecto, mas cada um dos parceiros terá equipas de profissionais em transferência de tecnologia que vão fazer o essencial do trabalho, e sempre que necessário recorrer a consultadoria especializada, nacional ou estrangeira.

De acordo com Carlos Cerqueira, a área da saúde foi escolhida porque «é uma das maiores vantagens competitivas da região centro».

A região tem empresas que apostam cada vez mais nesta área, há unidades de prestação de cuidados de saúde «que são de excelência reconhecida», e as três universidades «têm investigação de excelência não só em saúde, como nas tecnologias de informação, materiais, robótica, que são aplicáveis em produtos da área da saúde».

«Se consideramos as empresas da região centro que têm produtos na área da saúde, os valores de facturação anual são da ordem dos 350 milhões de euros. É um mercado importante que transforma esta região num player na área da saúde», sublinhou.

Com este «olheiro da tecnologia, as empresas que já existem podem reforçar-se com novos produtos», haverá empresas «que nascem para aproveitar resultados e que vão para o mercado, e se esta dinâmica for positiva, convincente e geradora de riqueza, então virão para cá empresas para aproveitar essa mão-de-obra, esse talento e os resultados de investigação», concluiu.

Fonte: Tvi 24 Horas

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