define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true); Notícias : Inovação & Marketing

Marketing: Marcas de luxo deixam de estar no eBay

Abril 22, 2010 by  
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Comprar uma mala Luis Vuitton ou Channel no eBay deixou de ser possível. Os proprietários de marcas de luxo já podem impedir a venda de produtos na internet.

A directiva foi aprovada pela Comissão Europeia e está a levantar protestos das organizações de consumidores, bem como do eBay, que acusam as marcas de luxo de não respeitarem as regras da concorrência e de prejudicarem o comércio electrónico, numa altura em que a União Europeia o tenta promover, avança o ‘El País’.

O pedido por parte dos proprietários de marcas de luxo surge porque estes consideram que o comércio electrónico beneficia das campanhas de publicidade, por exemplo, sem suportarem os custos. Já um dos advogados do eBay refere que “a Comissão Europeia devia ter sido mais firme e depositado mais confiança nos consumidores”.

A organização europeia de consumidores BEUC salientou que “o argumento de que os consumidores necessitam, em todas as circunstâncias, de conselhos provenientes de uma loja física é só uma desculpa infundada para limitar a concorrência”. A organização diz ainda que deve ser o consumidor a escolher onde quer comprar cada produto.

Recentemente o eBay foi obrigado a pagar uma indemnização de 1,7 milhões de euros à Louis Vuitton por ter vendido produtos da marca sem autorização.

Fonte: Económico

Web 2.0: Portugal é o quarto melhor da UE em serviços públicos on-line

Abril 21, 2010 by  
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Portugal é o quarto melhor país da União Europeia em sofisticação de serviços públicos on-line, segundo o ranking de 2010 da Comissão Europeia, uma liderança cujo mérito a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) reclama para os seus associados.

O ranking, encomendado à consultora Capgemini, mede a acessibilidade do acesso aos serviços públicos electrónicos e, segundo o presidente da ANAFRE, Armando Vieira, o quarto lugar conseguido por Portugal deve-se, “em grande parte”, ao contributo das juntas de freguesia que, “a título voluntário”, disponibilizam computadores e funcionários para preencher e enviar via Internet as declarações de IRS das populações mais desfavorecidas.

“Só no ano passado, as juntas de freguesia submeteram mais de 40 mil declarações electrónicas, o que ajudou Portugal a subir no ranking”, afirmou à Lusa Armando Vieira.

O ranking, embora datado de 2010, baseia-se em dados de 2007, que mostram que, em três anos, Portugal passou da cauda da Europa para o quarto lugar, mas mede o uso que os portugueses fazem dos serviços públicos electrónicos não só em termos de impostos, mas também para procurar emprego, pedir documentos pessoais, certificados, registos automóvel, licenças de construção e até declarações à policia.

No que respeita ao IRS, a ANAFRE diz que a ideia inicial e que foi alvo de protocolo era a de as juntas de freguesia apenas disponibilizarem o equipamento, mas na prática, diz Armando Vieira, “em muitos casos são os funcionários da junta que pedem a senha de IRS electrónico e preenchem e enviam” a declaração do imposto.

Por cada declaração de IRS, a Junta de Freguesia recebe três euros mas, apesar de o valor ser quase simbólico, o número de aderentes tem aumentado e este ano já vai em 850.

O ranking encomendado pela Comissão Europeia mede ainda a disponibilidade dos serviços on-line, ocupando Portugal o terceiro lugar entre os 27 Estados-membros da união Europeia.

No ranking divulgado pela Comissão Europeia em 2005, Portugal era o 14º país da Europa na disponibilidade de serviços on-line e 13.º na sofisticação de serviços on-line.

Fonte: Oje – O Jornal Económico

Tecnologia: Países da UE vão adoptar programa “e-escola”

Abril 21, 2010 by  
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Os ministros europeus aprovaram na segunda-feira, em Granada, a Agenda Digital para a Europa, que inclui um programa de promoção do uso de computadores portáteis e de Internet nas escolas semelhante ao programa e-escola, desenvolvido em Portugal.

“Portugal está duplamente satisfeito com a aprovação da declaração, por um lado porque a aposta na economia digital é um passo extremamente importante para a economia europeia e para as empresas dos sectores das telecomunicações e da sociedade de informação, por outro porque as teses de Portugal foram amplamente reconhecidas”, afirmou à agência Lusa o secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos.

No balanço do primeiro dia de um conselho de ministros informal sobre telecomunicações e sociedade de informação – que decorreu segunda-feira e prossegue hoje, sob a égide da presidência espanhola da União Europeia (UE) -, Paulo Campos destacou “a adopção por parte da UE de um conjunto de políticas subjacentes às já aplicadas em Portugal, como a promoção do uso de computadores portáteis e Internet nas escolas, nos programas e-escola e e-escolinha”.

A União Europeia quer apostar na economia digital para acelerar a retoma económica e o conselho informal contou com a presença do chief technology Office (CTO) do presidente dos EUA, Barack Obama, permitindo “a partilha de experiências entre a UE e os EUA”, conforme realçou Paulo Campos.

Segundo o governante, o especialista norte-americano “também conhecia o programa e-escola e o computador Magalhães, o que significa que essa bandeira já atravessou o Atlântico”.

Fonte: Oje – O Jornal Económico

Inovação: Portugal ganhou Prémio Internacional para a Inovação na Administração Tributária

Abril 21, 2010 by  
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Portugal, através da Direcção-Geral dos Impostos (DGCI), venceu o Prémio Internacional para a Inovação na Administração Tributária na área de eficácia fiscal. O prémio foi atribuído pelo Centro Inter-Americano de Administrações Tributárias (CIAT), tendo o galardão sido atribuído na Assembleia-Geral daquele organismo internacional, que decorreu no final da passada semana, em Montevideu, no Uruguai.

O CIAT é a uma das maiores e mais importantes organizações mundiais de administrações tributárias, integrando 38 países membros, entre os quais alguns daqueles que possuem administrações fiscais das mais avançadas do mundo, como são os casos dos Estados Unidos da América, do Canadá, e de países europeus, como França, Itália, Holanda, República Checa e Espanha.

O prémio foi atribuído no âmbito de um concurso internacional destinado a «promover e reconhecer a criatividade e eficiência nas administrações tributárias», ao qual foram apresentadas 17 candidaturas.

Fonte: Portal do Governo

Marketing: Mercado de produtos em segunda-mão expande-se

Abril 21, 2010 by  
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Segundo um estudo realizado pelo Observador Cetelem, o mercado de produtos em segunda-mão está a expandir-se. Este género de comércio favorece a consolidação do chamado “consumidor-actor”.

O estudo sobre “comportamentos do consumidor face à crise” revelou que 30% dos consumidores europeus já comprou um automóvel usado e 40% declaram-se dispostos a fazê-lo futuramente.

Para o consumidor, o mercado em segunda-mão, é simultaneamente “uma compra astuta, que permite aceder a produtos de gama superior, um bom meio de consumir mais, mas também um risco relativamente à qualidade do produto”, segundo o estudo.

Os resultados do estudo permitiram concluir que os níveis de intenção superam os níveis da compra de produtos em segunda mão.

“Os mercados de segunda mão permitem fazer economias ou até mesmo ganhar dinheiro e são acima de tudo o novo símbolo de um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra”, de acordo com o estudo.

Os alemães e os britânicos são os que mais consomem produtos em segunda mão, em comparação com o resto da Europa.

No entanto, o estudo mostra que os portugueses e os polacos estão a consumir cada vez mais produtos usados. Embora actualmente, os polacos pratiquem muito pouco este género de comércio, mostram-se muito receptivos à revenda futura de artigos em segunda mão.

Os portugueses, mais de um em cada dois declara que será vendedor de produtos electrónicos, culturais, electrodomésticos e mobiliário, percentagem que atinge 71% no que diz respeito ao sector automóvel.

Fonte: Jornal de Negócios

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