define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true); Notícias : Inovação & Marketing

LinkedIn & Xing

Setembro 9, 2006 by  
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Estes sites dizem respeito às duas principais Networks Online. Estes projectos permitem a divulgação e apresentação de profissionais através das suas competências, mudando por completo o paradigma em que nos inserimos. Tradicionalmente conheciamos as pessoas e posteriormente iamos descobrindo quais as suas competências e experiencias profissionais.Agora o oposto pode também acontecer.

Por outro lado, este fenómeno permite o estabelecimento de novos contactos e ligações profissionais de qualquer parte do país ou mesmo do mundo, e que de outra forma seria bem mais complicado de se estabelecerem.

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INE

Julho 21, 2006 by  
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É disponibilizada toda a informação estatística publicada pelo INE, sob a forma de quadros estatísticos, séries cronológicas, estudos e meta informação.

Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE)

Acção vai ser mais dirigida à inovação

Julho 21, 2006 by  
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In Dn 20/07/06

A inovação será uma área de aposta nos próximos tempos do Plano Tecnológico, estando em preparação algumas das medidas nesse campo, disse ontem Carlos Zorrinho, coordenador da iniciativa, à saída da reunião do conselho consultivo. Das 50 medidas que o Plano Tecnológico integra dedicadas à inovação, apenas 72% (36 medidas) estão em execução ou concluídas, estando 14 em preparação.

Em preparação estão ainda sete medidas no eixo da tecnologia (que integra um total de 24 medidas) e três no eixo do conhecimento (um total de 38 medidas). Este último é, pois, o eixo onde os trabalhos estão mais avançados, com 92,1% das medidas em execução ou concluídas.

Carlos Zorrinho salientou que o objectivo do Plano Tecnológico é ter sempre medidas em preparação. Do total das 112 medidas que o plano incorpora 79% estão em execução ou concluídas. O coordenador desse plano acrescenta que a maioria das medidas que estão em preparação aguardam pelo novo quadro comunitário de apoio, designado agora de QREN (Quadro de Referência da Estratégia Nacional). Para Carlos Zorrinho, “o nível de execução é muito elevado”, o que “só foi possível porque toda a sociedade civil tornou esta agenda como a sua agenda”.

Rocha de Matos, presidente da AIP, declarou ao DN que parece ser intenção de José Sócrates haver uma acção mais dirigida às empresas. “Até agora, o plano tem sido mais um plano de natureza de administração, em várias áreas”, comentou Rocha de Matos. Há 800 grandes empresas em Portugal e 360 mil micro, pequenas e médias empresas que são responsáveis por 76% do emprego e 70% do volume de negócios. “Temos de fazer uma aposta clara no upgrading destas empresas, redimensioná-las, reestruturá-las, introduzir capital, mas também gestão mais qualificada, de tal maneira que se possa desenvolver, redimensionar e atacar os mercados internacionais”, declarou Rocha de Matos. O conselho consultivo deverá voltar a reunir-se para uma reunião de reflexão estratégica.

Zorrinho garantiu, por outro lado, que em breve será assinado o protocolo definido com o MIT.

Nota: Somente com uma melhoria substancial dos quadros qualificados nas PME´s poderemos ambicionar a elaboração de estratégias mais inovadoras para as PME´s.

Capital de Risco para PME

Julho 21, 2006 by  
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In Jn 20/07/06

As Pequenas e Médias Empresas (PME), sobretudo as mais inovadoras, terão acesso facilitado a capital de risco se forem aprovadas as novas orientações em matéria de auxílio estatais ontem propostas pela Comissão Europeia.

As regras adoptadas pelos comissários determinam em que condições os apoios públicos aos investimentos em capital de risco das PME serão compatíveis com as regras europeias em matéria de ajudas de Estado, fixando um limiar de 1,5 milhões de euros em investimentos por PME ao longo de cada período de 12 meses, 50% superior ao actual.

Por causa do maior potencial de distorção da concorrência, as ajudas acima do novo limiar serão objecto de uma “avaliação detalhada” por parte de Bruxelas, a qual terá em conta o impacto económico, não implicando necessariamente a abertura de um procedimento formal de investigação. Os estados-membros terão de provar a existência de uma deficiência de mercado justificativa da ajuda estatal.

As “avaliações detalhadas” serão levadas a cabo se, entre outros casos, as medidas em causa financiarem a fase de expansão das PME em áreas não assistidas; se estiverem em causa investimentos complementares para além dos 1,5 milhões e da fase inicial de crescimento da empresa; e que prevejam investimentos com participação de entidades privadas inferiores a 50% em áreas não assistidas ou a 30% em áreas assistidas.

De contrário, os auxílios estatais serão apenas sujeitos a “avaliações simplificadas”.

Nota: Interessa que os financiamentos sejam aplicados em sectores inovadores sujeitos ao risco, para não ter apenas o risco no nome do capital. Quem não arrisca, não petisca.

Indústria local deve “ancorar” investimentos

Julho 20, 2006 by  
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In Dn 19/07/06

A indústria local deve ser encarada como um parceiro dos governos para “ancorar” os investimentos das multinacionais. Só assim o risco das deslocalizações pode ser minimizado, apesar de os governos, per se, não terem capacidade de controlar o movimento. A solução proposta pelo Centro de Inovação Inteli e pela AFIA-Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é apoiada por Basílio Horta, presidente da API (Agência Portuguesa para o Investimento), que defende a criação de clusters.

Apoiando-se no caso mais mediático – a GM da Azambuja – Basílio Horta considera que “juntar uma fábrica de componentes junto a uma fábrica automóvel é fundamental”. E aponta a Autoeuropa como um exemplo a seguir, também noutros sectores. Aloísio Leão é da mesma opinião e acusa o Governo, no caso particular do sector automóvel, de ter somente “em consideração os construtores, excluindo o sector dos componentes”, que considera “essencial para ancorar o investimento dos primeiros”.

Na hora de decidir um processo de deslocalização, as multinacionais procuram, sobretudo, compensar défices de competitividade gerados pela perda de atractividade dos locais onde estão instalados ou por lógicas de racionalidade económica inerentes às próprias dinâmicas empresariais. Os custos de mão-de-obra ou a redução de linhas de incentivos são as desvantagens comparativas mais referidas pelos (des)investidores. Contudo, realça o Inteli, existem outros factores que afectam igualmente a performance competitiva do território. São eles: “as ineficiências logísticas, a carência de recursos humanos qualificados, a dinâmica dos fornecedores locais e a ausência de ligações a fontes de conhecimento, inibindo o upgrade tecnológico do tecido empresarial local”.

Um levantamento da CGTP-IN, que José Cartaxo, da estrutura sindical, considera “parcial”, revela que, nos últimos três anos, 39 empresas estiveram envolvidas em processos de encerramento ou deslocalização, afectando 27 500 trabalhadores, dos quais 9600 ficaram sem os seus postos de trabalho devido à transferência para outros mercados, principalmente para o Leste. Os sectores têxtil, do calçado, dos componentes e a indústria da montagem automóvel são os mais afectados.

A CGTP-IN traçou um conjunto de medidas que considera urgente aplicar no caso das multinacionais em processo de deslocalização, entre elas a “divulgação pública dos contratos assinados com o Governo e o pagamento aos trabalhadores dos subsídios de desemprego, substituindo a Segurança Social nesta despesa.” A devolução integral dos apoios financeiros e o ficar impedida de receber incentivos no país para onde deslocaliza a produção são igualmente medidas preconizadas pela estrutura sindical.

Para Aloísio Leão, os sindicatos portugueses “devem rapidamente mudar algumas atitudes, de modo a responderem a um mundo global”. O receio dos fabricantes de componentes de que outras unidades de montagem possam encerrar são reais e apontam o dedo à PSA/Citroën de Mangualde, que, tal como a GM da Azambuja, é considerada uma unidade-satélite. Basílio Horta apela à “calma”. E cita o exemplo da Autoeuropa, que “foi um caso muito complicado”, tendo na altura “valido o bom senso dos trabalhadores”.

Compensar o défice de competitividade através de uma política que vise a protecção artificial do emprego, pode, segundo o Inteli, “acentuar o gap competitivo da região atingida pela iminência do processo de deslocalização”. A Renault de Setúbal é um exemplo que a indústria não esquece. Durante dois anos, a fábrica foi mantida pelo Governo na tentativa de procurar um investidor que acabou por não aparecer.

Nota: Industrias como a do têxtil, calçado, etc só conseguirão sobreviver se escolherem um posicionamento assente em estratégias de inovação (desenvolvimento de novos produtos, etc) e de marketing (criação de marcas, criação de canais de distribuição, etc). Doutra forma assistiremos a mais deslocalizações.

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