Artigo de Opinião “A Educação para o Portugal 2030” (Revista SPOT)

Por Bruno Silva

Publicado na Revista SPOT

O Governo português definiu a área da Qualificação, Formação e Emprego como uma das áreas prioritárias para o desenvolvimento do país nos próximos 10 anos, tendo como objectivo prioritário assegurar a disponibilidade de recursos humanos com as qualificações necessárias ao processo de desenvolvimento e transformação económica e social nacional, assegurando a sustentabilidade do emprego, ou seja, recursos humanos que ajudem Portugal a ser uma economia mais inovadora, mais competitiva e mais global.

Ao nível da Qualificação e Formação um dos pilares passa pela Educação e Formação de Jovens visando o combate ao abandono e insucesso escolar, o alinhamento das vias profissionalizantes no secundário com as novas especializações pretendidas pelo mercado laboral, a formação superior de curta duração para novas profissões e a formação avançada.

Em termos de Qualificação e Formação de Adultos, a reconversão para novas competências é uma prioridade e importa acrescentar também a necessidade de se apostar mais no reconhecimento, validação e certificação de competências dos adultos que têm muita experiência e aprendizagens ao longo da vida, devendo existir maior divulgação deste tipo de processos por parte do Governo e da rede de Centros Qualifica, além de o processo de diagnóstico e de acompanhamento dos adultos necessitarem de melhorias significativas face ao que se vai passando no terreno, sendo necessário melhorar o número de adultos envolvidos e certificados ao nível do Programa Qualifica.

O Governo anunciou que o orçamento para este Programa Qualifica iria abranger cerca de 200 milhões de euros investidos no período 2017-2020, num total de 300 Centros Qualifica espalhados pelo país. Segundo a ANQEP – Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, neste momento os adultos certificados não chegam aos 200 mil em cada ano, e a este ritmo seriam necessários 25 anos para certificar as competências escolares e profissionais de mais de 5 milhões de pessoas, atendendo a que apenas existem em Portugal 3 milhões e 700 mil pessoas (com mais de 15 anos) que têm o ensino secundário ou superior concluídos, de acordo com a Pordata, ou seja, 42% de um total de 8 milhões e 900 mil pessoas nessa faixa etária.

Esta é a pior métrica que Portugal apresenta nas áreas críticas para o desenvolvimento do país, e é uma métrica péssima comparando com os restantes países da União Europeia. Se analisarmos as estatísticas do Eurostat relativamente a cada país da União Europeia ao nível escolaridade da população (entre os 25 e os 64 anos), é possível perceber que Portugal está na cauda da europa com apenas 52% da população nessa faixa etária a ter concluído o ensino secundário e/ou superior, estando a média da europeia nos 78%, e apenas 5 países estão abaixo da média europeia: Grécia, Itália, Espanha, Malta e Portugal!

Para a inovação de uma região é fundamental o acesso a tecnologia e a conhecimento de qualidade, e nesse sentido continuando-se a apostar numa política que tem dificultado a educação e certificação de adultos dificilmente Portugal conseguirá melhorar significativamente a sua competitividade nos próximos anos.

Bruno Silva

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# Coach,Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião “Prioridades para o Portugal 2030” (Revista SPOT)

Por Bruno Silva

Publicado na Revista SPOT

O Governo português definiu 8 eixos de actuação em termos de desenvolvimento do país, segundo a estratégia Portugal 2030, tendo sido definidos 3 objectivos transversais e 5 objectivos com incidência territorial. Em termos de objectivos transversais destaca-se o primeiro eixo focado na Inovação Empresarial e Conhecimento, o segundo eixo focado na Qualificação, Formação e Emprego e o terceiro eixo destinado à Sustentabilidade demográfica.

Relativamente aos objectivos com incidência territorial, destaca-se o quarto eixo focado na energia e alterações climáticas, o quinto eixo focado na economia do mar, o sexto eixo focado nas redes e mercados externos, o sétimo eixo focado na competitividade e coesão dos territórios de baixa densidade e por último o oitavo eixo que terá como objectivo a agricultura e as florestas.

Em termos empresariais a aposta na inovação empresarial e no conhecimento serão fundamentais de forma a que o país assegure as condições de competitividade empresarial e de desenvolvimento da base científica e tecnológica nacional com o intuito de incentivar a estratégia sustentada na inovação.

Ao nível da Inovação Empresarial será dada especial ênfase às start-ups e à dinamização do espírito empresarial, além de se pretender dar destaque a novas especializações em áreas com procuras emergentes na área da indústria e serviços, à integração em cadeias internacionais em propostas de maior valor acrescentado nas áreas da agricultura, floresta, indústrias tradicionais e turismo e por fim a questão da globalização, internacionalização e produtividade das PME também será uma área de intervenção.

A existência de vários programas transversais como a Indústria 4.0 e a Economia Circular serão temas em destaque, e no global será fomentada a conetividade de pessoas, bens e informação. Para que exista uma maior dinamização da iniciativa empresarial também está a ser preparado um programa de inovação no sector público, focado em transformação digital e integração de serviços esperando-se que o estado consiga ser mais ágil e rápido nos serviços proporcionados às empresas e aos cidadãos em geral.

O desafio da competitividade e do desenvolvimento será determinante para que Portugal consiga continuar a ser um país desenvolvido e com melhorias na qualidade de vida das pessoas, e além da disponibilização dos fundos comunitários e nacionais prometidos será fundamental a melhoria no rigor e na competência ao nível da atribuição dos incentivos a projectos baseados em critérios de meritocracia objectivos, claros e transparentes.

Bruno Silva

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# Coach,Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião “42,9 Mil Milhões para Projectos Interesse Nacional” (Revista SPOT)

Por Bruno Silva

Publicado na Revista SPOT

Dos 58 Mil Milhões de euros disponibilizados pela União Europeia para investir em Portugal, durante os próximos 10 anos, já foram apresentados vários projectos de investimento classificados como Projectos de Interesse Nacional, com um investimento total público, privado e cofinanciado pela União Europeia, no valor de 42,9 Mil Milhões de euros.

Estes Projectos de Interesse Nacional foram identificados em vários sectores como são o caso dos transportes e mobilidade, ambiente, energia e regadio.

Em termos de transportes e mobilidade as prioridades vão incidir na mobilidade e transportes públicos, ferrovia, rodovia, marítimo, portuário e aeroportuário, no valor total de 21.660 milhões de euros, dos quais 81,7% serão investimento público, sendo que a Ferrovia recebe quase metade desse investimento com grande destaque para as linhas de alta velocidade porto – lisboa e porto – vigo. As ligações terrestres às áreas empresariais, coesão territorial e transfronteiriça e novos terminais nos portos marítimos serão algumas das áreas de investimento que permitirão apoiar o comércio internacional.

Em termos de ambiente e energia existem áreas chave de investimento como são o caso da sustentabilidade ambiental com 7.418 milhões de euros, dos quais 93% de investimento público e a transição energética com um investimento de 13.060 milhões de euros, dos quais 5,5% de investimento público. Nesta área da energia estão previstos cerca de 7.000 milhões de euros de investimento em gases renováveis (hidrogénio).

Ao nível do regadio estão em causa o aumento e revitalização da área de regadio, com um investimento de 750 milhões de euros. 

Dos 58 mil milhões de euros que Portugal vai receber de fundos comunitários o Governo já reservou para estas áreas de investimento cerca de 25 mil milhões de investimento público, financiado por receitas estatais nacionais e principalmente por verbas comunitárias.

Importa agora perceber os sectores para os quais serão direccionados os apoios para o investimento do sector privado de forma a aumentar a capacidade exportadora da nossa economia, onde a agroindústria, a indústria 4.0, as indústrias criativas e as indústrias tradicionais internacionalizáveis devem merecer um grande destaque nas prioridades para os próximos 10 anos de forma a apoiar sectores empresariais inovadores como são o caso dos clusters da saúde, moda, tecnologias de informação e comunicação, turismo e sustentabilidade, abrangidos pelo programa operacional factores de competitividade (compete).

No entanto, nenhuma organização será competitiva sem capital humano de qualidade preparado para os desafios do futuro e para as competências-chave que serão determinantes para a competitividade internacional, das nossas empresas em particular e da nossa economia no geral, e nesse sentido será importante um investimento considerável na formação e educação ao nível do programa operacional para o potencial humano.

Bruno Silva

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# Coach,Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião “58 Mil Milhões para investir em Portugal” (Revista SPOT)

58 Mil Milhões para investir em Portugal

Por Bruno Silva

Publicado na Revista SPOT

No período de 10 anos Portugal terá 58 Mil Milhões de euros disponibilizados pela União Europeia para investir em diversas áreas estratégicas para o desenvolvimento do nosso país, tal como vai acontecer nos restantes membros da EU, que também vão receber cheques mais generosos para ajudar a combater a pandemia e a maior recessão que a europa está a registar nos últimos 100 anos, com a novidade de parte dos fundos serem disponibilizados por endividamento e receitas da própria UE, intensificando o sonho dos fundadores da UE em transformar a europa nos Estados Unidos da Europa.

Dos 58 Mil Milhões de euros, cerca de 12,8 Mil Milhões de euros são provenientes do actual Portugal 2020 (QFP, 2014 – 2020) que terão de ser executados até 2023. Para o Quadro Financeiro Plurianual que terá candidaturas de 2021-2027 e execução até 2030 estarão disponíveis 29,8 Mil Milhões de euros, um aumento a rondar os 20% em relação ao actual Portugal 2020. A grande novidade reside no “novo” e adicional pacote de apoios do Fundo de Recuperação que permitirá obter mais 15,3 Mil Milhões de euros de apoios a fundo perdido. Somando todos os fundos, trata-se do maior apoio que alguma vez o país teve e que representará 5,8 Mil Milhões de euros anuais.

O grande debate que se inicia diz respeito às áreas onde Portugal deve investir, e nesse aspecto lanço algumas temáticas como são os casos dos sectores da agroindústria, indústria 4.0, indústrias criativas e indústrias tradicionais que acima de tudo apostem em bens e serviços internacionalizáveis com especial incidência para as temáticas da sustentabilidade, eficiência energética e mobilidade verde, envelhecimento da população, clusters da saúde, moda, tecnologias de informação e comunicação, turismo, entre outros sectores relevantes que acima de tudo apostem em propostas inovadoras e de elevado valor acrescentado.

Para que tal seja possível é importante também que o sector estatal (educação, justiça, etc) se modernize para um Governo 3.0 onde o cidadão possa realizar qualquer interação do estado através da internet com a devida celeridade, e além disso é importante também que seja realizado algum investimento estatal nas infraestruturas rodoviárias, ferroviárias e aeroportuárias que apoiem e intensifiquem a internacionalização da nossa economia.

É importante que a maioria dos incentivos sejam direccionados para a iniciativa privada, que corresponde à grande fatia do desenvolvimento económico que o nosso país tem tido nos últimos anos, e seja evitada a tentação de o Estado arrecadar a grande fatia dos fundos comunitários, algo que poderia comprometer o desenvolvimento do nosso país para as próximas décadas, colocando-nos definitivamente na cauda do pelotão da europa.

Por fim, a grande aposta transversal a todo o país diz respeito ao capital humano e à aposta na qualificação dos portugueses para as competências de ponta que serão mais relevantes nos próximos anos. Nesse aspecto merece destaque a iniciativa da fundação José Neves, recentemente lançada, que se propõe ajudar nesse percurso de melhoria das competências e da empregabilidade dos portugueses, e que deve ser um desígnio de todo o país.

Bruno Silva

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# Coach,Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião ” Aposta nos Talentos” (Revista SPOT)

A Aposta nos Talentos

Por Bruno Silva

O conhecimento e a tecnologia são dois dos principais “combustíveis” para a inovação, aliados a uma boa gestão da inovação, capaz de transformar ideias em propostas de valor acrescentado. Nesse sentido a União Europeia tem há vários anos apostado em elevar o nível de habilitações escolares e de competências profissionais dos cidadãos europeus.

Neste aspecto Portugal está aquém da média da UE tendo apenas 54% da população activa com habilitações iguais ou superiores ao 12º ano (2,8 milhões em 5,2 milhões de população activa, segundo a Pordata). Há 10 anos eram ainda menos, 1,7 milhões em 5,5 milhões, ou seja, apenas 31% da população activa tinha habilitações iguais ou superiores ao 12º ano de escolaridade.

Nos próximos 10 anos é expectável que esse objectivo se aproxime dos 4 milhões de população activa com escolaridade mínima ao nível do 12º ano (pelo menos 75% da população activa), e para tal desígnio a União Europeia tem apostado na valorização do conhecimento adquirido ao longo da vida, existindo em Portugal a opção dos RVCC’s (Reconhecimento e Validação e Certificação de Competências) que tanto podem ser desenvolvidos ao nível da vertente escolar como também ao nível da vertente profissional.

A rede de Centros Qualifica está espalhada pelo país e, por exemplo, em Braga existem 5 Centros Qualifica (ACB – Associação Comercial de Braga, Município de Braga, IEFP – Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, Inovinter Braga e IPME – Instituto PME Formação), sendo que no caso do Município de Braga tal acontece através de parcerias com escolas secundárias, sendo os outros 4 Centros Qualifica mais vocacionados para a formação profissional, tendo experiência em RVCC escolares como também muita experiência nos RVCC profissionais, devido à sua larga experiência ao nível da formação profissional.

É possível em diversas etapas certificar os vários níveis de ensino, 4º ano, 6º ano, 9º ano, 12º ano, através de processos RVCC escolares ou através de EFA’s – Cursos de Educação e Formação de Adultos, com matriz escolar ou com matriz escolar e profissional, permitindo a dupla certificação (nível de habilitação escolar e também certificado profissional reconhecido a nível europeu).

Esta política europeia lançou também a Caderneta Individual de Competências, agora designada de “Passaporte Qualifica” em Portugal, que pretende registar e elencar todas as formações escolares e profissionais que cada cidadão vá adquirindo ao longo da vida, sendo um documento gratuito que pode e deve ser obtido no site com a mesma designação.

A aposta no Conhecimento, na Tecnologia e na Inovação veio para ficar, e compete a todos nós dominar ao longo da vida o conhecimento e a tecnologia que são mais relevantes a cada momento para a carreira profissional que desejamos prosseguir.

Bruno Silva

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# Coach, Consultor e Formador nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo, desde 2009 na InnovMark, colaborando também com Instituições de Ensino Superior, Entidades de Consultoria e de Formação profissional, Associações Empresariais, onde se incluem projectos geridos pela AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CCP, CTP, CIG, etc.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Community Manager, desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 80.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Community Manager, desde 2013, do “Dish Mob Portugal” que promove o espírito “Dish Mob”, e que é um importante movimento nacional de promoção do networking e aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo, com mais de 30 eventos já organizados.

– Licenciatura Pré-Bolonha em Gestão pela Universidade do Minho (2004).
– Pós-Graduação em Marketing pelo IPAM – Marketing School (2006).
– Pós-Graduação em Gestão da Tecnologia, Inovação e Conhecimento pela Universidade de Aveiro (2007)
– Curso de Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica pela Universidade de Aveiro (2007)
– Formações Profissionais em Vendas, Excelência Pessoal, Inteligência Emocional e Criatividade, Gestão do Stress, Organização de Eventos, Comunicação em Público, E-Business, etc.

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