Marketing: Vídeo online cresce 32% nos EUA em 2010

Fevereiro 11, 2011 by  
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Em dezembro de 2010, 88,6 milhões de americanos viram pelo menos um vídeo online por dia.

Em 2010, 179 milhões de norte-americanos, quase a população do Brasil, assistiram vídeos online a cada mês. A frequência com que assistiram também aumentou. Em dezembro de 2010, 88,6 milhões de americanos viram pelo menos um vídeo online por dia, em média, 32% a mais que em dezembro de 2009.

Os números são do US Digital Year in Review 2010, estudo anual da consultoria ComScore, publicado nesta segunda (7).

O total de vídeos assistidos nos EUA em dezembro foi de 5,8 bilhões, ou 13% a mais que no ano anterior. E o tempo dedicado aos vídeos online também aumentou: foram 14 horas por pessoa em média durante o mês de dezembro, 12% a mais que em 2009, e cada pessoa assistiu a 201 vídeos em média no mês, crescimento de 8%.

Conteúdo

O site Hulu, que oferece séries de TV gratuitamente online (e começou em 2010 a oferecer também programas pagos), lidera o segmento. No quarto trimestre de 2010 o site serviu 323 milhões de horas de programação, 17% a mais que no ano anterior.

Os sites das cinco grandes emissoras abertas dos EUA (ABC, CBS, NBC, Fox e CW) chegaram juntos a 162 milhões de horas. Vale lembrar que o Hulu é uma joint-venture entre NBC, Fox e ABC/Disney. Juntos, os sites do Hulu e das emissoras cresceram 33% no ano em vídeos assistidos.

Publicidade

Segundo o estudo, o crescimento do vídeo online alavancou também a publicidade neste meio. Os vídeos publicitários atingem 70% dos americanos online, e cerca de 50% dos americanos no total são impactados por eles.

Somente em dezembro, as ad networks (redes que distribuem vídeos publicitários pelos sites de vídeo) serviram 5,9 bilhões de vídeos, ou 40 anúncios por espectador, com 0,4 minuto em média cada um.

Fonte: Exame Brasil

Inovação: E se pudesse dar prazo de validade ao que partilha na Internet?

Fevereiro 11, 2011 by  
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Equipa liderada por investigador grego na Universidade da Madeira está a testar ferramentas para proteger os mais incautos.

Pensa que apagar uma actualização no Facebook da qual se arrependeu resolve o assunto? Nada disso. Uma vez no domínio público, para sempre no domínio público. Mas, e se pudesse escolher a validade de uma informação partilhada? Às vezes seria bom que a informação desaparecesse totalmente num dado minuto marcado para a autodestruição.

E é precisamente esta uma das tecnologias que estão a ser desenvolvidas e testadas por investigadores do Instituto de Tecnologias da Madeira, num projecto chamado WESP (Web Security and Privacy). O grupo de trabalho é liderado pelo grego Vassilis Kostakos, da Universidade da Madeira, e por Norman Sadeh, da Carnegie Mellon.

“Estamos muito excitados com esta tecnologia, que permite partilhar informação com prazo de validade”, explica ao i, Vassilis Kostakos. A ideia será associá-la ao Facebook, por exemplo, como um add–on ou aplicação externa. E também estará disponível a partir do telemóvel.

“Por definição, as pessoas vão às redes sociais para partilhar”, explica o investigador. “Mas o problema destes sistemas é que foram desenhados de uma forma que dificulta o controlo do que se partilha”, salienta. Não é uma questão de as pessoas serem estúpidas e não saberem mexer nos controlos de privacidade, considera. A questão é que “a maioria das pessoas prefere manter as definições por defeito, com medo de fazer asneira”. E, no caso do Facebook, as definições são pouco restritivas, complexas e pouco intuitivas.

Kostakos exemplifica: nas pesquisas feitas pela equipa, descobriu-se que a maioria das pessoas dá preferência à selecção positiva – isto é, preferiam escolher quem vê as suas fotos e actualizações. “No entanto, o Facebook é pessimista por defeito: obriga as pessoas a seleccionarem quem não querem que veja o que partilham.” Missão cada vez mais complicada à medida que se acumulam “amigos”.

Outro ponto delicado consiste na partilha da localização através do GPS que a maioria dos smartphones traz. “É uma boa ideia desenvolver um sistema que permita às pessoas controlarem a quantidade de informação que partilham e quem acede à mesma”, diz o investigador. Uma das aplicações que podem ser apresentadas servirá para “mostrar às pessoas quem andou a pedir a sua localização”.

A equipa multidisciplinar está a desenvolver algoritmos para fazer sugestões às pessoas e automatizar tarefas consideradas aborrecidas, além de extensas investigações sobre os hábitos dos utilizadores nas redes sociais. Com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, o WESP vai custar 382 mil euros e tem como parceiros Portugal Telecom, Sapo, Universidade do Minho, Técnico, Carnegie Mellon e Universidade da Madeira.

Fonte: Jornal i

Marketing: Portugueses preferem ver filmes na televisão

Fevereiro 11, 2011 by  
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A televisão foi a plataforma mais usada pelos portugueses para ver cinema em 2010, segundo um estudo do Observatório da Comunicação (Obercom).

O estudo, que resulta de 1.258 entrevistas, refere-se ao consumo de cinema ao longo do último ano em diferentes plataformas como a exibição comercial e a exibição alternativa (cinemateca e cineclubes) e o visionamento em DVD e televisão.

De acordo com o Obercom, 77,3% dos consumidores portugueses viram cinema através da oferta dos canais televisivos, com uma larga margem de vantagem em relação ao DVD, escolhido por 35,8% dos inquiridos.

Em terceiro lugar nas preferências dos portugueses no que toca a ver filmes surge a ida ao cinema (35,1%). O número de espectadores nas salas de exibição comercial aumentou no último ano. Estes dados coincidem com os do Instituto do Cinema e Audiovisual, que indicam que em 2010 as salas de cinema registaram 16,6 milhões de espectadores.

Segundo o Obercom, cerca de 15% dos espectadores de cinema fizeram descarregamentos de filmes pela Internet. O estudo refere ainda que os homens vêem mais cinema na televisão do que as mulheres (82,3% contra 72,8%), mas na frequência nas salas de cinema estão ambos equilibrados.

Quanto ao consumo de filmes portugueses, 35,9% dos inquiridos disse tê-los visto na televisão.

“Este dado vem reforçar o papel da programação televisiva de filmes de produção nacional na aproximação ao público”, refere o documento do Obercom.

Este estudo foi feito a partir de 1.258 entrevistas a residentes com mais de 15 anos em Portugal continental.

Fonte: Económico

Marketing: Empresas apresentam o carregador universal para telemóveis

Fevereiro 11, 2011 by  
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Apple, Nokia, Samsung, Sony Ericsson e Motorola são algumas das marcas que acordaram a criação do aparelho.

A compra de um carregador por cada telemóvel novo e a impossibilidade de se usar a maior parte dos outros carregadores quando, por exemplo, os cidadãos se esquecem do seu foram razões para que dez empresas se tenham comprometido, há quase dois anos, a lançar um carregador compatível com todos os telemóveis, às quais se juntaram mais quatro tecnológicas.

A associação europeia de tecnologia digital, a DigitalEurope, vai entregar ao vice-presidente da Comissão Europeia, Antonio Tajani, um exemplar daquele tipo de carregador. “Aguardamos agora que o novo carregador e os telemóveis compatíveis cheguem às lojas”, afirmou Tajani, que é igualmente o comissário responsável pela Indústria e pelo Empreendimento.

“Insto aqui a indústria a acelerar a sua introdução no mercado, de modo a que os cidadãos de toda a União Europeia possam tirar partido do carregador universal o mais rapidamente possível”, pode-se ler no comunicado de imprensa da Comissão sobre o “onechargerforall” (um carregador para todos), uma proposta que partiu do órgão europeu. As 14 empresas envolvidas deverão introduzir os novos produtos no mercado europeu no decurso de 2011.

Além das vendas em conjunto de telemóveis e carregadores, que obrigam muitas vezes à compra de um carregador mesmo se o anterior estiver em condições, e além dos esquecimentos que podem prejudicar a relação do consumidor com o telemóvel, a Comissão Europeia refere a importância do impacto ambiental positivo desta medida. Na sua página de internet, assinala que o facto de serem vendidos menos produtos desnecessários faz com que o ambiente saia a ganhar.

“Investidos de um mandato da Comissão Europeia”, alguns organismos europeus “emitiram normas harmonizadas às quais devem aderir, a partir de 2011, os telemóveis com entrada para transferência de dados compatíveis com o novo carregador universal”.

Portanto, o acordo prevê apenas a sua aplicabilidade a telemóveis que permitem a transferência de dados. Este vai ser utilizado através da tecnologia Micro-USB, sendo que há um adaptador para os aparelhos que não têm esta interface.

Das 14 signatárias do memorando de entendimento que levou à criação do carregador único, dez assinaram-no logo em Junho de 2009: Apple, LGE, Motorola Mobility, NEC, Nokia, Qualcomm, Research In Motion (RIM), Samsung, Sony Ericsson e Texas Instruments. Das restantes, três aderiram em 2009 (Huawei Technologies, Emblaze Mobile e TCT Mobile) e uma em 2010, a Atmel.

Fonte: Jornal de Notícias

Marketing: Crise económica reforça casamentos e adia divórcios

Fevereiro 11, 2011 by  
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Cerca de quatro em cada dez casais com intenção de divórcio nos Estados Unidos adiaram os planos de separação devido à crise económica, segundo um estudo hoje publicado.

O estudo “A Grande Recessão e o Matrimónio”, elaborado pelo Projecto de Matrimónio Nacional da Universidade da Virgínia, indica que a crise veio aprofundar as uniões por casamento, uma percepção confirmada por um terço dos norte-americanos.

Contudo, a análise, citada pela agência espanhola Efe, mostra um duplo efeito da crise nos casais. “Para uns, as pressões financeiras associadas à Grande Recessão danificaram os casamentos. Para outros, a crise veio impulsionar um novo compromisso com o matrimónio”, explicou Bradofr Wilcox, sociólogo e director do projecto.

Segundo o investigador, alguns casais estão a adiar os planos de divórcio até terem os meios financeiros que o permitam.

Dos mais de 1.200 norte-americanos casados que foram analisados, cinco por cento dizem estar em “alto risco de divórcio”, mas mais de metade afirma ter “um casamento feliz ou muito feliz”.

Nos Estados Unidos, um divórcio pode custar desde 100 dólares a 20 mil dólares, quando o caso tem de ser resolvido nos tribunais.

Fonte: Económico

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