Marketing: Sua vida (e seu futuro) pode estar no Google

Junho 23, 2012 by  
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Experimente procurar por seu nome completo, de preferência entre aspas, no buscador Google. O resultado pode revelar muito sobre sua vida, desde a participação em redes sociais até sua formação escolar.
Essa pesquisa, simples é rápida, está ganhando cada vez mais força nas empresas na hora de contratar funcionários. “O que a internet revela sobre nós pode influenciar, e muito, em nossa vida profissional”, garante Tatiane Souza, diretora da empresa de RH Gente Mais.
A pesquisa pode mostrar, por exemplo, nossas opiniões e qual o nível de nosso senso crítico, através de nossa participação em blogs e fóruns de discussão. Até um comentário deixado no portal do BOM DIA pode ser localizado.
Com base nisso, as empresas verificam se o candidato é indicado para a vaga. “Quem procura um cargo de relações pública, por exemplo, precisa mostrar que é bem articulado na rede e que possui vida social”, afirma Tatiane.
Apesar de não utilizarem a pesquisa na internet como fator primordial para a contratação, ela pode ser utilizada para dar aquele empurrãozinho a mais: seja para a conquista da vaga ou para o “obrigado, mas você não se adequa a empresa”. “Na dúvida entre duas pessoas, escolhemos a que se sai melhor em mídias sociais”, afirma Patrícia Sanches, editora-chefe de Web da editora Alto Astral. Ela garante que a empresa não verifica o comportamento da pessoa na rede, mas sua facilidade em manuseá-la.
Durante a seleção para contratação da estagiária Soraia Alves, 23 anos, por exemplo, verificou-se que a candidata participava ativamente de redes sociais e possuía até um blog. Mas havia um problema: ela escrevia sobre música indie, e o cargo era voltado ao gênero sertanejo. O que poderia ser um problema tornou-se um ponto positivo: o blog revelou que Soraia era competente e ela foi contratada.
Sucesso
A dica básica para se dar bem na internet é a moderação, potencializando os pontos fortes e minimizando os fracos. Tudo isso, entretanto, sem cometer excessos. A exposição excessiva da vida particular, por exemplo, deve ser evitada. “Uma vez pesquisamos o perfil de um candidato e encontramos uma discussão, com xingamento, entre ele e familiares”, diz Tatiane. Para isso, uma das dicas é deixar as redes sociais restritas para visualização de amigos.
Entretanto, moderação não pode ser confundida com desaparecimento. “É preciso aparecer na internet, mostrando que você tem um diferencial em relação aos outros candidatos”, explica Tatiane.
Para isso, a reportagem traz ao lado algumas dicas para se dar bem e evitar vexames na hora do emprego. Uma delas é mostrar que está bem informado e contar suas experiências sobre o tema no portal do BOM DIA.
Dicas de como agir
1 – Estar presente na internet, mostrando suas qualidades
Quando alguém realizar a busca de nosso nome, deve encontrar pelo menos algumas informações sobre você. Ser um “anônimo” é uma das piores coisas.
2 – Participar de fóruns de discussão e blogs com visão crítica
Diversifique os comentários. Em vez de ficar falando apenas sobre amigos ou famílias, procure expor seu ponto de vista sobre temas do cotidiano. Entretanto, fique atento na hora de comentar, para não “falar bobagens”.
3 – Atualizar informações profissionais ou de formação escolar
Procure criar um perfil no Linkedin, uma rede social específica para trocas profissionais. Além disso, divulgue suas qualidades nas demais redes (como facebook, twitter e orkut). Mas atenção: as informações devem estar sempre atualizadas, senão podem  atrapalhar e não ajudar.
4 – Ficar atento ao perfil e características do emprego desejado
Alguns cargos requerem qualidades específicas na internet. Por exemplo: alguém de Relações Públicas necessita ser bem relacionado nas redes sociais
5 – Exponenciar os pontos fortes e diminuir os fracos
Se souber falar vários idiomas, deixe comentários em fóruns de outros países ou compartilhe sites estrangeiros. Isso valoriza seu perfil profissional.
Dicas do que evitar
1 – Não expor sua vida pessoal de maneira exacerbada
Seus comentários podem ser vistos não apenas por amigos e parentes, mas também por seu atual ou futuro chefe. Pense duas vezes antes de expor sua vida íntima para o olhar dos demais.
2 – Cuidado com as brincadeiras de mal gosto na rede
Algumas piadas podem ofender seu chefe e colegas, sejam eles atuais ou futuros. Brincadeiras envolvendo comentários de etnias, religião ou opção sexual, por exemplo, podem expor um preconceito indireto de sua parte.
3 – Não revele problemas ou desabafos profissionais
Os tradicionais comentários em tom de brincadeira pedindo o descanso no  final de semana devem ser moderados, para não dar a entender que você está descontente com o trabalho. Reclamar do chefe ou dos colegas na rede, então, nem pensar.
4 – Não exponhas em rede os seus pontos fracos ou dificuldades
Comentários como “a língua inglesa é igual a russa, não entendo nada” podem parecer engraçados, mas mostram sua deficiência no idioma.
5 – Não se torne um anônimo na rede, é preciso aparecer
Se você pesquisar por seu nome no google e não aparecer nada de interessante, será preciso acender o sinal de alerta e mudar suas atitudes na rede.
Até empresas precisam estar atentas à web
Não são só os funcionários que necessitam ficar atentos sobre as revelações que a internet pode trazer sobre seus comportamentos, qualidades e defeitos. “As empresas também precisam se atentar sobre sua presença na rede”, alerta Gustavo Ferreira, coordenador de mídias sociais da empresa Triada, que atua em web marketing e gestão de processos.
A mesma experiência citada na matéria ao lado pode ser repetida no âmbito empresarial. Muitos pessoas, seja  antes de adquirir um produto ou procurar emprego, pesquisam o histórico da empresa através do google.
Essa pesquisa pode revelar desde o site da empresa até reclamações de consumidores feitas nas redes sociais. Por isso, é necessário uma atuação eficaz da empresa na rede. Mas, é claro, com cautela. “Não adianta criar um perfil no Facebook e ficar apenas divulgando produtos”, orienta Gustavo. Ele diz que, em se tratando das redes sociais, o ideal é agregar a propaganda institucional com informações relevantes para o consumidor.
Além disso, é necessário ter conhecimento mínimo de cada uma das principais redes sociais (twitter, Facebook e Orkut). O Facebook, por exemplo, não permite que seja criado um perfil para pessoa jurídica. Assim, a empresa deve criar uma “página” na rede.
Entretanto, apesar dos benefícios da presença na internet, a regra básica é saber se a empresa está preparada para entrar de cabeça no mundo virtual. “Não adianta criar diversos perfis em redes sociais ou sites e deixá-los desatualizados por muito tempo, pois dá a sensação de amadorismo”, ressalta Gustavo.
Fonte: Diário de São Paulo

Inovação: Carro dobrável é solução para problemas de tráfego

Junho 22, 2012 by  
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Estradas lotadas, parques de estacionamento esgotados e aumento dos preços dos combustíveis – para não mencionar as emissões de gases de efeito estufa – não parecem ser razões suficientes para convencer o condutor diário a utilizar os transportes públicos. Mas, um veículo elétrico inovador, o EV, espera mudar mentalidades e convencer os condutores a deixarem as chaves do carro em casa.

Os micro-EVs, o nome pelo qual estes carros são conhecidos, têm como objetivo levar os passageiros de e para os transportes públicos para que os condutores possam deixar os seus carros poluentes em casa, permitindo, desta forma, resolver um antigo problema de transporte nas grandes cidades.

Com a implantação de frotas destes carros elétricos e dobráveis em estações com carga elétrica estrategicamente distribuídas, espalhadas por toda a cidade e subúrbios, esses veículos podem ajudar a aliviar o congestionamento do tráfego, problemas de estacionamento, ao mesmo tempo que mantêm a limpeza do ar urbano.

Por fora, o EV parece uma esfera de vidro com quatro rodas e tem cerca de metade do comprimento do SUV Ford Explorer. Porém, este EV tem características invulgares que o distingue de outros carros elétricos: o único corpo dobrável está ligado a um pivô central, ligado ao módulo do passageiro da frente e sobe para que o tronco do módulo traseiro possa deslizar e assim ficar dobrado. Quando dobrado, os 2,5 metros de carro encolhem para um escasso 1,5 metro, permitindo que seja arrumado num parque de estacionamento de série.

Como alguns antigos carros europeus ultra-compactos, tanto o passageiro como o condutor entram e saem pelo mesmo espaço, o pára-brisa dianteiro, que serve como única porta.

Esta viatura atinge uma velocidade máxima de apenas 50 km / hora e um alcance máximo de cerca de 120 km, pois foi projetado com o fim único de só efetuar viagens curtas em espaços urbanos. No entanto, a bateria de íon-lítio que alimentam o motor pode ser totalmente recarregada em cerca de 15 minutos.

O veículo pesa menos de 500 kg e pode ser registado, de acordo com a lei de alguns países, como um quadriciclo e os condutores até podem nem precisar de carta de condução.

Quando o grupo Hiriko apresentou o protótipo à Comissão Europeia (CE), em Bruxelas, em janeiro de 2012, Durão Barroso, o presidente da CE disse que o carro era uma «solução sistemática para os grandes desafios sociais». Em abril, o grupo ofereceu um EV a Vitoria-Gasteiz, uma cidade no norte da Espanha e agora planeia vender o pequeno de dois lugares aos municípios da Europa.

Entretanto, Barcelona, Berlim, Malmo, San Francisco, e Vitoria-Gasteiz já estão em negociações com os fabricantes para desenvolver frotas dos dobráveis EV, confirma a BBC. Também interessados estão os gerentes de transportes da reserva da biosfera de Urdaibai Basco, em Ibiza, assim como Hong Kong e Florianópolis (Brasil).

Os funcionários da empresa estão a desenvolver um sistema de logística sem fios que emprega uma mistura de tecnologias inteligentes, através de redes de sensores e algoritmos, recorrendo ao uso do smartphone, para tornar mais fácil a gestão das frotas.

«O carro é tão pequeno e tão apertado por causa do chassis dobrável que é difícil embalá-lo», disse um dos responsáveis do projeto, Larson, acrescentando que «o EV é projetado mais como um iPhone do que como um PC».

Os designers utilizaram uma estrutura eficiente e materiais leves e evitaram muitos componentes de um carro tradicional, como um motor de combustão interna, transmissão, radiador e sistema de arrefecimento. Contudo, o EV passou em todos os testes de segurança.

Embora pequeno, o carro suporta com segurança um impacto de um acidente, ou seja, os engenheiros foram capazes de tornar o carro mais leve e menor, sem comprometer a sua segurança. A resistência ao choque é reforçada pelo chassis dobrável, projetado para comprimir e absorver a energia do impacto.

O preço deste veículo ronda os 14 mil euros.

Fonte: Agência Financeira

Inovação: Já existe um hotel que flutua e se move com o sol

Junho 22, 2012 by  
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Um designer industrial italiano criou um hotel-iate flutuante, movido a energia solar e submarino, feito, essencialmente, para ser atracado nas marinas ou nas proximidades das praias mais famosas do mundo.

O projeto do italiano Michele Puzzolante é um iate com cerca de 20 metros de comprimento que vem equipado com uma lâmpada de «observação» submersa para que as pessoas possam ver e observar a vida marítima.

Com dois quartos simples e dois duplos, equipados com WC e todas as comodidades de um hotel de cinco estrelas, o iate possui ainda uma cozinha, uma sala de jantar, uma sala de estar e um deck com jacuzzi.

O barco é alimentado a energia solar e tem um gerador de energia auto-suficiente, como adianta o jornal «The Herald Sun».

Se quiser passar uns dias neste barco já não vai precisar de esperar muito tempo: o Dubai vai ter uma sequência destes barcos-submarino. Vistos de cima terão o aspeto de um disco.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Facebook enfrenta desafio à sua altura: a mobilidade

Junho 22, 2012 by  
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Há um mês, o Facebook parecia um gigante invulnerável. Com o número de usuários em ascensão e beirando os 900 milhões, o serviço se preparava para abrir capital na bolsa de valores e fazer mais bilionários. Para o infinito e além, parecia dizer a rede. De fato, no dia 18 de maio, veio a oferta inicial de ações (IPO), que atraiu nada menos do que 16 bilhões de dólares – maior cifra já registrada na abertura de capital de uma empresa de tecnologia. Com ela, foi revelado também um problema. À medida que os usuários da rede migram para dispositivos móveis, a receita do serviço desacelera. Sim, mobilidade é o calcanhar de aquiles do Facebook. Isso vem motivando as mais variadas especulações sobre o que Mark Zuckerberg, criador e CEO do Facebook, deve fazer para redefinir o destino de sua criação. Surgiram também previsões catastróficas sobre a “morte” do serviço no prazo de oito anos (o que é uma eternidade no mundo digital): “O problema do Facebook está em seu DNA, definido na era pré-mobilidade”, diz a VEJA Eric Jackson, analista americano do mercado de tecnologia e autor da profecia. “Caso não mude, o serviço pode ter o mesmo fim de Yahoo! e MySpace, que hoje são irrelevantes.”

As águas tranquilas em que navegava o Facebook se agitaram dias após o IPO. O escritório de advocacia americano Robbins Geller abriu uma ação judicial acusando a rede de omitir informações relevantes a potenciais investidores no período que antecedeu a abertura de capital. O ponto que realmente importa é o arrefecimento do ritmo de crescimento da receita, fortemente dependente dos anúncios de produtos e serviços exibidos nas páginas e perfis dos usuários. No primeiro trimestre de 2012, o faturamento subiu incríveis 45% em relação ao mesmo período de 2011, mas a taxa foi sensivelmente inferior aos 55% da medição anterior. “Na estreia na bolsa, o Facebook passava por severa e prenunciada redução no crescimento de suas receitas” argumentou a acusação. E emendou a causa: em vez de utilizar o programa na web, as pessoas o utilizam cada vez mais em dispositivos móveis.

De fato, a parcela de cadastrados que acessa a rede a partir de tablets e celulares disparou nos últimos anos, a tal ponto que hoje o acesso móvel já é majoritário. Boa parte das pessoas acessa a rede social a partir de aplicativos especialmente desenvolvidos para rodar nas telinhas de tablets e celulares. Ocorre, porém, que até o início deste mês esses aplicativos não exibiam anúncios. Ou seja, quem entrava no serviço para papear com amigos ou postar a foto da nova namorada não enxergava ali mensagens publicitárias – que só eram exibidas aos cadastrados que acessavam o Facebook por meio dos navegadores de internet (Chrome, Internet Explorer, Firefox etc.). Eis uma provável razão para a desaceleração da receita. De acordo com a mecânica do serviço, o anunciante só remunera o Facebook quando seu anúncio é efetivamente visto ou clicado pelos usuários: se este não vê a propaganda, a rede social não recebe.

O Facebook se apressou para corrigir o problema, é verdade. No início deste mês, dois novos modelos de anúncios passaram a ser exibidos em aplicativos para dispositivos móveis. Um deles já foi torpedeado pelos usuários: são as histórias patrocinadas, que, no feed de notícias, se misturam a postagens que amigos do usuário fazem na rede. “É uma solução eficaz, mas invasiva, uma vez que apresenta um conteúdo no perfil do usuário sem seu consentimento. É como colocar palavras na boca dele”, diz Guilherme Rios, diretor da Social Agency, especializada em ações de marketing na rede social.

Rios não foi o único a achar a ação do Facebook desajeitada. Para Eric Jackson, ela demonstra mais uma vez que o DNA da rede não traz know-how para operar na era da internet móvel, mas em uma fase anterior, a da web social. “Hoje, podemos ver que a internet é constituída por três ondas de empreendimentos digitais”, diz Jackson. “A primeira engloba companhias criadas entre 1994 e 2001, que buscavam agregar conteúdos: é o caso do Google. A segunda é das redes sociais, como LinkedIn, MySpace e Facebook. A última, iniciada em 2010, se dedica exclusivamente ao mundo móvel, são negócios concebidos para funcionar onde o usuário está.” É o caso do Instagram, ferramenta de edição e compartilhamento de fotos, do Foursquare, serviço baseado em geolocalização, e do Social Cam, uma espécie de Instagram de vídeos. Todos são, por excelência, produtos concebidos para rodar em tablets e celulares e colar em seus usuários, onde quer que eles estejam.

Embora faça bastante barulho, a tese de Jackson de que o Facebook está fadado ao fracasso não é aceita sem resistência. Argumenta-se que nada impede Zuckerberg, um empresário de apenas 28 anos, de se adaptar aos novos tempos. Prova disso foi o recente esforço de aquisição e incorporação do Instagram, por 1 bilhão de dólares, em abril. “O Google também provou que essas empresas podem incorporar tecnologia nova ao lançar o Android, sistema operacional para dispositivos móveis”, diz Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). “Com ele, o gigante de buscas mergulhou na mobilidade.”

Divergências à parte, há uma interseção entre os pontos de vista dos analistas: o Facebook está de fato diante de um desafio à sua altura – como fazer dinheiro num ambiente em que mais e mais gente utiliza a rede a qualquer hora, em qualquer lugar, graças a aparelhinhos portáteis e seus aplicativos. “Outras grandes empresas, como Apple e Google, ainda têm dificuldades para criar estratégias de monetização”, diz Fernando Belfort, analista de mercado sênior da consultoria Frost & Sullivan. Dados da Interactive Advertising Bureau, instituição voltada ao desenvolvimento do mercado de mídia digital, mostram que a receita aferida com publicidade em dispositivos móveis em todo o mundo chegou em 2011 a 5,3 bilhões dólares. É uma cifra respeitável, mas oito vezes inferior à registrada pela internet como um todo só nos Estados Unidos. Em resumo, o dinheiro ainda está em migração. Dificulta esse movimento o fato de que uma infinidade de aparelhos de celular e tablet inundam o mercado, com sistemas e formatos diferentes. “A diversidade de aparelhos e a desigualdade entre eles comprometem a apresentação de serviços digitais”, afirma Meira.

Para o americano Brian Blau, analista do instituto de pesquisas Gartner, o Facebook está ciente da ligação íntima as pessoas e seus smartphones. “Celulares e tablets são hoje a tecnologia com maior potencial de socialização à disposição da humanidade. Conteúdos em texto, foto e vídeo podem ser compartilhados durante o deslocamento das pessoas, liberando-as para atividades, reflexões e interações. As empresas terão que trabalhar duro para reter a atenção de seus consumidores.”

Fonte: Veja

Inovação: Casas do futuro. Imagina como serão?

Junho 21, 2012 by  
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Hoje em dia, do ponto de vista sustentável, a construção comum responde cada vez menos aos princípios da sustentabilidade ambiental,sendo pautada pela produção de resíduos e desperdícios, ineficiência energética, emissões globais de CO2, o que se traduz num legado ecológico elevado. Porém, sempre que pensamos em futuro, é inevitável termos em mente a ideia de desenvolvimento sustentável. Uma ideia que se deve estender a todas as pessoas e a todos os setores de atividade, o da construção inclusivé.

Atualmente, no mercado, já existem soluções de construção de casas energicamente eficientes e «amigas do ambiente», como é o caso das casas da «Cool Haven».

O conceito assemelha-se ao processo de construção infantil do jogo do Lego, na medida em que são usadas peças pré-fabricadas para erguer uma casa: «Esses legos são fabricados em ambiente fabril e já integram as componentes elétrica, de isolamentos, de águas, dómótica e robótica. Todas as componentes estão integradas nesses módulos e têm uma dimensão média entre 1200 e 2400 milímetros.», disse ao programa «Falar Global», o administrador da empresa de construção, Joaquim Rodrigues.

Esta nova forma de construção é programada ao mílimetro e já está a ser utilizada em Portugal, em casas que podem ser construídas em poucas semanas.

As casas estão pensadas para serem alteradas de acordo com as necessidades dos seus moradores. No caso de uma família aumentar, por exemplo, existe a possibilidade de acrescentar mais um módulo ou até mesmo levá-la para outro lugar: «Juntando essas partes todas, exatamente como um jogo da Lego, podemos fazer o que quisermos, basta sermos criativos. Com imaginação podemos criar qualquer tipo de arquitetura», concluiu o administrador da «Cool Haven».

Em termos de segurança, estas casa têm vantagens em relação às tradicionais, tendo em conta que a estrutura principal é de aço, um material 100% reciclável e mais resistente em caso de ocorrência de um sismo. A «Cool Haven» pretende ser sustentável e auto-eficiente em termos energéticos utilizando sistemas que aproveitem a energia solar, a inércia térmica do solo e recuperem a água da chuva.

A casa modelo «Cool Haven» já se encontra disponível para ser visitada, no iParque (Parque Tecnológico de Coimbra), situado em Antanhol, mas nós damos-lhe já uma ideia.

Fonte: Agência Financeira

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