Marketing: Os jogos chegaram ao Google+
Agosto 14, 2011 by Inovação & Marketing
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O Google+, a nova rede social do gigante da Internet, anunciou a inclusão de jogos na plataforma. Mas, sem mencionar o rival, fez questão de sublinhar que não serão tão intrusivos como em tempos foram no Facebook.
Entre os jogos que estarão disponíveis no Google+ estão o fenómeno de popularidade Angry Birds (que começou no iPhone e está agora disponível numa miríade de plataformas) e jogos da Zynga, a empresa de jogos sociais criadora do FarmVille.
No anúncio, o Google frisa que os jogos não serão intrusivos e podem ser facilmente escondidos: “Isso significa que você controla quando vê os jogos, como os joga e com quem partilha as suas experiências. Os jogos no Google+ estão lá quando os quer e desaparecem quando já não os quer”.
A precaução é provavelmente resultado do que foi a experiência de jogar no Facebook. Agora, o Facebook mostra os conteúdos partilhados pelos “amigos” do utilizador que considera mais relevantes, o que frequentemente deixa de fora os jogos. Mas em tempos era frequente os utilizadores do Facebook serem inundados com pedidos de colaboração ou informação sobre os jogos que outros estavam a jogar.
A nova funcionalidade está a ser implementada “gradualmente” e deverá estar “em breve” disponível para todos. A página de jogos ficará acessível através de um novo botão no topo do site, junto ao botão para a página de círculos de contactos.
Naquele que é mais um contra-ataque desde que o Google+ apareceu, o Facebook anunciou hoje uma nova funcionalidade para tornar os jogos mais apelativos dentro desta rede social.
As aplicações e os jogos desenvolvidos por pessoas e empresas externas ao Facebook, que optaram por usá-lo como plataforma de publicação, foi um dos factores de sucesso desta rede social, e um factor que ajudou a ultrapassar o MySpace, que permaneceu fechado.
No Facebook, um novo painel vai permitir visualizar em tempo real o uso de aplicações e jogos por “amigos”, com o objectivo de “tornar a experiência de jogar no Facebook mais social do que nunca”. A pontuação conseguida em jogos também poderá passar a fazer parte de tabelas públicas.
Fonte: Público
Inovação: Como funciona o ‘customer development’?
Agosto 13, 2011 by Inovação & Marketing
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Como funciona o ‘customer development’?
Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startup
Parte do trabalho do empreendedor ao definir a proposição de valor da sua startup é encontrar um bom encaixe entre o problema e a solução. Isso significa encontrar a melhor relação entre duas coisas:
1) o problema ao qual seu cliente dá mais valor, ou seja, onde a dor do cliente é mais forte.
2) a solução de menor custo que resolva esse problema, e considere que custo é uma combinação de tempo, recursos humanos e capital.
Os especialistas em gestão tradicional acreditam que esse encaixe problema/solução (e consequentemente, o produto ou serviço resultante da empresa) será confirmado e ajustado durante o plano de negócios, através de pesquisas de mercado, o que costuma custar caro e levar algum tempo. Em startups, tempo é crucial e cada dia conta para chegar a um produto que gere receita. Isso acontece porque durante a procura de uma inovação, é importante ter algo que sustente os custos da empresa sem fugir demais da proposição inicial.
Como as hipóteses sobre um produto podem mudar completamente de um dia para outro, assim que se descobre um indicativo claro que o cliente irá pagar por um produto diferente – por isso, é necessário estabelecer um novo jeito de raciocinar. O conceito de Customer Development criado por Steve Blank é uma das técnicas mais interessantes dos últimos anos para resolver esse problema. Se o empreendedor assumir desde o início que sua proposição de valor e o encaixe produto/solução são hipóteses – e como toda hipótese, precisam ser validados, revistos e renovados – é possível usar um ciclo contínuo para descobrir os pontos 1 e 2 acima.
Fonte: Exame
Inovação: “Papel digital” pode ser escrito e apagado 260 vezes
Agosto 13, 2011 by Inovação & Marketing
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A novidade é assinada pelo Instituto de Investigação Tecnológica de Taiwan, cujo porta-voz, entrevistado pela Reuters, destacou a poupança que pode representar, tanto a nível financeiro como ambiental, a criação.
Designado como e-paper, reclama o título da primeira criação do género que pode ser escrita, apagada e reescrita. Convém também afastar desde já a ligação aos leitores de ebooks (e-readers), uma vez que a tecnologia em causa se destina a uma utilização independente, pretendendo antes substituir a utilização do papel, nos casos em que se mostre viável e preferível.
Alguns dos exemplos dados pelos responsáveis pelo projeto passam pela aplicação da solução em substituição do papel em posters e anúncios colocados nas montras das lojas, uma vez que o e-paper não depende de eletricidade e pode ser impresso em várias cores.
É leve, macio e pode ser apagado e reescrito até um limite de 260 vezes, garantem os investigadores que criaram o i2T-epaper.
A impressão é feita através de uma impressora térmica, semelhante à usada em máquinas de fax, e o conteúdo pode ser facilmente apagado ficando a folha livre para voltar a ser usada.
Fonte: Sapo Tek
Inovação: Óculos 3D universais chegam em 2012
Agosto 13, 2011 by Inovação & Marketing
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Três das principais fabricantes de televisores estabeleceram um acordo para lançarem um standard para os óculos 3D. Os óculos 3D universais devem chegar ao mercado em 2012
A iniciativa partiu da Panasonic, Samsung e Sony, que pretendem estabelecer um modelo universal de óculos 3D, que possa ser utilizado em todos os televisores das três fabricantes compatíveis com 3D.
Ao criarem um standard universal, as gigantes da electrónica de consumo pretendem incentivar uma rápida adopção da tecnologia por parte dos consumidores, dado que os televisores com 3D ainda não conseguiram cativar o mercado.
Além das três fabricantes o acordo envolve a empresa Xpand 3D, especializada na produção de óculos 3D.
De acordo com informação avançada pelo portal Ars Technica, as especificidades do standard deverão ser disponibilizadas em Setembro, para que os óculos 3D universais comecem a ser comercializados a partir de 2012.
Fonte: Sol
Marketing: 7 marcas exaustivamente clonadas pelos chineses
Agosto 12, 2011 by Inovação & Marketing
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Os chineses viraram mestres na arte de copiar produtos eletrônicos. Sem se importar com patentes, as fábricas do país produzem milhares de dispositivos similares aos das marcas mais populares do mundo, procurando espaço em um mercado de produtos mais baratos. Os consumidores até se satisfazem com os produtos por um tempo – mas ele é breve. Em geral, os dispositivos apresentam falhas rapidamente. Confira a seguir exemplos de produtos populares copiados pelos chineses.
1 Apple Store
Aparentemente, as lojas falsas da Apple já existem na China há bastante tempo, mas ninguém havia percebido a fraude. Imitando a identidade visual dos estabelecimentos oficiais, autorizados pela Apple, esses pontos comerciais piratas passaram a vender produtos originais, mas sem garantia. iPad, iMac e iPhone foram comercializados a milhares de consumidores, muito deles sem nota fiscal. A fraude foi divulgada por um blogueiro americano, que publicou a denúncia em seu site. Apesar da indignação dos fãs, as autoridades chinesas alegaram que não têm mecanismos legais para coibir esse roubo de identidade. Duas lojas foram fechadas, mas por falta de autorização municipal para atuar.
2 iPhone
O iPhone é o produto mais popular da Apple. De olho nesse sucesso, os chineses criaram o HiPhone, celular bem parecido com o aparelho da Apple e que tem até capacidade até para captar sinais de TV. Para muitos usuários, esse seria o aparelho perfeito. Contudo, os modelos piratas apresentam uma brevíssima vida. Aos três meses, constumam apresentar problemas devido à baixa qualidade nos componentes e na própria construção do dispositivo.
3 PlayStation 3
Esse é o tipo de brincadeira que não se faz com uma criança: vender um Mini PolyStation 3 em lugar do original PlayStation 3. O modelo pirata tem uma carcaça de plástico idêntica à do console da Sony, mas a semelhança termina aí. O PolyStation 3 possui apenas um controle, ligado diretamente ao console por um fio. Para jogar, o usuário deve utilizar uma tela de LCD embutida no aparelho, que é capaz de rodar apenas jogos similares aos minigames monocromáticos que ficaram populares nas décadas de 80 e 90.
4 Nintendo Wii
A Sony não é a única a sofrer com a maldição das cópias baratas. A Nintendo também enfrentou sua cota de clones com o MyWii e o Vii, bem similares ao console original Wii, controlado a partir de movimentos do usuário. Nesse caso, a fraude incluiu até títulos famosos como o Wii Sports, que ganhou sua versão “alternativa”. A parte engraçada da história é que os jogos de esportes do Vii são bem interessantes, apesar de não terem a mesma qualidade dos originais. Entre as opções de games estão o boliche, arremesso de dardos, tênis de mesa, tênis, dança e até mesmo um título para quem gosta de cozinhar.
5 BlackBerry
Por muito tempo, a canadense Research in Motion (RIM) dominou o mercado de smartphones com seus BlackBerry. Essa fama toda atraiu a atenção dos chineses, que transformaram alguns dos modelos da marca nos eletrônicos mais clonados da história. A semelhança física entre os aparelhos de fato era grande. Mas a qualidade de construção dos aparelhos piratas era bem inferior, além de os modelos não oferecerem acesso aos serviços originais disponibilizados pela RIM.
6 Kindle
Nem a Amazon, uma das maiores empresas do varejo eletrônico no mundo, conseguiu escapar da pirataria de eletrônicos. A segunda versão do leitor de livros eletrônicos Kindle não fez tanto sucesso quanto outros dispositivos eletrônicos, mas acabou ganhando uma versão oriental: o WeFound. Além de aceitar diversas obras em chinês, o produto ainda utiliza um cartão SIM, desses usados em celulares, para fazer conexão com a internet – desde que seu proprietário tenha um plano de dados.
7 Xbox 360
Para finalizar a clonagem de consoles, nada mais justo de que incluir a Microsoft na briga. Caixas e mais caixas do chinês Xgame 360, uma cópia barata do Xbox 360, foram encontradas no México, ao preço de 29 dólares. Apesar das semelhanças, o console não passa de um grande emulador do sistema de 8-bits da Nintendo. É um belo jeito de punir as crianças que não foram boazinhas durante o ano.
Fonte: Exame



