Inovação: Menino de 13 anos inventa campainha que liga para celular
Junho 13, 2011 by Inovação & Marketing
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Um garoto londrino de apenas 13 anos está fazendo fortuna com uma invenção que engana visitantes mal-intencionados que tocam a campainha de casas para verificar se elas estão vazias.
A Smart Bell, criada por Laurence Rook, é uma campainha que, quando acionada, liga para o celular do dono da casa, que pode falar com o estranho como se estivesse na residência. Até um chiado suave é colocado na ligação para parecer que o dono está realmente usando o interfone para falar com o possível ladrão.
Até agora, o garoto já vendeu 20.000 unidades para a empresa de telecomunicações Cmmtel Innovative e deve fechar um contrato, em breve, para vender outras 25.000 unidades para outra empresa ainda não divulgada. Se tudo der certo, ele vai faturar 250.000 libras (quase 650.000 reais) nos próximos meses.
Além de enganar os ladrões, o sistema ajuda os donos a orientar entregadores de encomendas sobre como e onde deixar as entregas. Na verdade, essa foi a intenção inicial de Laurence quando pensou na Smart Bell.
Ao ver sua mãe cansada de buscar nos postos do correio as encomendas que não foram entregues por não haver ninguém em casa, ele teve a ideia. Quando o projeto já estava em andamento, para participar de uma competição em sua escola, é que ele percebeu o potencial do sistema como item de segurança.
Com a ajuda da amiga da família, Paula Ward, Laurence contratou uma companhia chinesa para produzir a invenção em escala e, claro, patenteou a ideia. A Smart Bell deve chegar às lojas britânicas em setembro, por cerca de 40 libras, cada.
O dinheiro que o garoto vai ganhar com isso ainda não tem destino certo, mas uma parte vai ser guardada para ele pagar a faculdade. A outra parte deve ser gasta em diversão.
Fonte: Exame
Inovação: Inovação no Brasil x Inovação no Mundo
Junho 13, 2011 by Inovação & Marketing
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A Inovação tem sido destacada como a grande força propulsora e renovadora das empresas e, consequentemente, do crescimento sustentável das nações. O fato de “fazer diferente” é reconhecido por todos como algo que proporciona uma posição de destaque junto aos clientes, fornecedores e a sociedade, gerando, com isso, valor econômico para as organizações.
Mais do que uma intuição, inovar é a chave do crescimento sustentável. Um estudo realizado em 2005 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) com 72 mil empresas brasileiras com mais de dez funcionários demonstrou que, apesar destas empresas representarem apenas 1,7% da indústria, as que investem em inovação são responsáveis por 25,9% do faturamento industrial no Brasil, e por 13,2% do número total de empregos gerados no país.
Inovar, pragmaticamente, é transformar ideias novas em resultados sustentáveis, ou seja, consiste no justo equilíbrio entre criatividade e processos para geração de valor. Em termos de criatividade, o Brasil tem um diferencial oportuno em comparação com outros países. É, ao mesmo tempo, o país da biodiversidade e da etnodiversidade. É uma nação multicultural e linguisticamente unida – diferente da Europa, por exemplo -, em que o respeito e admiração da diferença, de forma geral, prevalecem. Por outro lado, o Brasil tem, também, um enorme desafio, que consiste na própria inserção efetiva desta diversidade no contexto organizacional. Para mencionar um único e bastante revelador dado, no Brasil, menos de 27% dos cientistas atualmente trabalham em projetos ligados a empresas. Nos Estados-Unidos, país que viu nascerem empresas como Cisco, Xerox, Google, Apple, Facebook, entre outras grandes marcas, 80% dos pesquisadores são inseridos em trabalhos empresariais. Na Correia do Sul, que acelerou de forma exemplar seu crescimento nas últimas duas gerações, este mesmo número é de 77%.
O Brasil tem um cenário empreendedor interessante que o coloca como país de destaque no mundo. Porém, este destaque está mais ligado ao tamanho da população empreendedora do que pelo planejamento empreendedor. Infelizmente por aqui essa atividade ainda acontece mais no sentido de um da necessidade e não de oportunidade, e com muito pouco conteúdo inovador.
Os dados da PINTEC (Pesquisa de Inovação Tecnológica) coletados pelo IBGE, demonstram que o protagonismo privado nos investimentos em inovação e, consequentemente, na cultura do risco como contrapartida da oportunidade, ainda é baixo. Efetivamente, a porcentagem total de investimentos privados em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) no Brasil é de 0,55% do PIB, contra 1,87% nos Estados Unidos e 2,45% na Correia do Sul.
Naturalmente, não se deve utilizar de tais dados para autenticar que o país estacionou a inovação. No Paraná, por exemplo, tem se incentivado e verificado um esforço cada vez maior de desenvolvimento da inovação por meio de parcerias. Redes internas e externas de parceria, que decorrem do incentivo ao trabalho interno em rede (potencializado pela chamada web 2.0), e pela busca constante pela aproximação de empresa-empresa, universidade-empresa, ONG-empresa e governo-empresa, têm sido decisivas para o fortalecimento da cultura de empreendedorismo inovador no Estado.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Inovação: Como alavancar os negócios?
Junho 13, 2011 by Inovação & Marketing
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“Deem-me um ponto de apoio e uma alavanca e moverei a Terra”. Esta é a célebre frase do matemático e físico grego Arquimedes. A pretensão dele era proporcional à sua descoberta. Ao desenvolver uma solução para lançar na água uma luxuosa nau de quatro mil toneladas, construída pelos armadores do rei Hierão, ele inventou a alavanca e desenvolveu o conceito de centro de gravidade. Incapazes de lançar a gigantesca embarcação na água, só restava aos seus construtores contarem com a genialidade de Arquimedes. Nas vendas do seu negócio é a mesma coisa! Qual é o seu ponto de apoio e qual a sua alavanca para que você possa aumentar suas vendas? – Tenho algumas dicas que podem ajudá-lo a descobrir qual deve ser o seu ponto de apoio e qual deve ser a sua alavanca para aumentar as vendas do seu negócio. O seu ponto de apoio deve ser o seu diferencial competitivo. E o que é este diferencial competitivo no negócio? A resposta não é simples: Pode ser aquilo que só o seu negócio pode oferecer. Aquilo que faz as pessoas o procurarem ou o desejarem. Sejam produtos, ou serviços, ou atendimento diferenciados, ou ainda algo muito único do seu negócio, como alguma expertise ou produto exclusivo. No caso do varejo, por exemplo, poderíamos ter um ponto de venda privilegiado como diferencial competitivo. Um exemplo real de como encontrar qual o seu diferencial competitivo pode ser dado por meio de uma das maiores redes de lanchonetes do mundo. Eles acreditavam que o seu maior diferencial competitivo eram seus sanduíches, ou seja, os clientes eram mantidos, pois o que os atraía era o seu sanduíche. Quando se fez uma análise mais profunda, baseada em pesquisas, descobriu-se que o diferencial competitivo da empresa não eram os sanduíches, mas a localização das lanchonetes. O padrão de qualidade e o sabor do sanduíche em si eram considerados bons pelos clientes, mas o que os fazia frequentar o lugar era a comodidade, ou seja, sempre havia uma loja da rede perto do trabalho ou perto da casa dos clientes. Portanto, o sanduíche, que aparentemente era a estrela do espetáculo, acabou, com a descoberta do diferencial competitivo, sendo considerado como o segundo motivo de retenção dos clientes na rede. Imagine o impacto que isso teve sobre o negócio. O foco passou a ser procurar os melhores pontos comerciais no mundo todo, pois isso que garantiria a sobrevivência e a contínua expansão da rede, e não o sanduíche.
Agora, descoberto qual o real ponto de apoio do seu negócio, é preciso saber utilizar a alavanca, que, na verdade, é a sua equipe comercial ou de atendimento. Se a alavanca souber utilizar o ponto de apoio como base ou alicerce do seu trabalho, poderá gerar uma força de vendas descomunal, o que irá criar um potencial enorme para o negócio.
Imaginemos uma indústria ou um distribuidor. Após um estudo detalhado, descobriu-se que o ponto de apoio é o prazo de entrega e não os produtos vendidos. A equipe comercial e de atendimento tem que ser doutrinada, para que este seja o principal argumento a ser reforçado junto ao cliente. Não é o preço, não é a qualidade dos produtos, não é a marca. Todos estes itens listados, com certeza, podem fazer a diferença, mas não são eles que vão diferenciar o negócio dos seus concorrentes. O seu cliente poderia encontrar esses outros fatores na concorrência, mas ele quer aquilo que só você pode oferecer: o prazo de entrega.
Em outro exemplo poderíamos ter o atendimento, ou o preço baixo somente como diferencial. Identificar aquilo que o diferencia do seu concorrente e trabalhar com sua equipe comercial e de atendimento em cima desse ponto irá alavancar as suas vendas.
Aparentemente parece fácil. Experimente passar um dia ouvindo os seus vendedores, ou atendentes, conversando com o cliente. Analise o que é falado. Você ficará surpreso com a quantidade de coisas que a equipe fala e que não agrega nada. Você também ficaria surpreso como eles simplesmente “esquecem” de falar exatamente aquilo que é o importante para o seu negócio decolar. Treinar a equipe neste sentido é fundamental.
Se você não parou para pensar sobre qual é o seu diferencial competitivo é melhor se apressar, pois seu concorrente já deve estar pensando. Se você ainda não analisou se a equipe comercial ou de atendimento utiliza o diferencial competitivo para vender o seu produto ou serviço, nunca é tarde para começar. Invista na formação e treinamento da sua equipe comercial, para que ela foque naquilo que o diferencia do seu concorrente. Os resultados são fáceis de medir: basta olhar seu faturamento no final do mês.
Fonte: DCI
Marketing: Financial Times 1 X Apple 0
Junho 13, 2011 by Inovação & Marketing
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O novo app do Financial Times para iPad e iPhone, lançado esta semana, parece um aplicativo convencional para os gadgets da Apple. O visual é idêntico. A navegação também. Mas isso é só aparência.
Em vez de viver no mundo fechado do iPad, o app do FT vive no ambiente aberto da internet. É, na verdade, uma nova categoria de produto: o web app. Adota a interface do iPad e do iPhone, mas escapa das exigências feitas pela Apple à mídia. Pode ser acessado por todo mundo pelo browser.
“Tudo o que um app iOS pode fazer a web faz melhor”, disse Rob Grimshaw, o diretor online do Financial Times, ao site paidContent.org. Segundo as estimativas dele, cerca de 50% do tráfego do FT no iPad já vinha mesmo da internet.
Até o dia 14, o app está aberto a todos, sem cobrança, para ser experimentado. Basta salvar o endereço na home do iPad e do iPhone e autorizar maior espaço para armazenamento. Para que mais espaço? Para armazenar conteúdo no próprio aparelho: o app permite leitura offline. Um simples registro garante o acesso ilimitado.
Depois do dia 14, é preciso pagar para ter acesso completo ao conteúdo do app. Para quem faz uma assinatura anual standard, uma semana de Financial Times custa 4,99 dólares. Que vão direto para o caixa do FT, sem os 30% cobrados pela Apple de todos os apps vendidos em sua loja.
O Financial Times não é o primeiro nomão da imprensa a evitar a loja da Apple. A Playboy fez a mesma coisa em maio, mas por outro motivo: com seu conteúdo, não caberia mesmo dentro das regras da Apple relativas a nudez e sexo.
O FT é o primeiro nome de grande prestígio a lançar um web app por não concordar com as limitações comerciais impostas pela Apple à mídia. Um dos sites mais bem-sucedidos do mundo, com 224 mil assinantes e 1 milhão de downloads de apps para tablets e smartphones, achou que poderia voar solo, se necessário.
Isso não quer dizer que o Financial Times e a Apple cortaram relações: as discussões entre as duas partes continuam, na tentativa de chegar a algum tipo de acordo, segundo o paidContent.org. Agora, evidentemente, em novos termos.
O web app do Financial Times pode se tornar um marco em termos de internet móvel. É desenvolvido em HTML5, a tecnologia considerada mais promissora hoje na internet. Além de permitir que se simule de forma muito próxima a experiência até agora imbatível do iPad e do iPhone, a opção pelo HTML 5 tem outra vantagem importante. Permite também que os aplicativos sejam portados para outras plataformas com relativa facilidade e com mais rapidez.
“Nosso objetivo era fazer que o consumidor pudesse ler o jornal em qualquer celular ou computador com uma única assinatura”, afirmou à Reuters o CEO do FT, John Ridding. Versões para tablets da Samsung, Motorola e BlackBerry sairão em breve.
Fonte: Exame
Marketing: Facebook testa barra similar à timeline do Twitter
Junho 13, 2011 by Inovação & Marketing
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O Facebook começou a testar a sua nova ferramenta em tempo real, que é similar ao timeline do Twitter, noticiou o The Next Web nesta sexta-feira. Batizada de “Happening Now”, a barra pode ser vista por apenas alguns usuários – menos de 1%, segundo a rede social. Ela disponibiliza o compartilhamento de informações dos contatos do usuário sem a necessidade de sair da página inicial, à direita do Feed de Notícias.
A barra para a maioria dos usuários atualmente mostra anúncios publicitários, mas deve ser substituída nos próximos dias depois dos testes com logins selecionados. Entre as atualizações que devem entrar no “Happening Now”, estão toda vez que os contatos “curtirem” algo.
“Estaremos melhorando a ferramente nos próximos dias e expandiremos para mais gente o serviço”, anunciou o Facebook.
Fonte: Terra



