Marketing: Bebidas estão entre as marcas mais comentadas no Facebook

Abril 2, 2011 by  
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Johnnie Walker e Smirnoff realizam atividades interativas e ações com os seus fãs na versão brasileira da rede social.

O Socialbakers.com, portal de estatísticas do Facebook, divulgou um ranking das marcas que mais engajam fãs brasileiros na rede social. A lista indica Johnnie Walker e Smirnoff como duas das dez marcas mais acessadas no mês de fevereiro. No ranking, a marca de whiskey figura em segundo lugar e a vodka em oitavo. Ambas têm realizado no Brasil ações especialmente pensadas para o meio digital.

As ações da Johnnie Walker na rede social começaram com a promoção Acelerando com Gigantes, realizada na época da F1 em 2010. O vencedor da promoção esteve no GP Brasil e conheceu Lewis Hamilton e o paddock da McLaren. Vídeos semanais com as entrevistas do programa Johnnie Walker com Gigantes, realizado pela rádio MIT FM, além de informações sobre a marca e curiosidades que alimentam a página semanalmente. Mas foi a ação do Whisky Day, que promove o Johnnie Walker Red Label em 200 bares do Brasil, elevou o número de fãs de 28 mil para 78 mil em apenas sete dias.

Nos últimos tempos, Smirnoff tem investido nas redes sociais para se aproximar ainda mais de seus consumidores. Por meio de sua Fan Page, criada em 2009, a marca divulga concursos e promoções realizadas para seu público consumidor. Além disso, a rede social se transforma no principal canal quando os assuntos são os grandes eventos que a marca promove, como o Smirnoff Nightlife Exchange Project, no ano passado. Atualmente, a Smirnoff tem a maior comunidade no Facebook entre todas as bebidas alcoólicas vendidas no Brasil.

“No Brasil existem atualmente 13 milhões de usuários no Facebook, número que cresceu 6 vezes mais rápido do que no mundo, transformando o País no 12 º maior usuário do Facebook” explica Tania Cesar, Diretora de Marketing da Diageo. “Vemos nesse crescimento e na possibilidade de Interatividade direta com o público consumidor. No Facebook forma-se uma via de mão dupla em que temos a oportunidade de ouvir as necessidades deste público sem intermediários” finaliza o executivo.

Fonte: Meta Análise

Marketing: Internet móvel vai crescer 39 vezes no Brasil até 2015

Abril 2, 2011 by  
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Um estudo da Cisco indica que uso da internet em celulares e outros dispositivos móveis terá crescimento explosivo no Brasil nos próximos anos.

Para a Cisco, um dos maiores fabricantes de equipamentos para redes do mundo, não há dúvida de que o futuro da internet está nos celulares, tablets e outros dispositivos móveis. A empresa prevê que, nos próximos quatro anos, o tráfego de dados gerado por esses aparelhos vai crescer 39 vezes no Brasil. A taxa anual de crescimento será de 108%.

Essa previsão faz parte da versão mais recente do estudo Visual Networking Index (VNI) que, analisa o tráfego de dados global na internet. O VNI estima que, em 2015, o Brasil terá 246 milhões de celulares, o equivalente a 1,2 aparelho por habitante. Desse total, 58 milhões – cerca de um quarto do total – serão smartphones, enquanto os demais serão celulares mais simples.

Já o número de tablets em uso no país deverá crescer 81 vezes, chegando a 5,7 milhões de unidades em 2015. A Cisco também antecipa que 32 milhões de brasileiros estarão na internet, mas não vão usar o computador para isso. Eles estarão conectados exclusivamente por meio de dispositivos móveis. Essa parcela dos internautas vai corresponder a 49% do total. Outro dado do relatório é que o total de laptops no País deve crescer cinco vezes, atingindo 18 milhões de dispositivos.

Os números podem impressionar, mas não são exclusividade do Brasil. No mundo inteiro, calcula a Cisco, haverá 7,1 bilhões de dispositivos móveis conectados em 2015. O número é quase igual à população mundial projetada para daqui a quatro anos. O tráfego de dados previsto para o ano de 2015 (75 exabytes) será equivalente à transmissão de 19 bilhões de DVDs ou de 536 quatrilhões de torpedos pela internet.

Fonte: Exame

Marketing: 39,5% dos smartphones vendidos em 2011 usarão Android, prevê IDC

Abril 2, 2011 by  
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A partir deste ano, o sistema operacional Android deve dominar o mercado mundial de smartphones, segundo relatório da IDC, divulgado nesta terça-feira (29/3). O documento prevê que, em 2011, dos mais de 450 milhões de equipamentos que serão vendidos em todo o mundo, 39,5% utilizarão a tecnologia criada pelo Google.

Com isso, o Android, que em 2010 ocupava a segunda posição no ranking de sistemas operacionais para smartphones, vai assumir a liderança do setor neste ano. Uma situação, que, de acordo com a IDC, deve manter-se nos próximos quatro anos, quando as expectativas são de que o sistema operacional seja usado em 45,4% dos celulares vendidos no mercado mundial.

O relatório prevê também que o Windows Phone, da Microsoft será a tecnologia que vai crescer mais rapidamente nos próximos anos, saltando de uma participação de 5,5% para 20,9%, em 2015, quando ocupará o segundo lugar no ranking dos sistemas operacionais para telefones móveis. Um crescimento que é justificado pelo recente acordo firmado com a Nokia e pelo qual os smartphones da companhia utilizarão essa plataforma, em substituição ao Symbian, que deve praticamente desaparecer em quatro anos, com 0,2% de presença.

Já o sistema operacional utilizado nos iPhones, o iOS, tende a manter uma porcentagem estável de mercado. A IDC projeta que, em 2011, a tecnologia represente 15,7% de todos os smartphones vendidos, passando para 15,3% em quatro anos. Outro fornecedor que deve experimentar uma ligeira queda em termos de presença total no setor de smartphones é a RIM, com o BlackBerry. Este último vai passar de 14,9% para 13,7%, entre 2011 e 2015.

Vendas mundiais de sistemas operacionais para smartphones (Fonte: IDC)

Fonte: Olhar Digital

Inovação: Potências científicas emergentes

Abril 1, 2011 by  
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A ciência dos países em desenvolvimento é destaque no relatório Knowledge, Networks and Nations: Global scientific collaboration in the 21st century, produzido pela Royal Society, a academia de ciências do Reino Unido, e divulgado no dia 28. De acordo com o documento, Brasil, China, Índia e Coreia do Sul estão “emergindo como atores principais no mundo científico para rivalizar com as superpotências tradicionais” – Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão.


Na China, o investimento em pesquisa e desenvolvimento tem crescido a uma média de 20% ao ano desde 1999, chegando aos US$ 100 bilhões (ou 1,44% do PIB) em 2007. E o país pretende investir ainda mais, alcançando um investimento no setor de 2,5% do PIB até 2020.

“O crescimento da China é sem dúvida o mais impressionante, mas Brasil, Índia e Coreia do Sul estão rapidamente no mesmo caminho e (com base na simples extrapolação de tendências existentes) poderão ultrapassar a produção [científica] da França e do Japão no início da próxima década”, disse o relatório.

“O Brasil, na linha de sua aspiração de se tornar uma ‘economia do conhecimento natural’, com base em seus recursos naturais e ambientais, está trabalhando para aumentar o investimento em pesquisa de 1,4% do PIB, em 2007, para 2,5%, em 2022”, apontou o relatório – segundo dados do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o país aplicou 1,1% do PIB em ciência em 2007.

O documento também identifica outros países que estão se destacando no cenário internacional, ainda que não tenham uma sólida base no setor, como Cingapura, Irã, Tunísia e Turquia.

“O mundo científico está mudando e novos atores estão surgindo rapidamente. Além da emergência da China, notamos evoluções no Sudeste Asiático, no Oriente Médio e no norte da África, entre outros. O aumento da pesquisa e da colaboração científica, que pode nos ajudar a encontrar soluções para os desafios globais, é muito bem-vindo”, disse Sir Chris Llewellyn Smith, que presidiu o grupo consultor do estudo.

“Os dados do relatório da Royal Society são interessantes e registram o progresso que o Brasil vem tendo nos últimos 20 anos no aumento de sua produção científica. Alguma cautela deve ser adotada entretanto, pois, após 2008, com a crise econômica mundial, pode ter havido mudanças nas tendências extrapoladas. Além disso, o relatório parece ter se baseado muito em fontes secundárias em vez de usar as fontes primárias de dados, que seriam mais confiáveis”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Artigos publicados

Uma grande variedade de dados foi analisada para o levantamento, incluindo tendências no número de publicações científicas produzidas por todos os países.

Os dados de publicações e citações foram produzidos e analisados em colaboração da Royal Society com a Elsevier, utilizando a base Scopus e resumos da literatura científica global analisada por pares.

Os dados indicam mudanças na autoria dos artigos científicos entre os períodos de 1993-2003 e 2004-2008. Embora os Estados Unidos ainda continuem na liderança, sua parcela na produção científica mundial caiu de 26% para 21% entre os períodos. A China, por sua vez, passou de sexto para o segundo lugar, pulando de 4,4% para 10,2% do total. O Reino Unido continua em terceiro, mas com queda de 7,1% para 6,5%.

O relatório da Royal Society também avaliou dados referentes a citações dos artigos, indicador frequentemente usado para avaliar a qualidade das públicações e o reconhecimento dos trabalhos dos pesquisadores por seus pares.

Nos dois períodos analisados, os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar no ranking, seguidos pelo Reino Unido. Mas os dois tiveram queda nos números apresentados, enquanto se percebe o crescimento dos países emergentes nas citações, especialmente da China.

Concentração da pesquisa

O relatório destaca também a concentração das atividades científicas dentro dos países, como nos Estados Unidos, onde três quartos do investimento em ciência e tecnologia estão concentrados em dez estados, com a Califórnia sozinha sendo responsável por mais de um quinto do total nacional.

“Na maioria dos países há concentração da atividade de pesquisa em determinados locais. Moscou responde por 50% dos artigos publicados na Rússia; Teerã, Praga, Budapeste e Buenos Aires chegam a 40%, e Londres, Pequim, Paris e São Paulo, a 20% da produção nacional”, apontou.

De acordo com o relatório, o notável crescimento de São Paulo, que pulou, na última década, 21 posições na lista das cidades que mais publicam artigos científicos no mundo, “reflete o rápido crescimento da atividade científica no Brasil e o papel da cidade como a capital do estado com a mais forte tradição científica”.

Nesse ponto, a publicação destaca a definição, pela Constituição do Estado de São Paulo de 1947, de um orçamento próprio para a FAPESP, baseado na transferência de 0,5% do total da receita tributária do Estado, percentual posteriormente elevado para 1%, pela Constituição de 1989.

Segundo o texto, na busca competitiva global por investimentos em pesquisa e desenvolvimento, instalações e talentos científicos, são cidades e regiões, e não países, as unidades mais relevantes.

“As cidades e regiões líderes científicas são bem-sucedidas porque facilitam o intercâmbio entre instituições e organizações. Elas geralmente oferecem uma concentração elevada de talento diversificado, capaz de apoiar uma economia baseada no conhecimento”, indicou.

Colaboração internacional

A publicação também enfatiza a crescente importância da colaboração internacional na condução e no impacto da ciência global e sua capacidade para resolver desafios globais, tais como segurança energética, mudanças climáticas e perda de biodiversidade.

O relatório concluiu que a ciência está se tornando cada vez mais global, com pesquisas cada vez mais extensas e conduzidas em mais locais. A colaboração tem crescido rapidamente e atualmente 35% dos artigos publicados em periódicos internacionais resultam da cooperação entre pesquisadores e grupos de pesquisa. Há 15 anos, o total era de 25%.

“A ciência é um empreendimento global. Hoje, há mais de 7 milhões de pesquisadores no mundo, que utilizam um investimento combinado em pesquisa e desenvolvimento superior a US$ 1 trilhão (um aumento de 45% desde 2002), leem e publicam em cerca de 25 mil periódicos científicos por ano”, indicou.

“Esses pesquisadores colaboram uns com os outros, motivados pelo desejo de trabalhar com as melhores pessoas e instalações no mundo, e pela curiosidade, buscando novos conhecimentos que permitam avançar seu campo ou lidar com problemas específicos.”

Língua da pesquisa

O relatório ressalva que, embora o inglês seja a “língua franca” da pesquisa, há ainda barreiras linguísticas importantes para a ciência mundial. No Brasil e na América Latina, por exemplo, há dificuldade em avaliar o impacto da pesquisa produzida no país e na região, uma vez que a maioria dos artigos é publicada em português ou espanhol e não é capturada pelas métricas globais.

As barreiras impostas pelas diferentes línguas ajudam a fazer com que a colaboração entre os países em desenvolvimento ainda seja mínima. “Enquanto as relações entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) cresceram recentemente, elas perdem em comparação com o volume da colaboração entre esses países individualmente e seus parceiros no G7”, apontou.

Fonte: Planeta Universitário

Marketing: Elite do Twitter é responsável por 50% das mensagens

Abril 1, 2011 by  
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Metade de todas as mensagens lidas ou compartilhadas entre os 200 milhões de usuários cadastrados do Twitter é produzida por apenas 20.000 pessoas (0,01%). Esta é a conclusão de uma análise feita pelo Yahoo! de 260 milhões de tweets postados entre 28 de julho de 2009 e 8 de março de 2010 no microblog.

Para os pesquisadores, os perfis de celebridades, blogueiros, representantes dos meios de comunicação e outras organizações formais compõem uma elite responsável por aproximadamente 50% de todo o material compartilhado na rede. Segundo o estudo, a maioria das mensagens que ganham repercussão no microblog é produzida pela imprensa ou divulgada por celebridades.

Unidirecional – De acordo com os dados levantados pela pesquisa, a média de seguidores de cada indivíduo é menor que o número de perfis que cada pessoa segue. Para os especialistas, essa característica faz do Twitter uma ferramenta menos social do que o Facebook. “O gráfico de seguidores não confirma as características usuais de uma rede social, onde há muito mais reciprocidade”, explicam Shaomei Wu, da Universidade Cornell, e Winter A. Manson, Jake M. Hofman e Duncan J. Watts, pesquisadores do Yahoo! . “O Twitter se assemelha a uma ferramenta de comunicação de massa unidirecional”.

Em virtude do aniversário de cinco anos do Twitter, a companhia, sediada em São Francisco, divulgou no começo deste mês que cerca de um bilhão de tweets são enviados por semana. A média de mensagens publicadas por dia é de 140 milhões e o número de registrados na ferramenta supera o montante de 200 milhões.

Fonte: Exame

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