Marketing: Vídeo vai dominar tráfego de dados em celulares e tablets em 2015

Fevereiro 7, 2011 by  
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Em apenas quatro anos, dois terços do tráfego mundial de dados por aparelhos móveis será feito em vídeo, de acordo com estudo divulgado nesta semana pela Cisco. A projeção é de que o uso de vídeo em smartphones, laptops e tablets irá dobrar a cada ano entre 2010 e 2015.

O crescimento do uso de vídeos em streaming e em alta definição será possibilitado pelo aumento da velocidade da internet e da duração da bateria dos aparelhos móveis. Segundo a Cisco, a intensidade do tráfego de dados em aparelhos móveis não será afetada apenas pela migração de usuários vindos dos computadores fixos, mas também pela emergência de aplicativos e serviços feitos exclusivamente para smartphones e tablets.

Além disso, os celulares mais sofisticados, mas que não são smartphones, estarão preparados para oferecer vídeos em alta definição aos usuários, via wireless. A tendência já está sendo observada desde hoje. A Cisco apontou que a velocidade da internet dobrou de 2009 para 2010, o que permite que mais aparelhos possam oferecer vídeos aos usuários.

Mais tablets

O estudo da Cisco aponta que, ao todo, serão 7,1 bilhões de aparelhos móveis no mundo, o que corresponderá a aproximadamente um aparelho por pessoa (considerando a estimativa de 7,2 bilhões de pessoas no mundo em 2015). Os smartphones, tablets e laptops responderão por 90% do tráfego móvel de dados.

O uso de tablets é o que mais irá crescer nos próximos anos, segundo a Cisco, com 190% maior quantidade de tráfego de dados, contra 130% em console portátil de jogos e 116% em smartphones.

Apesar de apresentar o menor crescimento (85%) de transferência de dados, entre os dispositivos móveis, laptops e netbooks serão ainda os de mais alto tráfego em números absolutos. Segundo a Cisco, isso ocorrerá porque os outros aparelhos não terão versões anteriores com capacidade para os aplicativos e conteúdos consumidos.

Fonte: Exame Brasil

Empreendedorismo: 33% das empresas criadas em Portugal é da iniciativa de mulheres

Fevereiro 7, 2011 by  
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O empreendedorismo feminino tem registado, nos últimos anos, um “crescimento bastante grande” em Portugal, o que leva a que um terço das empresas criadas hoje no país seja fruto da iniciativa de mulheres, foi hoje revelado.

“Neste momento, 33% das empresas que são criadas em Portugal são projectos de mulheres”, afirmou à Agência Lusa Isabel Neves, vice-presidente da Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME).

Segundo a responsável, que falava à margem de uma mesa redonda realizada em Évora, subordinada ao tema “O Talento não tem Género”, este número traduz o “crescimento bastante grande, nos últimos anos”, de empresas criadas por mulheres.

Este fenómeno, segundo Isabel Neves, tem na sua génese dois factores, um deles a “maior preparação” das mulheres, que “dominam o número de estudantes universitários e de cursos intermédios”, o que leva a que “arrisquem mais”.

Mas, por outro lado, empreendedorismo por parte das mulheres também tem crescido à custa da taxa de desemprego feminina, que “é maior do que a dos homens”.

“Isto também leva a que as mulheres arrisquem na criação do seu próprio emprego, através de um pequeno negócio ou empresa, e dêem esse pulo cada vez mais cedo”, disse.

A mesa redonda em Évora, numa parceria da APME e da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), dirigiu-se a empreendedoras, desempregadas ou a mulheres em vias de perderem o emprego, para transmitir-lhes que, independentemente do género, se deve dar oportunidade a quem tem talento.

Quanto à paridade no meio empresarial, Isabel Neves assegurou à Lusa que, em Portugal, “o patamar ideal ainda não foi atingido”, mas têm-se vindo a dar “grandes passos”.

Isabel Neves acrescentou que existem hoje novas ferramentas e instrumentos legais para alcançar a paridade, mas esta só será possível com “uma mudança de mentalidades”, que permita às mulheres conciliarem a vida profissional, pessoal e familiar.

A mesa redonda em Évora faz parte do projecto Enterpreneurship Methodology Mediterranean Assistance (EMMA), cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e em que a APME e a ADRAL são os representantes portugueses, com parceiros de Espanha, Itália e Grécia.

O projecto quer definir o perfil das empreendedoras do sul da Europa e da bacia do Mediterrâneo, analisar as quais as suas necessidades de formação, fomentar o empreendedorismo e ligar em rede as empresárias, alargando os seus mercados de acção e permitindo a partilha de experiências.

Fonte: Oje – o Jornal Económico

Inovação: Como controlar o carro através do telemóvel

Fevereiro 7, 2011 by  
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Empresas portuguesas e grandes fabricantes automóveis estão a trabalhar em aplicações que permitem a telemóveis “falar” com os carros.

Está em viagem e começa a ser altura de carregar as baterias do seu carro eléctrico: já só tem energia para mais 40 quilómetros… Para evitar surpresas desagradáveis, o seu carro envia uma mensagem escrita para o telemóvel a avisar que é altura de, literalmente, carregar baterias.

Apesar de ainda não estar adaptada aos carros comuns, esta tecnologia desenvolvida pela Critical Move – empresa do grupo português Critical – já está disponível e a funcionar em pleno em duas soluções de mobilidade eléctrica, a primeira desde Julho e a segunda desde Outubro. “Temos dois veículos sem condutor em funcionamento no Hospital Rovisco Pais, na Tocha, para fazer a ligação dos edifícios entre si”, explica a directora da Critical Move, Luísa Goulão, ao Diário Económico.

Por não terem condutor, estes carros não podem circular na via pública, mas a empresa está já a começar a adaptar esta tecnologia de avisos via SMS e ‘e-mail’ para outros veículos e também para outras áreas. “Há muitos planos para aplicar estas inovações noutras áreas e estamos a trabalhar no ‘roadmap’ para as diferentes aplicações”. Além dos alertas via SMS para carregar o carro eléctrico, a Critical Move também desenvolveu uma série de outros “avisos” que são transmitidos via RFID (Radio-Frequency IDentification) “e que podem ser usados na logística ou na identificação de contentores, por exemplo”.

Apesar desta tecnologia da Critical Move só estar disponível, para já, na solução de transportes públicos desenvolvida pela empresa, a ideia poderá alargar-se aos carros eléctricos que começam a ser disponibilizados pelos fabricantes. Em Espanha, por exemplo, foi desenvolvida uma cabine telefónica que carrega carros eléctricos. O projecto-piloto resulta de uma parceria entre a Endesa e a Telefónica e consiste em instalar equipamentos de recarga em 30 das 1.700 cabines que cumprem os requisitos para o projecto.

O abastecimento dos carros eléctricos em território nacional é feito de forma diferente. A rede Mobi-e consiste na instalação de postos de abastecimento destes veículos. O consórcio, liderado pela Novabase – mas do qual também fazem parte Efacec, Inteli e CEIIA – iniciou o projecto da plataforma tecnológica em 2009. “A Novabase é a responsável pelo desenvolvimento de arquitectura e sistema de cobranças e de gestão integrada dos fluxos financeiros e energéticos”, explica o administrador da tecnológica, Luís Lobo, ao Diário Económico. Simplificando, do sistema que “permite a ligação entre quem vende electricidade, quem instala pontos de carregamento e quem compra veículos eléctricos”.

Luís Lobo compara o mundo da prestação de serviços de carregamento dos carros eléctricos com a mudança que se operou nas telecomunicações com a convergência fixo-móvel. E podem surgir oportunidades de negócio para sectores que anteriormente não tinham qualquer ligação ao abastecimento automóvel. “Por exemplo, os grandes espaços comerciais poderão estar interessados em fornecer o serviço de carregamento como forma de atracção para determinado segmento de pessoas para as suas lojas”.

O projecto-piloto continua em fase de desenvolvimento e aperfeiçoamento das funções da rede. “Do ponto de vista de plataforma, temos uma versão em produção que suporta a rede já instalada e um plano de lançamento de novas funcionalidades a cada três meses, até ao final do ano”. A Novabase, de resto, quer internacionalizar este projecto: “temos um ‘roadmap’ para o desenvolvimento da tecnologia, não só para o piloto português mas a pensar no mercado global”.

A Delphi vai mais longe e está a ultimar o desenvolvimento de uma solução remota para o carregamento de carros eléctricos. Ou seja, quando estiver implementada esta solução, desenvolvida pela Witricity Corp., permitirá carregar as baterias sem fios, utilizando uma tecnologia semelhante ao ‘bluetooth’. A principal vantagem é que o carregamento das baterias dos carros pode ser feito numa garagem ou estacionamento público sem necessidade de ligação a um posto de abastecimento.

Fonte: Económico

Marketing: Crise fecha 125 restaurantes por mês em Portugal

Fevereiro 7, 2011 by  
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A crise tem pregado uma rasteira à restauração, fechando 125 estabelecimentos por mês.

Os números são da Associação da Hotelaria e Restauração e Similares de Portugal que estima que, no ano passado, tenham fechado cerca de 1.500 restaurantes.

O Algarve é uma das zonas mais afectadas, uma vez que a sazonalidade acaba por ter implicações na actividade. Há restaurantes que têm de fechar no Inverno por causa da falta de clientes.

Mesmo aqueles que ainda abrem portas nesta época do ano queixam-se de muitas dificuldades em aguentar o negócio.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Lucros do maior conglomerado de marcas de luxo crescem 73% em 2010

Fevereiro 6, 2011 by  
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A LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton disse antecipar um “excelente” desempenho em 2011 depois de apresentar um crescimento dos lucros superior ao estimado.

O resultado líquido do grupo francês aumentou 73% para 3,03 mil milhões de euros no ano de 2010, que compara com o resultado líquido de 1,76 mil milhões de euros registado no ano anterior, segundo o comunicado da empresa citado pela Bloomberg.

Um resultado que ficou acima da estimativa de 2,52 mil milhões de euros, segundo a média das 12 estimativas compiladas pela Bloomberg. As vendas do quarto trimestre avançaram 20% para 6,11 mil milhões de euros.

O crescimento das receitas foi impulsionado pela mítica marca de malas que deu origem ao grupo, Louis Vuitton, que lançou no ano passado novos produtos.

“A LVMH é actualmente a nossa preferida no sector de luxo”, disse o analista do Oddo Securities, François-Regids Breuill uma nota de análise citada pela agência noticiosa norte-americana. “O ritmo de crescimento deve permanecer favorável em 2011”, concluía a nota de investimento com uma recomendação de “comprar”.

Fonte: Jornal de Negócios

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