define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true); Notícias : Inovação & Marketing

Inovação: Cavaco aponta inovação e criatividade como fundamentais para entrada em novos mercados

Junho 2, 2010 by  
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O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, apontou hoje a inovação e a criatividade como peças fundamentais para as empresas portuguesas penetrarem em novos mercados, exortando os empresários a «arregaçar as mangas» e vencer as dificuldades.

Em declarações aos jornalistas à saída da cerimónia de entrega do Prémio Produto Inovação atribuído pela COTEC, Cavaco Silva voltou a deixar palavras de incentivo aos empresários, reiterando que «inovação» é uma «palavra chave» para Portugal entrar em novos mercados.

«Só por essa via nós conseguiremos resolver o nosso grande problema que é o excesso de endividamento externo», sustentou.

Por isso, continuou, apesar das limitações ao financiamento, os empresários têm de «arregaçar as mangas, vencer as dificuldades e conseguir, através da inovação, através da eficiência, ganhos de competitividade».

«Há empresas onde, no seu interior, vigora uma cultura de inovação e isto é muito importante para o nosso país», acrescentou, falando sobre uma «nova geração de empresários».

Cavaco Silva reconheceu, contudo, não ficar surpreendido com o pessimismo dos portugueses, mas reiterou que «não é pelo pessimismo» que se resolvem os problemas, mas sim pela «capacidade de vencer as dificuldades».

«Nós neste momento temos de fazer apelo a todas as nossas forças para ultrapassar as dificuldades», frisou, recordando que os indicadores de confiança de Portugal e da União Europeia não têm tido uma evolução muito positiva.

Fonte: Sol

Marketing: Mídias sociais ainda são usadas só como ferramenta de marketing

Junho 2, 2010 by  
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Quase 70% das companhias usam o Twitter, Facebook, Orkut e outras mídias sociais e, desse grupo, 83% realizam ações de marketing e divulgação de produtos e serviços com essas ferramentas. É o que mostra a pesquisa “Mídias Sociais nas Empresas”, realizada pela consultoria Deloitte. O levantamento aponta que as mídias sociais estão ganhando importância junto às empresas, mas ainda são pouco utilizadas como ferramentas estratégicas de relacionamento.

“A popularidade das ações de marketing é natural. As mídias sociais representam um canal de comunicação que atinge milhares de pessoas e a um baixo custo”, afirma Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais da Deloitte.

O estudo foi realizado com 302 empresas de diferentes setores e tamanhos, a maioria delas nacionais e com atuação na região Sudeste. Segundo a pesquisa, 46% das empresas afirmam que as redes sociais são ferramentas importantes para oportunidades de negócios, 43% apostam nesse meio como canal de atendimento aos clientes e 17% acreditam ser uma forma de desenvolvimento de inovação por meio de inteligência coletiva. “Vimos que dificilmente a empresa envolve outros processos que poderiam gerar muitos benefícios, como a captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes”, afirma Cipriani.

Funcionário social

Em 73% das empresas, as ações ligadas às ferramentas sociais são feitas pelo departamento de marketing. A área de comunicação costuma fazer pouco uso da ferramenta, com 6%, e em menos ainda a diretoria, com 5%. Do total, 26% dos pesquisados afirmaram que há mais de um departamento envolvido com mídias sociais em suas empresas.

Ter um funcionário dedicado para cuidar das redes sociais resolveria os dois maiores obstáculos alegados pelas empresas na execução de suas estratégias. Quase metade delas afirma que o maior impedimento é a falta de tempo, e 38% dizem ser a mobilização das pessoas.

As empresas ainda estão preocupadas com resultados operacionais, quantitativos, em oposição a índices qualitativos. A maioria das empresas, 71%, dá importância a número de usuários ativos e visitantes, 63% a pageviews e 59% a frequência de visitas. Enquanto que apenas 18% acompanham o resultado das ações com medições como retorno sobre investimento e 24% querem saber o valor da marca.

O estudo revelou ainda que as redes sociais (como Orkut, Facebook, redes sociais internas) são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas, com 81%. Os microblogs (Twitter, Yammer, etc) aparecem em seguida com 79%, em um ritmo crescente que deve ultrapassar as redes sociais. O blog corporativo, outra possibilidade, é usado por 70% das empresas. Na divisão por setores, os que mais utilizam as mídias sociais são o de serviços (38,1%) e de varejo, bens de consumo & transporte (20%).

Fonte: Época Negócios – Globo

Marketing: Zara vai começar a vender roupa na Internet

Junho 2, 2010 by  
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Insígnia do grupo Inditex vai lançar-se no mundo online já depois do Verão.

A marca de roupa Zara vai começar a ser comercializada através da Internet em países como Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Itália.

Segundo avança o jornal espanhol «Cinco Dias», logo depois do Verão, a insígnia do grupo Inditex, vai estar à disposição dos internautas.

Note-se que, este ano, a empresa escolheu o continente asiático para abrir cerca de 40% na sua nova superfície comercial.

Este ano, o grupo prevê investir 570 milhões de euros na abertura de cerca de 400 novos espaços comerciais. Mais de cem espaços vão ter a marca Zara.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Facebook é o site mais visitado do mundo

Junho 1, 2010 by  
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O Facebook lidera uma lista link  externo, divulgada pela Google, dos sites mais visitados do mundo. A página da rede social conta com 570 mil milhões de visitas mensais, informa a Globo.

A lista da Google confirma o crescimento galopante do Facebook que, em Março, ultrapassou o número de visitas do gigante de buscas da Internet.

O Yahoo ocupa o segundo lugar, com 70 mil milhões de visitas por mês e em terceiro na lista figura a página inicial do Windows Live, que inclui o Hotmail, contando 39 mil milhões de acessos mensais.

A Wikipédia e o MSN completam os cinco primeiros da lista.

Fonte: Tvi24

Ciência: Génios do futuro

Junho 1, 2010 by  
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18º Concurso de Jovens Cientistas e Investigadores realizou-se no Museu da Electricidade, em Lisboa.

Centenas de trabalhos apresentados por alunos de escolas de várias regiões de Portugal chegaram à fase final do concurso promovido pela Fundação da Juventude. As quatro equipas vencedoras, da ilha de S.Miguel, de Odemira e da Covilhã irão representar o país em provas internacionais.

Gritos de alegria, abraços e muitas lágrimas. Foi assim que o primeiro prémio do 18º concurso de Jovens Cientistas e Investigadores foi recebido por Carla Raposo, Filipe Amaral e Tiago Costa, da Escola Secundária de Lagoa, S. Miguel, Açores.

“Quando ouvimos a anunciarem que o prémio era para a área de Ciências Médicas, o nosso coração ia saltando da boca. E quando disseram o nome do nosso projecto nem queríamos acreditar que éramos mesmo nós os vencedores. Estamos muito emocionados”, revelam os alunos ao Ciência Hoje. A atribuição da distinção foi decidida na IV Mostra Nacional de Ciência que decorreu sexta-feira e sábado em Lisboa.

O trabalho vencedor consiste no desenvolvimento de um programa de biomonitorização da doença vibroacústica que é causada pela exposição excessiva a ruídos de baixa frequência a que muitos indivíduos estão sujeitos. Afecta principalmente técnicos de aeronáutica, pilotos de aeronaves e assistentes de bordo.

Os efeitos mais comuns manifestam-se no espessamento das estruturas cardíacas. Para analisar os efeitos dos ruídos de baixa frequência no organismo, os jovens investigadores recorreram à espécie Helix aspersa (caracol de jardim) como bioindicador e biomarcador.

Para tal, procederam à amostragem de espécimes de diversos locais da ilha com diferentes características e ruído e analisaram a glândula digestiva de modo a averiguarem a presença ou ausência de efeito. Parece complicado, mas não é. Os autores do projecto explicam ao CH que “a ciência é para todos e desde que haja empenho e gosto consegue-se sempre obter resultados”.

O segundo prémio foi entregue a Inês Marques e Kristoffer  Hog por Pedro Estácio Marques
O segundo prémio foi entregue a Inês Marques e Kristoffer Hog por Pedro Estácio Marques

Aos jovens portugueses, deixaram ainda uma mensagem: “Participem, tenham coragem, não pensem que não é possível pois nós nunca imaginámos que poderíamos ganhar e ganhámos”.

Coordenada pela professora Alexandra Medeiros, a equipa da secundária da Lagoa ganhou o direito de representação de Portugal no concurso internacional de Jovens Cientistas. Segundo a docente, também vencedora do Prémio Especial Coordenador pela dedicação no acompanhamento do trabalho, o tema do projecto “não é muito estudado ainda em Portugal, apesar de haver um investigador que tem alguma notoriedade neste campo a nível internacional, o Dr. Nuno Castelo Branco”.

O que os alunos pretenderam foi “dar um contributo para a falta de informação que existe. E acho que é esta a principal inovação no trabalho deles, tentar fazer com que se fale cada vez mais sobre uma doença que é grave e que a maior parte das pessoas desconhece”, explica.

Ciência não é para marrões

O segundo prémio do concurso foi atribuído a Inês Marques e Kristoffer Hog, da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, Odemira, pelo projecto “Rochas do Sudoeste – os mistérios escritos na pedra”. “Termos sido escolhidos como o segundo melhor projecto é para nós uma grande honra”, revelam os alunos da área de Ciências da Terra.

“O nosso trabalho é sobre formações rochosas de granito em forma de esfera. Trata-se de um projecto diferente e novo, não é a continuação de outros que já existem. É algo que ninguém sabe como se formou, que muito pouca gente sabe que existe e nós agora podemos dar a conhecer”, afirmam.

Apesar das muitas horas, dias, semanas e fins-de-semana dedicados ao trabalho, os autores garantem que “a ciência não é para marrões, a ciência pode ser divertida e desafiante, pois há bastantes mistérios por desvendar e são estes que nos motivam”. Mais acrescentam: “Muita gente diz que a Geologia é chata, mas por detrás de cada pedra há uma história incrível”.

O terceiro e quarto prémios foram atribuídos à equipa da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, Odemira, e à equipa da Escola Secundária Campos Melo, Covilhã, respectivamente. “Anfíbios e Répteis: completar o Atlas para a região de Odemira” foi realizado pelos alunos da área de Biologia, Francisco Silva, João Pereira e Ruben Gonçalinho. O projecto “Hologramas de Transmissão e Módulo de Young” é da autoria de Ana Rocha, André Fernandes e Vitória Esteves, alunos da área de Física.

A título excepcional, este ano foi ainda atribuído o Prémio Especial Ambiente. Os alunos Guilherme Freches, Isabel Rosa e Daniel Proença, da Escola Secundária do Fundão, venceram com o projecto “A história da um aquário auto-suficiente”.

Prémios em dinheiro e viagens

“Na mostra nacional atribuímos 2000 euros ao primeiro prémio, 1500 euros ao segundo, 1000 euros ao terceiro e 500 euros ao quarto. O prémio especial ambiente ganha 1000 euros”, afirma Susana Chaves, coordenadora de projectos da Fundação da Juventude.

Os vencedores terão ainda oportunidade de participar em projectos internacionais. “O primeiro e segundo lugares vão representar Portugal na Final Europeia de Jovens Cientistas e Investigadores. O terceiro lugar vai participar numa semana de investigação sobre animais selvagens que vai decorrer na Suíça, no final de Julho, onde vão mesmo fazer trabalho de campo. E o quarto prémio vai participar numa feira internacional de ciências que vais decorrer nos Estados Unidos da América, em Maio de 2011. Como a qualidade dos projectos era bastante boa decidimos atribuir 13 menções honrosas não pecuniárias”.

Os trabalhos científicos foram avaliados por um júri composto por 12 elementos e presidido por Gaspar Barreira, do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas de Lisboa. Para além dos indicadores de raciocínio, apresentação e experimentação dos projectos, foi tido em conta o nível educacional de cada concorrente, a criatividade, a originalidade e a clareza.

“Tenho três princípios na vida que não renuncio: estar atento, ser desconfiado e ficar insatisfeito”, afirmou Gaspar Barreira na abertura da cerimónia de entrega de prémios. “Os premiados são aqueles que nos parecem responder a estes princípios. Tratam-se de trabalhos que revelam um olhar estimulante sobre o mundo, trazem algo de novo que não vemos na televisão, nas revistas, nem está na moda das conversas mediáticas”, explicou.

Final Europeia em Portugal

“É muito importante haver jovens interessados em ciência e tecnologia e sobretudo que se habituem a fazer pequenas investigações independentes”, afirma Ana Noronha ao CH.

A directora executiva da Ciência Viva, entidade apoiante do concurso, sublinha, no entanto, que “é pena não haver mais comunicação social envolvida e que o acontecimento não seja mais divulgado para se perceber que por detrás das dificuldades económicas que o País, a Europa e o mundo atravessam, existe uma esperança de futuro porque existe uma quantidade de jovens que estão a adquirir formação, conhecimento e interesse por ciência e tecnologia”.

Em relação à Final Europeia de Jovens Cientistas e Investigadores, que se realiza em Setembro, no Museu da Electricidade, em Lisboa, a responsável considera que “vai ser importante para passar a iniciativa para outro patamar”. Isto é, “quando o concurso europeu se realiza noutro país, só os jovens que foram seleccionados para lá irem é que têm acesso à mostra, têm oportunidade de comparar e até aprender com os seus pares. Sendo o concurso feito aqui, com a feira aberta ao público, todos os jovens e professores vão ter oportunidade de ver e de aprender uns com os outros”, explica.

Susana Chaves, coordenadora de projectos da Fundação da Juventude, explica ao CH que “é a segunda vez que este concurso se irá realizar em Portugal, a primeira vez foi há 12 anos no Porto”. E adianta: “Vai ser uma grande final europeia onde vão participar os melhores projectos de toda a Europa. O primeiro prémio são 7500 euros, o segundo 5000 euros, o terceiro 3500 euros, e há ainda muitas viagens”.

Neste concurso espera-se que participem 200 jovens e 40 representantes de vários países. Trata-se de uma iniciativa importante para o País porque “envolve os jovens no desenvolvimento de projectos científicos que podem fazer vir a fazer deles grandes génios no futuro”, sublinha a coordenadora do18º Concurso Nacional de Jovens Cientistas e Investigadores.

Fonte: Ciência Hoje

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