define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true); Notícias : Inovação & Marketing

Tecnologia: Nokia lança smartphones mais baratos

Abril 14, 2010 by  
Filed under Notícias

Aparelhos pretendem desafiar o domínio do Blackberry da RIM. Podem ser adquiridos a partir de 90 euros.

São concebidos a pensar no envio de mensagens e são mais baratos. A Nokia acaba de lançar três smartphones, com o intuito de desafiar o domínio do mercado de e-mail móvel, por parte da RIM, com o Blackberry.

Um dos novos modelos é o C3 e possui um teclado completo. Pode ser adquirido por 90 euros, excluindo taxas, e «é provável que seja um dos principais aparelhos da Nokia este ano», segundo disseram alguns analistas à agência Reuters.

O modelo C6 e o smarpthone E5 completam as estreias da Nokia e custam 220 e 180 euros, respectivamente. «O preço destes produtos é um ponto forte¿vai dar uma facada nas costas da RIM», esclareceu o analista Jari Honlo Swedbank.

Não é a primeira vez que a Nokia tenta marcar posição no mercado móvel de e-mail. E até agora, não logrou grandes resultados. Ainda assim, a crescente procura por smartphones com aquelas características colocou a fabricante de telemóveis na ribalta do sector das telecomunicações.

Fonte: Agência Financeira

Web 2.0: Linkedin lança versão em português

Abril 14, 2010 by  
Filed under Notícias

De olho no crescimento do contingente de usuários, a companhia decidiu implantar uma versão do site em português, que passa a ser o quinto idioma de atuação da empresa. Responsável pelo anúncio, o vice-presidente de operações Arvind Rajan ressaltou a importância do Brasil em termos estratégicos e avisou que continuará estudando, nos próximos meses, novas possibilidades no País.

De acordo com o VP, o Brasil faz parte da estratégia da companhia pela dinâmica do segmento de internet e também pelo tamanho da população. Ele explicou que a versão em português do site era essencial para a manutenção do crescimento, já que muitos interessados que não possuem fluência no inglês acabavam não aderindo ao grupo.

“Temos uma grande expectativa de crescimento com a versão em português. Veremos o que irá acontecer. Todo mercado que entramos é diferente. Na Índia, o uso explodiu no ano passado. Temos uma grande massa crítica (no Brasil), precisaremos de tempo para ver o que acontece.”

Inovação

A versão em português, pelo menos no que deu a entender, não receberá nenhuma campanha de marketing específica. O Linkedin comunicará seus usuários por e-mail e, com isso, espera reverter em novos assinantes.

Quem tiver interesse em ver, neste momento, o site em português pode acessar em www.linkedin.com/portugues. No topo da página para quem fez o acesso tradicional, haverá a possibilidade de alterar o idioma.

Fundada em 2003, a rede social corporativa parece ter encontrado também uma forma de torna o negócio lucrativo. A receita, como explicou Rajan, tem vindo de companhias que utilizam o Linkedin como ferramenta para busca de talentos, publicidade online (o executivo disse que as companhias anunciam em busca da audiência qualificada) e também das assinaturas pagas, que oferecem serviços diferenciados.

Fonte: It Web

Tecnologia: Tecnologias de informação com mais peso na economia

Abril 13, 2010 by  
Filed under Notícias

O primeiro-ministro, José Sócrates, salientou este domingo o «papel crescente» das tecnologias de informação e comunicação no crescimento da economia, no final de uma reunião com empresas do sector.

«A área das tecnologias de informação e comunicação tem um papel crescente e muito importante no crescimento da economia e na melhoria das condições de vida das pessoas», disse José Sócrates citado pela Lusa.

O chefe do executivo disse ainda que o sector se desenvolveu muito nos últimos cinco anos e que «Portugal é hoje líder no governo electrónico» quando «em 2005 ocupava o 16.º lugar».

Adiantou que o país tem hoje «uma balança tecnológica positiva», ou seja, «exporta mais tecnologia que aquela que importa».

A reunião, na qual participaram mais de 40 empresas, incluindo operadores de telecomunicações, produtores de conteúdos e de hardware e software, permitiu, segundo o primeiro-ministro, «identificar uma estratégia que permite dar uma nova ambição quer aos procjetos da administração, quer também aos instrumentos de política».

Fonte: Agência Financeira

Inovação: «cérebros» devem criar oportunidades em Portugal

Abril 13, 2010 by  
Filed under Notícias

O ministro da Ciência, Mariano Gago, afirmou que os académicos ou investigadores portugueses no estrangeiro que têm dificuldades em regressar a Portugal devem criar as suas próprias oportunidades de investigação ou empresariais, em vez de «estarem à espera», noticia a Lusa.

«Uma coisa que me chamou a atenção nos EUA foi o elevado número de oportunidades que há para os professores dentro dos departamentos, de concursos e a mobilidade dos professores de departamento para departamento e de grupos de investigação para grupos de investigação. Olho para Portugal e não vejo isso acontecer», lamentou um investigador de Carnegie Mellon, Ricardo Lima.

O ministro e o secretário de Estado, Manuel Heitor, responderam com as recentes alterações regulamentares, que «removeram grande parte das barreiras legais e institucionais» no acesso à docência e investigação, embora a mudança na «prática» seja mais demorada.

«Quem quiser voltar para Portugal e seja de muita qualidade é muito bem-vindo mas não deve pôr-se à espera. Deve ir ter com as instituições. E se está no meio científico sabe quem é quem, sabe quem são as pessoas que trabalham bem, quem são os colegas que respeita. E é com esses que deve colaborar», declarou o ministro da Ciência.

Nos últimos anos, muitos regressaram a Portugal com contratos-programa da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e estão a chegar ao fim destas bolsas sem perspectivas de trabalho, de acordo com a presidente da PAPS, Anabela Maia.

«Este programa atraiu muitos investigadores de renome, alguns estavam a acabar os seus doutoramentos e voltaram a Portugal. Agora as pessoas estão a encontrar problemas. Não quer dizer que não se crie essa continuidade entretanto, mas para já as perspectivas são de voltar a sair», afirmou.

O ministro garantiu que «vai haver condições para ficarem nas empresas e nas universidades». «A reforma das universidades foi muito importante porque obrigou a uma renovação de quadros e a uma abertura muito maior, por concurso, dos melhores às melhores posições», considerou.

No plano empresarial, Manuel Heitor lembrou os casos da Critical Software, Biotecnol, ou Alfama, que «nasceram, sem excepção, do envolvimento de algumas pessoas com capacidade de liderança em redes de conhecimento».

«Há oportunidades que se criam e a participação no ambiente em que vivem, nas universidades norte-americanas, é particularmente estimulante para criar oportunidades», afirmou.

Fonte: Diário Iol

Marketing: Comportamento do Consumidor – Automóvel

Abril 13, 2010 by  
Filed under Notícias

Não querem carros abaixo de 5 mil euros. Estudo aponta para que apenas 13% dos portugueses admitam comprar um carro inferior a esse valor

O conceito low-cost está a ser utilizado em viagens e hotéis, mas também no sector automóvel. No entanto, os consumidores europeus desconfiam da qualidade dos carros abaixo dos 5 mil euros, segundo um estudo da Cetelem divulgado esta sexta-feira.

Na hora de comprar um carro de baixo custo, há vários factores que pesam na decisão: para alguns consumidores, conduzir um automóvel low-cost é sinónimo de menos pontos no status social. O design e o conforto do veículo também são tidos em conta.

Mas o que define uma compra são mesmo as barreiras psicológicas que existem em relação ao preço do automóvel. Mais de metade dos portugueses inquiridos no estudo revela estar disposta a adquirir um carro pelo valor de 10 mil euros, «com toda a confiança».

Já 22% têm como valores de referência carros entre os 5 mil e os 8 mil euros. Mas são poucos os que revelam «alguma segurança» face a um preço inferior a 5 mil euros: 15% dos ingleses têm este valor como referência; os portugueses são 13%.

Os britânicos são os que menos se importam com as implicações psicológicas de um automóvel de baixo custo: 62% estão prontos a comprar um carro por menos de 8 mil euros. Os espanhóis pensam de maneira diferente: só 31% pretende adquirir um veículo abaixo deste limiar, em linha com a média europeia de 30%.

Fonte: Agência Financeira

« Página anteriorPágina seguinte »