Soros fala da pior crise financeira desde a II Guerra Mundial

January 22, 2008 by  
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Segundo George Soros, um dos principais investidores financeiros, o mundo enfrenta a pior crise do sistema financeiro internacional desde a II Guerra Mundial. Esta forte afirmação foi proferida numa entrevista publicada pelo jornal austríaco Daily Standard.

Soros considera que a situação é muito «séria», e é a consequência de uma má estratégia política que designa de “fundamentalismo dos mercados”, uma tese assente na ideia de que o sistema financeiro tende a actuar como uma balança.

O investidor considera que esta ideia está errada, e também afirma que os Estados Unidos da América estão próximos da recessão. Por último, mostrou alguma surpresa face à pouca percepção que tem existido sobre o facto de esta crise financeira poder também afectar a europa.

Fonte: Reuters

Portal da União Europeia

January 22, 2008 by  
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Link para a Secção em Português: http://europa.eu/index_pt.htm

O Portal da União Europeia disponibiliza um conjunto de informações extremamente úteis a todos os cidadãos e organizações. No Portal é possível obter informações sobre a União Europeia, os direitos dos cidadãos, Viajar, estudar e trabalhar na União Europeia, contactar as instituições, além de uma série de secções onde se pode obter informações específicas sobre as Actividades, Instituições, Documentos e Serviços da União Europeia.

QREN, PME e SC&T: orgulho ou preconceito?

O papel dos Centros Tecnológicos continua a ser fulcral para a dinamização de redes colectivas de desenvolvimento empresarial.

Por Gonçalo Lobo Xavier – Director executivo da Rede de Centros Tecnológicos de Portugal

In Diário Económico

À medida que se vai percebendo a estratégia que esteve por trás da definição da estrutura de apoios do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional – ao tecido industrial e, concretamente, as políticas públicas de fomento da inovação e competitividade no contexto das PME, começa-se a ter ideias mais realistas sobre o assunto.

Na verdade, o que é transmitido, de forma mais ou menos institucional, dá espaço para acreditar que os decisores, influenciados ou não pelo facto de esta ser encarada como a “última oportunidade”, passaram para o programa os conceitos da Agenda de Lisboa e do Plano Tecnológico, enquanto ideia para o país. Parece, pois, haver mais empenho no combate ao chamado, “paradoxo europeu”, i.e., no combate à baixa ligação entre as empresas e a investigação, lacuna factual do nosso sistema de transferência de conhecimento.

Estes factos são observáveis se tivermos em conta que as várias medidas já conhecidas põem, ao que tudo indica de uma vez por todas, na ordem de prioridades, a ligação entre o conhecimento puro e as necessidades reais das empresas, sobretudo as PME.

Parece não existir espaço para projectos isolados, sem estratégia, e sem métrica de resultados ou meritocracia. Por outro lado, é valorizada, em definitivo, a lógica há tanto tempo defendida (e por muitos já praticada) da ligação em rede dos actores que, de facto, podem criar valor para os sectores: Associações Sectoriais, Universidades, Centros Tecnológicos e outras entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SC&TN), fornecedores e empresas. Todos a trabalharem de forma relativamente estruturada e com o mesmo objectivo: criar valor para todos, traduzível em empregos e riqueza.

Mas fica a questão: o que representam para as PME os eixos já conhecidos, sobretudo na área da inovação?

O que parece claro é que, de forma mais assertiva, se tenta contrariar um facto patente nas empresas, que é o destas nem sempre poderem ter competências definidas, em parte porque as operações não estão estruturadas, em parte porque a diversidade de obrigações assim o impõe. É por isso que é comum ver nalgumas PME (e não generalizo…) engenheiros de produção a dividirem tarefas entre o “chão de fábrica” e o marketing ou financeiros com funções comerciais e na estratégia de inovação da empresa.

Passando este exemplo a uma outra dimensão, verifica-se que o QREN tem medidas que permitem ajudar cada instituição a fazer o que faz de melhor e em rede, havendo, assim, espaço para todos “estarem no que fazem e fazerem o que devem”.

O desafio é, pois, que os ‘players’ tenham a “humildade” de não quererem “ir a todas” as medidas ou apoios mas, antes, que usufruam do que existe e que melhor se aplica às suas necessidades em que cada um cumpre o seu papel, sem querer desempenhar o que deve ser de outros, como o engenheiro do exemplo acima.

As PME já perceberam que é com “inovação” que se tornam mais competitivas mas também já perceberam que a inovação não se decreta nem está estruturalmente ao alcance de todos. É nesse sentido que devem realizar o seu papel e devem exigir dos outros, dos que “devem fazer inovação”, um maior apoio e criatividade.

Daí ser relevante ter em conta as redes de inovação e de I&D já existentes e que funcionam bem, evitando a criação de novas estruturas mais ou menos paralelas às que actualmente existem. Neste sentido, o papel dos Centros Tecnológicos continua a ser fulcral para a dinamização de redes e de acções colectivas de desenvolvimento empresarial e para a criação de serviços pró-activos que estimulem a investigação e a inovação aplicada.

É também por isso que medidas como o “vale IDT”, as propostas colectivas (quem melhor que as associações sectoriais sabe melhor quais as necessidades colectivas de um sector?) e a aposta em Pólos de Competitividade (desde que verdadeiros…) são aparentemente desafios, à partida, votados ao sucesso.

Assim queiram os vários ‘players’ (sobretudo as PME), assim achem os decisores, assim faça o país.

Os Centros Tecnológicos serão sempre parte da solução. Com orgulho e sem o preconceito de servir as PME que representam, afinal, 97% do tecido empresarial português.
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Nota do I&M: O desenvolvimento do Sistema Nacional de Inovação é fundamental. Neste novo panorama a inovação em rede é vital para a competitividade das organizações, sendo necessário que as PME´s encarem este desafio com a devida importância que o tema merece. Para bem das nossas organizações, para bem do País.

Google Research

January 21, 2008 by  
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Segundo o Blog da Wired a Google está a lançar um novo serviço, o Google Research que terá como objectivo disponibilizar enormes quantidades de conteúdos científicos que estejam em sistema “open source”. O Armazenamento dos conteúdos, tal como o acesso a esses mesmos conteúdos será gratuito!

A Google irá incorporar uma tecnologia que permitirá examinar e verificar os documentos inseridos. O novo site terá um design do genéro do Youtube e os utilizadores poderão adicionar anotações e comentários.

Esta fantástica iniciativa irá permitir que os cientistas tenham um espaço onde possam dar maior visibilidade aos seus trabalhos científicos, e por outro lado os investigadores poderão ter à sua disposição uma base de conhecimento cuja dimensão não tem precedentes.

A Google está de parabéns pela iniciativa, e demonstra de forma inequívoca que está na dianteira no que diz respeito à Sociedade da Informação / Conhecimento.

Lançamento do Laboratório Internacional de Nanotecnologia

January 18, 2008 by  
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“Esta sexta-feira, o Primeiro-Ministro Português José Sócrates e o Primeiro-Ministro Espanhol José Luís Zapatero vão estar reunidos no mosteiro de Tibães, em Braga, na 23ª Cimeira Ibérica. O tema dominante vai estar relacionado com a aposta na ciência e na inovação. Lisboa e Madrid estão dispostos a gastar 30 milhões de euros por ano para financiar o Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia que será criado próximo da Universidade do Minho, em Braga.”

“O objectivo deste laboratório é «atrair para a Península Ibérica recursos humanos e recursos materiais do mundo inteiro e trazer para a Europa, designadamente para a península, mais um pólo de competitividade no domínio das nanociências e nanotecnologias. (…) Estamos a falar de um laboratório grande. Terá cerca de 200 investigadores (contratados através de um concurso internacional) e empregará 300 a 400 pessoas especializadas. É também um grande factor de desenvolvimento regional», explicou o ministro Mariano Gago. Quanto às áreas de intervenção, irá incidir essencialmente na recuperação de tecidos e administração de medicamentos.”

A área da biotecnologia, nanotecnologia, entre outras, são algumas das áreas com maior potencial na área da inovação tecnológica. Também neste âmbito Portugal e Espanha estão a desenvolver esforços no sentido de aproveitar os bons recursos científicos das Universidades do Norte de Portugal e da Galiza nesta área do conhecimento.

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