Inovação: Nove coisas para motivar os funcionários (mais do que dinheiro)
Dezembro 19, 2011 by Inovação & Marketing
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A capacidade de motivar os funcionários é uma das grandes habilidades que um líder deve possuir. Para o empreendedor ou presidente de uma empresa que não aprendeu ainda como fazer isso, eis 9 dicas motivacionais da revista americana “Inc”.
1. Seja generoso com elogios
Todo mundo gosta de receber elogio e é uma das coisas mais fáceis de dar ao funcionário que realizou um bom trabalho. O elogio vindo diretamente do presidente da empresa “dura” muito mais do que se imagina. Então, elogie cada melhora feita por alguém de sua equipe. Tão logo você se sinta à vontade de elogiar alguém individualmente, experimente fazer isso na frente dos outros.
2. Livre-se de gerentes
Projetos sem gerentes? Não, deve estar errado. Mas tente. Ao remover o personagem de líder ou supervisor de projeto, você dá mais força ao grupo para que trabalhe como uma equipe coesa – em vez de reforçar a estratégia de que todos se reportam a uma pessoa. Se ainda assim estiver na dúvida, pense: o que pode ser pior do que desapontar um supervisor? Desapontar uma equipe inteira! Ao dar o mesmo papel a todos os integrantes do projeto, eles vão se sentir no mesmo nível e devem produzir resultados mais rapidamente. Você vai notar que as pessoas vão chegar mais cedo, ficar até mais tarde e se dedicar a solucionar os problemas juntas.
3. Faça com que suas ideias sejam assimiladas por sua equipe
As pessoas detestam que alguém diga a elas o que fazer. Em vez disso, diga apenas o que você quer que seja feito de maneira que elas venham com sugestões para chegar ao resultado final. Isso dará a cada indivíduo a sensação de ter contribuído com a ideia. “Eu quero que seja feito assim” transforma-se em “Você acha que é uma boa ideia se fizermos deste jeito?”
4. Nunca critique duramente seus funcionários
Ninguém, mas ninguém mesmo quer ouvir dos outros que fez algo errado. Se você está procurando um desmotivador, encontrou. Tente uma abordagem indireta para que os funcionários melhorem e aprendam com seus erros, consertando o que não está certo. Pergunte “Qual foi a melhor forma que você encontrou para enfrentar esse problema? Por que não? O que poderia ter sido feito de diferente?” É conversar, sugerir e buscar soluções, sem apontar o dedo para os outros.
5. Dê a chance a todos de serem líderes
Chame atenção para os pontos fortes de cada integrante de sua equipe e deixe claro que é por causa dessas características que você quer que eles sirvam de exemplo para os outros. Lembre-se apenas que você também tem que dar exemplo para motivar sua turma.
6. Convide um funcionário para almoçar uma vez por semana
Não faça um anúncio nem diga que isso é parte do perfil da companhia. Simplesmente escolha alguém e convide para o almoço. É uma maneira simples de lembrar a todos que você percebe e gosta do seu trabalho.
7. Reconheça o trabalho bem feito e ofereça pequenas recompensas
As duas coisas podem ser feitas de várias formas. Diga em voz alta ao funcionário durante uma reunião o que fez de bom pela empresa. Crie competições internas e acompanhe os resultados em um quadro para que todos vejam. Prêmios e recompensas não precisam ser necessariamente caros. Um jantar, troféu, um tratamento de spa e até placas podem funcionar muito bem.
8. Faça “festas da firma”
Fazer as coisas em grupo é uma forma de incentivo e de criar laços entre os funcionários. Pode ser um piquenique, uma festa de aniversário, happy hour. Não espere uma ocasião muito especial ou formal. Organize eventos durante todo o ano para lembrar a sua equipe que eles são parte de algo maior e estão juntos.
9. Reparta as alegrias – e as tristezas
Quando a empresa vai bem, aproveite para comemorar. Esta é a melhor maneira de mostrar a todos o quanto você é grato e aprecia o trabalho deles. Se a situação não estiver tão boa, não tenha dúvidas e divida as tristezas também. Se você espera que seus funcionários tenham um ótimo desempenho, faça com que eles saibam em que situação está a companhia. Seja honesto e transparente, você não tem nada a perder.
10. E se a empresa for muito, muito bem…
Sim, ofereça um prêmio em dinheiro.
Fonte: Época Negócios
Marketing: os truques para seduzir clientes a comprar mais
Dezembro 19, 2011 by Inovação & Marketing
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Música de fundo, aromas no ar, até a impressão nos sacos: tudo ajuda a deixá-lo com espírito de Natal e mais disposto a gastar
O que nos faz entrar numa loja e não na loja do lado? Será apenas o que está na montra? Muitas vezes, os consumidores nem têm consciência disso, mas são pequenos pormenores, dos quais nem sempre nos damos conta, que nos atraem numa direcção em detrimento de outra. Nós explicamos-lhe os truques usados pelas lojas, especialmente nesta época natalícia, para seduzir clientes e levá-los a gastar mais.
Algumas cadeias optam por decorações minimalistas e apostam antes nos preços baixos, enquanto que outras se cobrem de brilho e recriam o verdadeiro ambiente natalício, com piano em música de fundo e sininhos a tocar. Nos EUA, os últimos dados das vendas mostram que as segundas se deram melhor do que as primeiras, mesmo em crise.
Os especialistas defendem que, mesmo que não o admitam, ou que nem sequer tenham consciência disso, os consumidores estão dispostos a pagar mais por experiências agradáveis, confortáveis e únicas. É a psicologia a funcionar.
A verdade é que, mesmo que não queiramos, o ambiente recriado nas lojas durante o Natal tem um forte apelo sobre a nossa mente. As decorações idílicas, a música de fundo, as fragrâncias a pinheiro, e até o toque natalício nos sacos das cadeias de retalho têm o seu efeito.
Nos EUA, a Macy¿s apostou nisto tudo. Transformou o centor comercial na Terra do pai Natal (Santaland) e mandou fazer sacos de Natal com a inscrição «Acredite». E não se queixa das vendas.
Há lojas que oferecem taças de champagne aos clientes, outras contratam DJ para pôr música a tocar, ou espalham aromas pelo ar. Pequenos truques que ajudam a criar um ambiente de Natal e que incutem no cliente um estado de espírito mais solto.
«Os consumidores são atraídos às lojas pelo merchandising mas também pela excitação e pelo gozo da experiência. Os clientes querem ser entretidos, apreciados, ou até mesmo surpreendidos enquanto estão a fazer as compras», explica a vice-presidente da Macy’s nas relações com os media e marketing, Holly Thomas.
Fonte: Agência Financeira
Inovação: Google patenteia tecnologia de carro sem condutor
Dezembro 18, 2011 by Inovação & Marketing
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A Google conseguiu patentear nos EUA uma tecnologia que prevê o desenvolvimento de automóveis que podem andar sozinhos, sem o auxílio do condutor
A apresentação do pedido de patente foi feita no passado mês de Maio, mas só agora recebeu luz verde por parte das autoridades norte-americanas.
No centro da patente está uma tecnologia que permite ao automóvel passar de um modo de controlo humano para controlo automático.
Para funcionar a tecnologia recorre a dois conjuntos de sensores: o primeiro serve para identificar a localização do veículo quando este se encontra parado, através de marcas no chão, e o segundo para receber essa mesma informação sobre a localização e identificar o destino do automóvel.
O envolvimento da Google num projecto deste tipo não é novidade, pois a empresa já tinha anunciado há alguns meses ter realizado testes, com sucesso, com automóveis sem condutor.
Num desses testes dois engenheiros da empresa fizeram um percurso entre Los Angeles e São Francisco com poucas intervenções para conduzir a viatura.
Com a atribuição da patente, a Google consegue assim marcar uma forte posição nesta área, ao poder restringir o acesso à tecnologia por parte de outras empresas que pretendam desenvolver este tipo de automóveis.
Fonte: Sol
Marketing: Famílias portuguesas gastam em média 20.400 euros por ano
Dezembro 18, 2011 by Inovação & Marketing
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Mais de metade da despesa anual média das famílias corresponde a despesas em habitação, transportes e produtos alimentares.
A despesa anual média dos agregados familiares é de 20.400 euros, de acordo com Inquérito às Despesas das Famílias 2010/2011, hoje publicado pelo INE. Este valor representa um aumento de 15,9% em termos nominais e de 5,9% em termos de volume, face aos resultados apurados em 2005/2006.
Do total da despesa, 57% diz respeito a custos com habitação (29,2%), transportes (14,5%) e produtos alimentares (13,3%), “sendo que o peso deste conjunto de despesas não variou muito relativamente aos outros anos”, sublinha o INE.
É também nestes três conjuntos de despesas de bens e serviços que se registam as maiores variações face a 2005/2006: uma redução de 2,2 pontos percentuais (p.p.) no caso da despesa em bens alimentares e aumentos nos casos das despesas em habitação (2,6 p.p.) e em transportes (1,6 p.p.).
Gastos com comunicações disparam mais de 30%
O INE destaca ainda os crescimentos nominais verificados nas despesas médias anuais com ensino (46,7%), comunicações (30,9%), transportes (30,1%) e em habitação (27%), integrando estas duas últimas os bens e serviços com maior proporção nas despesas das famílias (43,7%).
No que se refere à evolução em volume, destacam-se, com acréscimos significativos, as despesas com comunicações (+41,8%), com transportes (+25,9%) e com ensino (+23,3%), seguindo-se-lhes as despesas com a habitação (+9,0%) e com lazer (+8,8%). O nível das despesas de saúde ter-se-á mantido (+0,6%).
Lisboetas com despesas acima da média nacional
Por regiões, a despesa anual média é superior à média nacional apenas nas regiões de Lisboa e Norte, mais significativamente no caso da primeira (+9,7%) do que na segunda (+1,3%). No conjunto das restantes regiões, as diferenças face à média nacional são as seguintes: no Alentejo -17,8%, na Região Autónoma dos Açores -11,6%, na Região Autónoma da Madeira -8,9%, no Centro -6,0% e no Algarve -2,1%.
Ainda assim, face a 2005/2006, o nível de despesa anual média por agregado regista acréscimos na ordem dos 20% na maioria das regiões, apontando para uma redução das assimetrias.
Apenas a região de Lisboa (22 384 euros) regista uma despesa anual média significativamente superior à média nacional, seguida da região Norte (20.671 euros), do Algarve (19.967 euros) e do Centro (19.183 euros).
Famílias com crianças dependentes gastam mais 840 euros por mês
As famílias com crianças dependentes gastam em média anual 26.786 euros, ou seja, mais 60% (50% em 2005/2006) do que as famílias sem crianças dependentes (16.712 euros), o que corresponde a uma diferença mensal de 840 euros.
O padrão da despesa anual média difere nas duas tipologias familiares, constatando-se as diferenças mais significativas nos gastos em habitação e em saúde entre as famílias sem crianças dependentes e as famílias com crianças dependentes: respetivamente no primeiro caso 33,0% e 25,2% e, no segundo, 7,1% e 4,4%.
Essas diferenças são também visíveis ao nível dos gastos em transportes (13,1% e 16,0%), lazer, distração e cultura (4,4% e 6,2%) e ensino (0,6% e 3,8%).
Fonte: Economico
Empreendedorismo: É melhor ter um plano ou um modelo de negócio?
Dezembro 18, 2011 by Inovação & Marketing
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É melhor ter um plano ou um modelo de negócio?
Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups
Empreendedores tradicionais costumam criar planos de negócio que apoiem sua decisão no início da operação de suas empresas. A premissa de uma startup, que por definição é a busca por um modelo repetível e escalável, é que um plano de negócios só deve vir após um modelo de negócios validado.
O modelo de negócios é a forma como uma empresa cria, entrega e captura valor. Em outras palavras, é a fórmula que transforma time, produto e gestão em receita, lucros e retorno para os acionistas. É preciso validar o modelo porque dificilmente uma startup conhece com precisão o problema e a solução a serem tratados e precisa trilhar um caminho de extrema incerteza.
Imagine um negócio tradicional como um restaurante. Apesar da gestão e a experiência do empreendedor serem cruciais para que ele dê certo, seu modelo de negócio é relativamente simples: custos com alimentos, pessoal e marketing. O cliente consome o produto através de um cardápio e o pagamento vem de cada prato consumido.
O segredo é vencer o desafio de manter o restaurante sempre cheio e diferenciar-se da concorrência. Para ser mais escalável, entre várias opções, ele pode criar um atendimento para delivery ou mesmo virar uma franquia. Nestes negócios, os modelos costumam ser intuitivos.
Em startups, validar um modelo de negócios significa encontrar evidências claras de que os clientes estão dispostos a pagar pela sua oferta e rapidamente saber como transformar seu produto e seus consumidores em valor e lucros.
Com um time eficiente, uma startup sabe que para cada 2 reais investidos em marketing consegue-se 5 reais de receita, que sua taxa de conversão é de cinco compradores para cada 100 visitantes e que um cliente fica em média nove meses consumindo seus produtos.
Nas startups, o segredo é realizar ciclos curtos de validação e reorientação do modelo de negócios. Uma empresa tradicional tentaria passar seu primeiro ano executando à risca o plano de negócio e realizando pesquisas detalhadas de mercado.
Fonte: Exame



