Empreendedorismo: 12 empreendedores com menos de 30 anos que podem mudar o mundo

Dezembro 25, 2011 by  
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Pela primeira vez, a revista americana Forbes divulgou uma lista com pessoas muito inovadoras com menos de 30 anos. Durante quase um ano, foram escolhidos 360 nomes que representam a inovação em diversas áreas. Segundo a publicação, os empreendedores escolhidos estão reinventando o mundo e não esperando que alguém o faça.

As categorias elegidas foram Arte e Design, Energia, Entretenimento, Finanças, Comida e Bebida, Lei e Política, Mídia, Música, Mercado Imobiliário, Ciência e Inovação, Mídias sociais e Tecnologia. Entre tantos nomes inovadores e conhecidos – como Mark Zuckerberg e Lady Gaga -, a Forbes elegeu dez personalidades como destaques de jovens empreendedores que podem transformar suas áreas e o mundo.

Entretenimento: Donald Glover
Donald Glover

Donald Glover, 28 anos, é ator, músico e escritor. Ele ficou conhecido como o personagem Troy Barnes, da série Community, da NBC.

Mas estourou mesmo com um disco de hip-hop. Em Camp, Glover usa o codinome de Childish Gambino.

Energia: Danielle Fong

Danielle Fong, 24 anos, é co-fundadora da LightSail Energy. Depois de largar a escola duas vezes, Danielle passou a se dedicar a um sistema de armazenamento de energia que pode mudar o mercado. Ela largou um programa de PhD em Princeton, aos 17 anos, para se dedicar à startup.

Arte e design: Joseph Altuzarra
Joseph Altuzarra

Joseph Altuzarra, 28 anos, é o diretor criativo da Altuzarra, linha de roupas com seu nome.

Depois de passar por grifes como Marc Jacobs e Givenchy, o jovem revolucionou a moda feminina com peças inesperadas e ganhou a fama de novo Tom Ford. Sua coleção de outono esgotou em 24 horas no site Net-a-Porter.

Comida e bebida: Jill Donenfeld

Aos 27 anos, Jill Donenfeld é uma das fundadoras do The Culinistas, um time de chefs que cozinha na casa dos clientes. Por 300 dólares, mais os ingredientes, a equipe de Jill prepara oito refeições personalizadas que duram uma semana. Ela está sendo chamada de Martha Stewart da nova geração.

Mídias sociais: Kevin Systrom
Kevin Systrom

Ele revolucionou a forma como as pessoas compartilham fotos quando criou o Instagram. Em 15 meses, o aplicativo de Kevin Systrom, 28 anos, já tinha 15 milhões de usuários.

Disponível apenas nos aparelhos da Apple, o app permite que os usuários adicionem efeitos à imagem e compartilhem nas redes sociais.

Finanças: Vlad Khandros

Aos 24 anos, Vlad Khandros é diretor de estrutura de mercado do UBS. Um prodígio em finanças, Khandros aprendeu o que eram taxas de juros aos seis anos e, desde os 17, trabalha em Wall Street. O jovem usou a tecnologia para reescrever as regras de mercado e é uma influente fonte na área hoje.

Mídia: Pete Cashmore
Pete Cashmore

Pete Cashmore, 26 anos, é CEO e um dos fundadores do Mashable, um dos sites de negócios digitais mais respeitados dos Estados Unidos.

Segundo a publicação, todos os meses, o site recebe 20 milhões de usuários únicos e é um dos mais linkados em outras páginas da América.

Mercado imobiliário: Blair Brandt

Com 23 anos, Blair Brandt é CEO da The Next Step Realty, que conecta universitários que acabaram de mudar de cidade e donos de imóveis dispostos a alugar. A imobiliária ajuda estudantes de 350 universidades nos Estados Unidos e na Europa.

Ciência: Daniela Witten

Aos 27 anos, Daniela Witten é professora-assistente na Universidade de Washington. Ela desenvolve pesquisas na área de inteligência artificial para descobrir como os genes reagem em doenças.

Música: Mac Miller
Mac Miller

O jovem músico de 19 anos estourou com suas rimas, teve mais de 200 milhões de visitas em suas vídeos no YouTube e fez mais de 200 apresentações ao vivo neste ano.

Seu álbum, lançado em novembro, ganhou rapidamente o topo das paradas nos Estados Unidos.

Tecnologia: Jeff Hammerbacher

Com 29 anos, Jeff Hammerbacher é co-fundador e cientista-chefe do Cloudera, um banco de dados na nuvem. Hammerbacher estava entre os primeiros funcionários do Facebook.

A startup, criada em 2008, ensina como empresários podem tirar informações relevantes de grandes volumes de dados.

Leis e política: Ronan Farrow

Ronan Farrow

Ronan Farrow é o único filho biológico de Woody Allen e Mia Farrow.

O jovem de 24 anos é um ativista pelos direitos humanos e conselheiro de Hillary Clinton no programa de questões sobre a juventude global do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Fonte: Exame

Marketing: Twitter busca conquistar a preferência de empresas e usuários

Dezembro 24, 2011 by  
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Microblog pretende sair da sombra do Facebook e reformula interface da página, além de planejamento para gerar receita com anúncios e recebe voto de confiança por meio de investimento milionário.

Com mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, o Twitter completou cinco anos em 2011 e ocupa o segundo lugar no ranking das redes sociais em número de usuários, atrás somente do Facebook, segundo dados do próprio Twitter. Criado como ferramenta de comunicação, no entanto, o microblog tem tentado se reinventar para atrair as marcas e monetizar o serviço, especialmente com o crescimento do Facebook e o surgimento de novos canais, como o Google+.

O Brasil é o segundo país que mais possui pessoas conectadas à rede, com a média equivalente de 8,79% do total de cadastrados, de acordo com o Twitter. Com o grande número de público, o site é uma enorme oportunidade para gerar tráfego às empresas. As novas tendências dos consumidores, no entanto, apontam a preferência por relacionamento e diálogo nos canais sociais e não apenas receber informações, um das principais características do microblog.

Algumas empresas, como a Comcast, nos Estados Unidos, e o Bradesco, no Brasil, já visualizam a possibilidade de explorar novos comportamentos na rede, como a criação de perfis de atendimento e maior interação com o que os usuários escrevem. Os investimentos do próprio Twitter para o mercado também criammais chances de utilização das marcas. No início do mês, o site apresentou uma nova interface para 21 marcas parceiras nos Estados Unidos, ainda em fase de teste, em busca de atrair mais anunciantes e elevar sua receita.
Microblog pretende sair da sombra do Facebook e reformula interface da página

“O modelo agora foca em imagens e na conversa com os usuários, com três canais, Home, Connect e Discover. No último, as marcas podem contar suas histórias. A Disney Pixar, por exemplo, possibilita ao internauta ver um trailer na própria timeline, o que tornou muito mais dinâmico para uma narrativa e bem mais próximo do público”, aponta Leslie Orsioli, Diretora da agência We are Social, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O futuro da ferramenta

Ontem, dia 19, o Twitter recebeu um investimento de US$ 300 milhões da empresa Kingdom Holding, do príncipe saudita Alwaleed Nib Talal. O aporte financeiro reconhece a ferramenta como um negócio promissor com previsão de crescimento para brigar com as outras redes sociais pela preferência de anunciantes e usuários, principalmente com o Facebook.

Alwaleed é considerado o 26º homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 19,6 bilhões. O investimento na rede social equivale a uma participação de 3,75%. A companhia do empresário saudita possui participações também em empresas mundiais, como Citigroup, General Motors e Apple.

Enquanto o microblog busca melhorar sua interface e serviços, as marcas brasileiras ainda não utilizam plenamente as opções já disponíveis. “As companhias não usam as hashtags mais comentadas no Twitter, elas só olham para a própria marca. O maior erro hoje é as empresas só ficarem postando promoção e chamadas para visitar a sua página, sendo que existem usuários querendo tirar dúvidas sobre os produtos e o segmento da empresa e ninguém está lá para ouvi-los e dialogar estas questões”, destaca Paulo Kendzerski, Diretor/Presidente da WBI Brasil, em entrevista ao portal.

Geração de receita

Com a nova interface, as marcas poderão focar ainda mais em relacionamento com o consumidor. O papel do Twitter sempre foi mais informativo, e agora a perspectiva é que haja um diálogo maior entre marcas e usuários. As transformações pretendem ainda apresentar formas mais rápidas e simples de conexão. Não há previsão, no entanto, de data para o modelo chegar ao Brasil.

Enquanto a novidade não chega às terras brasileiras, as companhias buscam estratégias para explorar as possibilidades do Twitter. Lançado em abril de 2010, o Promoted Trends é um dos recursos da rede social para gerar receita e aumentar o espaço das marcas dentro do site. O sucesso dos Trending Topics, ou em português, Tópicos de Tendências, fez com que empresas do porte da Samsung, Toyota e HBO pagassem pelo serviço e, atualmente, o Twitter arrecada cerca de US$ 120 mil por dia com a função.

Apesar do recurso não ser normalmente utilizado no Brasil, ele já esteve presente em ações como a da Pixar, que promoveu a estreia de Toy Story 3 com a ferramenta. O segredo do sucesso é realizar ações de comunicação por meio de conteúdo relevante, despertando o interesse dos consumidores e engajando os usuários a partir do tema abordado, gerando mídia espontânea.

Em outubro, o CEO do Twitter, Dick Costolo, declarou que pretendia dividir a receita da rede com os consumidores que twittam conteúdo relevante, com publicidade aliada a perfis de determinados internautas. O método é utilizado por famosos por aqui e nos Estados Unidos. O humorista Rafinha Bastos, por exemplo, já alegou faturar US$ 4 mil com tweets patrocinados, o mesmo acontece com o ator Charlie Sheen.

Twitter x Facebook

Apesar dos perfis voltados para o diálogo com o consumidor e novos aportes no design, o Twitter ainda é visto como um ambiente de tráfego para outras páginas e um monitor de tendências. “Ele não precisa oferecer muitas coisas, porque as próprias empresas vão criando ferramentas ligadas à API do Twitter, que é uma plataforma aberta”, lembra Leandro Kenski, CEO da Media Factory, ao portal. É o caso do aplicativo TweetDeck, que o Twitter comprou por 40 milhões em junho deste ano.

A principal diferença entre o Twitter e o Facebook é a possibilidade de captar informações sobre o consumidor. O Facebook permite utilizar os dados dos usuários e suas informações de preferência com o Open Graph. “São estratégias e caminhos diferentes. O Facebook tem muito mais liberdade para atuar e as pessoas que têm que se preocuparem com a privacidade quando vão participar de aplicativos e afins”, aponta Kenski.

Muitas empresas já desenvolvem softwares para agrupar um banco de dados dos seus clientes pelas informações nas redes sociais e o Twitter, por ser uma ferramenta bastante direta, perde na preferência das companhias neste quesito. “As marcas têm que saber utilizar as redes sociais e perceber que são um meio de análise de consumo, como se tivessem um laboratório de pesquisa em tempo e caráter reais e com um feedback muito ligeiro. O que pode ser utilizado para melhorar produtos, campanhas e realizar co-criações”, diz Leslie.

Patrocinar termos

Por meio do serviço disponibilizado pelo Twitter, as agências fazem a ponte entre as marcas e a rede social, como o planejamento e monitoramento de ações no espaço. Com o Facebook e as fan pages em voga, algumas empresas têm se limitado a postar apenas conteúdo, que, na maioria das vezes, leva o usuário para outras páginas. “As marcas têm ainda pouco conhecimento de como funciona a publicidade no Twitter. Há duas formas de trabalho, uma é fazer a promoção no próprio perfil, e outra é patrocinar algumas palavras, expressões ou marcas”, comenta Kendzerski.

Ao patrocinar uma palavra, o anúncio da empresa sempre aparecerá no topo de busca da lista daquele termo. A função pode ser comparada à do Google, no qual, ao realizar uma busca, a expressão desejada sempre aparece após anúncios ligados ao que foi escrito. O site de moda feminina Coquelux patrocinou no ano passado a palavra Oktoberfest e Blumenau, durante a temporada do festival de cerveja, sabendo que haveria muitas buscas pelos dois termos na época.

Outra marca que utilizou a estratégia foi a Coca-Cola, no México, para promover o show da cantora Britney Spears, do qual é patrocinadora. Na ocasião, a empresa buscava divulgar o vídeo de apresentação da cantora para atrair mais pessoas ao espetáculo. “O importante é saber explorar as opções. A realização de um festival numa cidade é uma grande oportunidade para as empresas de turismo, restaurantes e hoteis”, comenta Kendzerski.

Mudanças de paradigmas da rede

Pequenas ações podem ter resultados expressivos dentro do Twitter. A Claro é um exemplo disso. A operadora reinventou seu diálogo com os consumidores, ao trazer o ex-jogador Ronaldo para assumir o comando do perfil da empresa no microblog em 2010. De lá para cá, o investimento fez a conta da companhia passar de 33 mil seguidores para 2,6 milhões, que recebem diariamente ofertas e promoções, além de brincadeiras, fotos e comentários do “Fenômeno”.

]Outro modo de trabalhar melhor a presença das empresas na rede é ter múltiplos perfis para determinadas situações, como atendimento, promoções, novidades e conteúdo. “Percebemos que é interessante ter a parte de atendimento separada da de promoções e conteúdo. Quando atendimento pelo Twitter é segmentado fica muito mais fácil resolver o problema e as pessoas reconhecem. Elas elogiam e postam na própria rede social o contentamento com a marca, o que gera uma imagem positiva da empresa”, ressalta Kenski.

Bancos como Santader e Bradesco já seguiram esta tendência e possuem, além de múltiplos canais, perfis especiais de atendimento, onde é estabelecido um diálogo em tempo real do cliente com a empresa. O Alô Bradesco conta com 10,7 mil seguidores e o SAC Santander Brasil tem 5,9 mil. Em ambos os casos, o número de usuários é bem inferior ao das páginas principais e é focado apenas no atendimento.

“Para uma marca fazer um Twitter ela precisa entender de relacionamento. O Bradesco, por exemplo, não possui o tom de um SAC, tenta usar a linguagem da internet. O banco utiliza emoticons, agradece os elogios e se preocupa se o usuário está sendo bem tratado, tentando fazer um atendimento personalizado”, afirma Leslie.

Explorar oportunidades

As empresas podem ter no Twitter uma importante ferramenta para impulsionar as vendas e realizar ações de Marketing. Um levantamento com 3.268 usuários, da agência Bullet, em 2009, verificou que a maioria dos internautas (53,6%) acha interessante ações de Marketing na rede social, desde que com relevância. Por outro lado, 51% nunca participaram de nenhuma promoção no Twitter, mas possuem interesse e 33% responderam já ter participado.

Cerca de 70% afirmaram ainda que seguem ou já seguiram perfis de empresas, campanhas publicitárias ou eventos. Um dos equívocos das páginas corporativas no Twitter é não monitorar e analisar o que os seus seguidores ou usuários em geral estão comentando. Apenas um comentário pode ser uma porta para a marca se relacionar ou ganhar um novo consumidor.

“Em viagem para Gramado uma vez, escrevi no Twitter ‘O bom de ter um cliente em Gramado é aproveitar para passar o fim de semana na Serra’. Após cinco minutos recebi um tweet de um restaurante, que eu não conhecia e que também não me conhecia, assim: ‘Paulo, se você vem para Gramado conheça o nosso restaurante’ e passou o endereço. Uma ação extremamente ativa e nada evasiva”, exemplifica Kendzerski.

Fonte: Administradores

Empreendedorismo: Zuckerberg e Lady Gaga estão em lista de empreendedores jovens

Dezembro 24, 2011 by  
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Mark Zuckerberg, do Facebook, o ativista de direitos humanos Ronan Farrow e os popstars Lady Gaga e Justin Bieber são pessoas para se observar, de acordo com a lista da revista “Forbes” das pessoas mais empreendedoras com menos de 30 anos.

O artista JR, 28 anos, que cria instalações de foto de guerrilha em grande escala, o produtor David Ellison, o filho do CEO da Oracle Larry Ellison, que patrocinou filmes como “True Grit”, e o próximo de Brad Pitt integraram a lista dos “30 abaixo de 30” em 12 categorias que a revista prevê que serão destaques do futuro.

“Embora muitos da lista sejam bem conhecidos, outros – como a cientista canadense Danielle Fong, que entrou no programa de Ph.D. de Princeton aos 17 anos antes de fundar a companhia de energia alternativa Lightsail aos 20 anos – estão desfrutando dos primeiros holofotes da fama”, disse o editor executivo da Forbes Michael Noer em um comunicado.

“Mas é quase certo que ouviremos muito mais deles nas décadas por vir”, acrescentou ele. Farrow, especialista do Departamento de Estado norte-americano, é o único filho biológico da atriz Mia Farrow e do diretor Woody Allen. Ele integrou a lista de lei e políticas.

Donald Glover, Jonah Hill, Jennifer Lawrence e Jaden Smith, a filha de 13 anos do ator Will Smith, integraram a lista do entretenimento, enquanto a categoria música inclui a cantora britânica Adele e as pop stars norte-americanas Katy Perry e Rihanna e o rapper norte-americano Lil Wayne.

Entre as outras categorias, há arte & design, energia, alimentos & vinhos, mídia, tecnologia, que incluiu Peter Cashmore, fundador e CEO do site de notícias de tecnologia Mashable. Alex Hodara, 24, foi lembrado por dar início à primeira corretagem nos EUA e Kunal Shah, de 29 anos, da Goldman Sachs, foi nomeado por se tornar o mais jovem director gerente da empresa aos 27 anos.

Fonte: G1

Boas Festas!!

Dezembro 24, 2011 by  
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Marketing: No Facebook o mural é que importa!

Dezembro 23, 2011 by  
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O mural é o elemento informativo básico nas páginas de Facebook mais visto pelos consumidores nos perfis das marcas desta rede social, de acordo com um estudo da EyeTrackShop, feito para o site Mashable, especializado em informação sobre meios sociais.

Segundo o Mashable, quase todos os inquiridos no estudo olharam primeiro para o mural, em todas as páginas e, em média, dedicaram-lhe quatro vezes mais tempo da sua atenção do que aos restantes elementos. Os envolvidos no estudo não olharam muito para a imagem de identificação da página, que se situa na parte superior esquerda, ainda que o índice de atenção aumente se apresentarem rostos. A atenção ao mural intensifica-se se este incluir fotos entre os seus elementos. Por curiosidade, a única página em que as fotos obtiveram mais tempo de atenção do que o mural foram as da marca de lingerie Victoria’s Secret. Coca-Cola, Starbucks, Oreo, Red Bull, Conversa, All Star, Skittles, Playstation e Pringles foram outras das marcas cujas páginas foram analisadas no estudo da EyeTrackShop. O trabalho detectou ainda que elementos aparentemente mais atractivos, como galerias de fotos ou aplicações, conseguiam menos tempo de atenção visual que o mural.

Num outro ponto, e ainda que as empresas portuguesas já encarem as redes sociais como ferramentas importantes para o negócio, existe alguma falta de cuidado da gestão da sua presença, faz notar o resultado preliminar de um estudo da PwC avançado pelo Jornal de Negócios. De facto, metade das empresas ainda não tem equipas dedicadas às redes sociais.

Fonte: Marketeer

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