Marketing: Portugueses no Facebook não dão importância à privacidade, diz estudo
Janeiro 6, 2011 by Inovação & Marketing
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Os utilizadores portugueses da rede social Facebook divulgam muita informação pessoal e profissional, não se mostram preocupados com a sua privacidade e desconhecem os riscos a que estão expostos, revela um estudo da Universidade de Coimbra.
“A preocupação das pessoas sobre a privacidade na Internet é praticamente nenhuma. Analisámos mais de 78 mil perfis do Facebook e todos têm acesso completamente público”, diz à agência Lusa Francisco Rente, do Centro de Investigação em Sistemas (CISUC) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC).
O estudo, elaborado no âmbito do projecto Vigilis, que avalia o índice de segurança da Internet em Portugal, analisou 47 características presentes em 78.320 perfis e concluiu pela “total ausência de protecção” de dados pessoais disponibilizados pelos utilizadores.
“As fotografias são públicas, qualquer um as pode ver. A maioria revela pormenores de relações e um quarto das pessoas a sua entidade patronal”, exemplifica. Segundo o coordenador do projecto Vigilis, ao disponibilizar informação “aparentemente básica”, como a morada ou a empresa onde trabalha, um utilizador das redes sociais “torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas”. Francisco Rente lembra o exemplo, recente, de uma empresa de telecomunicações sujeita a centenas de comentários negativos no Facebook, depois de um problema com um cliente. “O que aconteceu pode acontecer em sentido oposto, pode acontecer a uma pessoa só ou entre utilizadores. A informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não”, alerta.
Fonte: Oje – o Jornal Económico
Marketing: Imobiliário, investidores estrangeiros fogem de Portugal
Janeiro 6, 2011 by Inovação & Marketing
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Volume de investimento em 2010 atingiu, no entanto, valores semelhantes ao ano anterior devido ao bom desempenho dos primeiros seis meses do ano.
O volume de investimento imobiliário em Portugal atingiu cerca de 600 milhões de euros em 2010, semelhante aos anos anteriores, apesar da fuga dos investidores estrangeiros preocupados com a credibilidade do país, indica um relatório da Cushman & Wakefield.
«O balanço é moderadamente positivo porque na primeira metade do ano se fizeram bastantes operações», assinalou o director-geral da consultora, Eric van Leuven, sublinhando que se atingiu no final do ano passado, um valor semelhante a 2008 e 2009 (mas metade de 2007).
No entanto, a quebra no volume de investimento por parte dos fundos estrangeiros foi significativa: baixou dos habituais 50% do total para apenas 30%, destaca o estudo da Cushman & Wakefiel, citado pela Lusa.
Eric van Leuven explicou que os investidores estrangeiros retiraram Portugal da sua lista de países-alvo devido à «falta de credibilidade», situação que se manterá «enquanto houver incertezas sobre a consolidação das finanças públicas, a entrada ou não do FMI e mais medidas de austeridade».
A actividade foi, por isso, muito impulsionada pelos fundos nacionais que foram responsáveis por 60% do capital investido, refere o relatório da consultora imobiliária.
A transacção média, em 2010, foi de 11 milhões de euros, abaixo dos 18 milhões que correspondem à média da última década.
O sector do retalho foi o mais procurado, absorvendo 60 por cento do volume de investimento, seguindo-se a indústria.
2010: ano de crise nos centros comerciais
A crise chegou aos centros comerciais em 2010, com apenas duas novas inaugurações, o valor mais baixo de sempre, mas trouxe também oportunidades para o comércio tradicional, com os lojistas a expandirem-se para a rua.
«Foi o primeiro ano em que se notou isso», disse Eric van Leuven, adiantando: «Já estamos muito bem servidos de centros comerciais».
Procura de escritórios em mínimos históricos
Já a procura de escritórios em Portugal registou, em 2010, o valor mais baixo de sempre com o mercado a absorver menos de 100 mil metros quadrados dos espaços disponíveis, segundo um estudo da consultora Cushman & Wakefield.
O balanço relativo ao mercado imobiliário no ano passado indica que este segmento teve uma quebra de 11,5% face a 2009, e de 60% face a 2008, situação que se deve manter este ano.
Fonte: Agência Financeira
Marketing: Google deve aumentar receita de desenvolvedores
Janeiro 6, 2011 by Inovação & Marketing
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Para ganhar parceiros com sua nova divisão, companhia deve estar preparada para a diminuição na venda dos aplicativos
Com a intenção de ganhar mercado para a sua futura banca online, o Google afirmou estar preparado para reduzir os lucros das vendas de aplicativos para o Android, aumentando a parcela destinada a desenvolvedores.
Recentemente, a companhia entrou em um setor competitivo contra a Apple e a Amazon ao lançar o Google eBooks, mas a ferramenta requer um grande esforço para estabelecer o sistema operacional como plataforma líder no segmento. A Amazon, Apple e Google oferecem 70% dos lucros das vendas de aplicativo ou de notícias digitais aos seus coloaboradores e fica com 30%. Segundo a reportagem do The Wall Street Journal, o Google propôs ficar com um percentual menor nos lucros.
Segundo dados divulgados na semana passada, o Android se popularizou nos últimos seis meses como sistema operacional, e está se aproximando do iPhone em termos de consumidores no mercado.
Com o Android marcado como nova força na onda dos tablets, o Google espera encorajar novos autores a participarem de um showcase para ferramentas do sistema. Segundo uma reportagem do The Wall Street Journal, a companhia quer melhorar os aplicativos direcionados para leitura de notícias, o que justificaria o aumento da receita a ser destinada a esses parceiros.
Ainda não ficou claro se a empresa pretende dividir os lucros com os vendedores de aplicativos no Android Market ou apenas selecionar os parceiros específicos para a área de notícias.
Fonte: IT Web
Marketing: “Geração Facebook” desenvolve sindroma de privação
Janeiro 5, 2011 by Inovação & Marketing
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Um grupo de universitários ficou 24h sem acesso a PC, telemóveis, iPod, TV, rádio e jornais. Resultado: sintomas psicológicos e físicos de privação de informação, tais como os que se desenvolvem em quem quer deixar de fumar ou de tomar drogas.
Desligar os telemóveis, evitar a internet e ficar sem televisão e rádio pode traduzir-se em sintomas semelhantes aos de um viciado em droga que tenta ficar “limpo”.
A conclusão é de um grupo de cientistas, que pediu a voluntários para ficarem durante 24 horas longe dos emails, mensagens de texto, TV, rádio, Facebook e Twitter. Estes começaram a desenvolver sintomas tipicamente observados em fumadores que tentam deixar o vício. Alguns deles disseram mesmo sentir um mal-estar tão forte que pode assemelhar-se à tentativa de largar as drogas duras, diz o estudo citado pelo “The Telegraph”.
“Não observámos apenas sintomas psicológicos, mas também físicos”, afirmou ao jornal Roman Gerodimos, que liderou a secção britânica deste estudo internacional.
Esta descoberta irá preocupar ainda mais os neurologistas e psicólogos no que diz respeito ao impacto do excessivo uso da Internet, jogos de computador e redes sociais, especialmente por parte da chamada “geração net” de adolescentes e jovens adultos.
Nesta experiência, denominada “Unplugged”, voluntários de 12 universidades de todo o mundo passaram 24 horas sem acesso a computadores, telemóveis, iPod, televisão, rádio e jornais.
Fonte: Jornal de Negócios
Marketing: Google prepara quiosque para dispositivos móveis
Janeiro 5, 2011 by Inovação & Marketing
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A Google está a preparar o lançamento de um quiosque virtual para permitir a venda de versões digitais de jornais e revistas em dispositivos baseados em Android
A informação é avançada pelo Wall Street Journal, que refere que o projecto já foi apresentado a vários grupos de Media.
O objectivo, segundo as fontes citadas pelo diário norte-americano, é ajudar as empresas a lançarem versões das suas publicações exclusivamente para tablets e smartphones Android.
A proposta apresentada pela Google a grupos como a Time Warner, Conde Nast e Hearst Corp incluía uma maior percentagem de lucros face ao que é proposto pela Apple para os conteúdos vendidos no iTunes e a possibilidade de partilhar os dados dos compradores.
Fonte: Jornal Sol



