Inovação: Livros digitais, e se a moda pegar?
Janeiro 28, 2011 by Inovação & Marketing
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Que riscos há para o formato em papel? Fenómeno dos tablets e leitores de e-books pode ajudar ou comprometer o negócio? E se a pirataria atacar?
Ler é como rir; é dos melhores remédios para a alma. Os livros em papel são aos milhões, mas a era que agora se inicia pertencerá aos livros electrónicos, os chamados e-books. É pelo menos isso que se espera, sem que roubem no entanto o lugar conquistado pelo formato tradicional. Constituirão antes uma nova experiência? Ou uma alternativa? Afinal, o que é que aí vem?
Está a decorrer desde o dia 24 – e até esta quarta-feira – o Digital Book World 2011, em Nova Iorque, precisamente com e-books em cima da mesa de discussão. Google, Amazon, National Geographic, Disney Publishing Worldwide e New York Public Library são apenas alguns nomes do extenso leque de presenças neste evento.
A ideia é preparar os editores para o novo fenómeno e perspectivar a evolução desta indústria nos próximos 12 meses, aliando publicações e tecnologia – um binómio que terá de ganhar implementação a partir de agora, se as editoras não quiserem perder a corrida.
Editoras portuguesas estão preparadas?
Por cá, já há várias editoras que estão a limar arestas para pôr os e-books nas prateleiras online. O grupo LeYa, por exemplo, tinha já em Setembro 200 títulos disponíveis nesta versão digital, na sua livraria online, a MediaBooks. Um número que é, de resto, para superar: «Todas as editoras integradas na LeYa e que publiquem obras das quais detenhamos os direitos, terão disponíveis livros em versão e-book», disse à Agência Financeira a direcção de comunicação do grupo que integra, entre outras editoras, a Caminho, Oficina do Livro e D. Quixote.
Na Editorial Presença, por exemplo, este projecto está ainda numa fase embrionária mas com intenção de ganhar ritmo. A AF tentou ainda contactar a Plátano Editora, aguardando resposta.
Novas tecnologias podem comprometer vendas em papel?
Os editores estão a arregaçar as mangas, a pouco e pouco, para esta nova realidade. Será que a indústria dos livros vai conseguir melhorar as vendas? Que riscos existem para o formato em papel?
«A ascensão de tablets e e-readers [leitores de livros digitais] é bastante positiva porque alarga a base de leitores que preferem o formato electrónico e permite à Leya colocar outros tipo de conteúdos de valor acrescentado que não apenas texto (como por exemplo a inclusão de áudios com entrevistas a autores ou vídeos que ilustrem partes do texto)».
Os e-books do grupo estão adaptados «à maioria dos e-readers disponíveis no mercado português» e para o sistema operativo da Apple: já podem ser lidos no iPod e «muito brevemente» no iPad, depois de descarregados na App Store portuguesa. O próximo desafio é conseguir adequá-los ao sistema operativo Android, da Google.
Pirataria: e se o negócio sair furado?
Se a moda dos e-books pegar mesmo, há o risco de estes livros digitais virem a ser pirateados. É que quanto mais alto for o voo, maior pode ser a queda. E se tivermos como ponto de partida o que aconteceu à indústria musical, o negócio pode ficar comprometido.
A LeYa assegura que «a segurança dos ficheiros de e-books disponibilizado na MediaBooks é bastante difícil de violar, mas há, naturalmente, esse risco». Ainda assim, este grupo que junta 17 editoras está confiante: «O aumento da dimensão do mercado de e-books será suficientemente grande a médio prazo para que se possa dizer que `compensa¿ a assumpção desse mesmo risco e a gestão de possíveis problemas que daí advenham».
Ora este tema também está em destaque no Digital Book World 2011. A pirataria de livros digitais é encarada como «uma ameaça mortal». Daí que os editores tenham de se preparar para a guerra, mesmo que ela possa não chegar a fazer tremer a sério as vendas. É um livro que ainda vai escrito nem a meio. Há muitas histórias para ler até saber se há final feliz.
Fonte: Agência Financeira
Marketing: Consumo cresce em França com programa de compra de carros
Janeiro 27, 2011 by Inovação & Marketing
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A despesa aumentou 0,6% face a Novembro, mês em que cresceu 2,7% segundo os dados revistos do instituto de estatística francês citados pela Bloomberg. As estimativas dos economistas compiladas pela Bloomberg apontavam para um crescimento de 0,3%.
Dezembro foi o último mês de um subsídio à compra de carro iniciado pelo Governo em no último mês de 2008, com o Governo de Sarkozy a tomar medidas para contrariar a maior crise desde a Segunda Guerra Mundial. Um subsídio que levou os franceses a anteciparem a compra de carro para a aproveitar o incentivo.
Houve um “acentuado aumento da venda de carros impulsionado pelo esquema de abate” de veículos antigos, disse o economista-chefe do Exane BNP Paribas, Pierre-Olivier Beffy, à Bloomberg. “Além disso, a perspectiva para o consumo doméstico é relativamente razoável, com uma descida gradual no desemprego e a quebra do poder de compra”, acrescentou.
Fonte: Jornal de Negócios
Marketing: FMI vê melhorias na economia mundial, PIB crescerá 4,4%
Janeiro 27, 2011 by Inovação & Marketing
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O FMI reviu em alta as suas previsões para o crescimento da economia mundial em 2011.
As novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global são mais optimistas. É que a instituição dirigida por Dominique Strauss-Kahn estima que o PIB mundial do planeta cresça 4,4% este ano, quando em Outubro apontava para uma expansão de 4,2%.
No ‘World Outlook Economic’, o FMI explica que a revisão em alta do crescimento mundial reflecte uma melhoria da produção nos Estados Unidos, motivada pela extensão dos cortes de impostos.
Segundo o FMI, as nações emergentes vão liderar a retoma global em 2011.
No mesmo documento, o Fundo alerta que, embora o desempenho económico acima do esperado no segundo semestre de 2010 tenha colocado o mundo numa posição mais firme este ano, os riscos em relação às suas previsões permanecem “elevados”.
“A economia mundial está a recuperar, mas é uma recuperação a duas velocidades”, sublinha o economista chefe do FMI, Olivier Blanchard.
Quanto à performance da economia global no próximo ano, Blanchard avisa que “o crescimento será praticamente o mesmo deste ano”.
Fonte: Económico
Marketing: Inditex analisa lançar cadeia de acessórios low cost
Janeiro 27, 2011 by Inovação & Marketing
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O Grupo Inditex, dono de marcas como a Zara, está a analisar a viabilidade de lançar uma cadeia de acessórios de baixo custo, um projecto que poderá ser apresentado entre Julho e Setembro.
Depois de ter lançado a marca Uterqüe, dedicada a acessórias de gama média alta, em 2008, o grupo têxtil esta a estudar o lançamento de um novo formato comercial, para concorrer com marcas como a Parfois ou Accesorize, noticiou o “Expansion”.
A mesma publicação espanhola detalhou que à frente deste projecto está Jesus Samper, um dos executivos da Tempe e que desde 2006 é o director do segmento de sapatos e malas da Zara.
O nome da nova cadeia ainda não está decidido, como referiu ainda o “Expansion”, acrescentando que este não deverá ser conhecido até à data do lançamento.
A Tempe é uma empresa participada, em partes iguais, pela Iditex e o empresário Vicente Garcia Torres.
Ontem, a C&A, marca de roupa alemã, apresentou uma linha de roupa para ajudar os consumidores ibéricos a enfrentar a crise sem comprometer o guarda-roupa.
O preço médio da colecção “Fashion Star” vai ser de 7,5 euros por peça e os artigos vão ser colocados à venda um vez por mês, em diferentes secções da loja.
Para reduzir os preços a cadeia de lojas de roupa reduziu os custos de armazenagem e de negociação com fornecedores.
Fonte: Jornal de Negócios
Marketing: Toyota é líder mundial pelo terceiro ano
Janeiro 27, 2011 by Inovação & Marketing
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A Toyota voltou a ser, pelo terceiro ano consecutivo, o maior construtor automóvel em todo o mundo, depois de a retoma global do sector ter compensado a quebra de vendas nos EUA, um dos maiores mercados da marca japonesa.
Em comunicado, a Toyota refere que as vendas totais – incluindo a marca premium Lexus e filiais como a Daihatsu e Hino Motors – subiram 8% no ano passado em relação a 2009, totalizando 8,42 milhões de unidades. O grupo General Motors (GM), segundo maior construtor automóvel global, registou um crescimento de 12% nas entregas até 8,39 milhões de unidades.
As vendas da Toyota no mercado norte-americano recuaram 0,4% para 1,76 milhões de veículos, a reflectir as milhares de recolhas de automóveis feitas devido às suspeitas de uma aceleração descontrolada e que afectaram a imagem da marca no país. Na China, o maior mercado automóvel mundial, as encomendas aceleraram 19% em 2010, ainda assim abaixo do aumento de 29% conseguido pela rival GM no país asiático.
A Volkswagen, maior construtor europeu e terceiro mundial, vendeu 7,14 milhões de unidades no ano passado, um aumento de 14% face a 2009. A marca alemã estima uma subida de 5% nas entregas este ano, afirmou Christian Klinger, chefe de vendas da VW.
No mesmo comunicado, a Toyota informa que espera atingir vendas de 8,6 milhões de veículos este ano. A GM não avançou com nenhuma previsão para o exercício fiscal.
Fonte: Oje – o Jornal Económico



